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	<description>Peças de reposição OEM e OEM BYPASS para máquinas e equipamentos de mineração</description>
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		<title>Vale abre 2026 com recordes em Carajás, Brucutu e Long Harbour</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Apr 2026 11:26:48 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Mineradora entrega o maior volume de vendas de minério de ferro para um primeiro trimestre desde 2018 e registra crescimento de dois dígitos em cobre e níquel. A Vale divulgou seu relatório de produção e vendas do primeiro trimestre de 2026, em um balanço marcado pelo avanço consistente dos três principais segmentos da companhia — [&#8230;]]]></description>
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									<h6 data-lfr-editable-id="element-text" data-lfr-editable-type="text">Mineradora entrega o maior volume de vendas de minério de ferro para um primeiro trimestre desde 2018 e registra crescimento de dois dígitos em cobre e níquel.</h6><hr /><div><div data-block-type="unstyled" data-block-weight="31"><p>A Vale divulgou seu relatório de produção e vendas do primeiro trimestre de 2026, em um balanço marcado pelo avanço consistente dos três principais segmentos da companhia — minério de ferro, cobre e níquel — mas também por interrupções operacionais pontuais que mostram o peso de fatores climáticos e geopolíticos no calendário do ano.</p><p>A produção de minério de ferro totalizou 69,7 Mt (+3% a/a), com vendas de 68,7 Mt (+4% a/a) — o maior volume para um primeiro trimestre desde 2018. O cobre somou 102,3 kt (+12,5% a/a), melhor 1T desde 2017, e o níquel alcançou 49,3 kt (+12,3% a/a), melhor 1T desde 2020. Os preços realizados também deram sustentação à receita: finos de minério de ferro a US$ 95,8/t, cobre a US$ 13.143/t (+47,8% a/a) e níquel a US$ 17.015/t.</p><p><strong>Os pontos altos do trimestre</strong></p><p><strong>S11D bate novo recorde de 1T.</strong> O carro-chefe de Carajás produziu 19,9 Mt no trimestre, 0,5 Mt a mais que no 1T25, impulsionado por iniciativas de confiabilidade de ativos e maior uso de equipamentos móveis. É a maior produção já registrada pelo complexo em um primeiro trimestre.</p><p><strong>Brucutu no maior 1T desde 2018.</strong> No Sistema Sudeste, Minas Centrais cresceu 23% a/a, puxado pelo aumento da produção da quarta e quinta linhas de processamento de Brucutu. Somado ao ramp-up de Capanema — que deve atingir capacidade total já no 2T — e à menor parada de manutenção em Itabira, o sistema avançou 3,1 Mt a/a.</p><p><strong>Pelotas Tubarão em alta de 35%.</strong> A produção de pelotas do Sistema Sudeste saltou de 3,7 Mt para 5,0 Mt (+35,1% a/a), com destaque para Hispanobras (Tubarão 4), que mais que triplicou a produção no período, e Nibrasco (Tubarão 5 e 6), que cresceu 80,7%. O movimento reflete a maior disponibilidade de pellet feed vindo de Itabira.</p><p><strong>Sossego entrega segundo melhor 1T da história.</strong> A mina paraense praticamente dobrou a produção em relação ao ano anterior, saltando de 16 kt para 29 kt de cobre (+81,3%). A usina operou com a maior taxa de processamento de minério já registrada, estratégia deliberada para maximizar volumes antes da parada de 110 dias do moinho SAG prevista para o segundo semestre.</p><p><strong>Onça Puma atinge seu maior 1T histórico.</strong> A operação do segundo forno durante todo o trimestre levou a produção de níquel acabado de origem própria a 8,9 kt (+64,8% a/a), consolidando o ativo como peça-chave do portfólio brasileiro de níquel da Vale.</p><p><strong>Recorde na refinaria de Long Harbour.</strong> Com o forte volume vindo das minas subterrâneas de Voisey&#8217;s Bay, a refinaria canadense entregou a maior produção já registrada para um primeiro trimestre, puxando Voisey&#8217;s Bay de 6,5 kt para 10,5 kt de níquel acabado (+61,5% a/a).</p><p><strong>Preços realizados em alta.</strong> O cobre teve salto de 47,8% na comparação anual, refletindo o movimento positivo da LME e ajustes favoráveis de precificação. O prêmio all-in do minério de ferro praticamente dobrou a/a, de US$ 4,8/t para US$ 6,2/t, sustentado por mix de produtos mais flexível e maiores prêmios para produtos de baixo teor de alumina.</p><p><strong>Os pontos baixos do trimestre</strong></p><p><strong>Chuvas atípicas no Sistema Sul.</strong> A precipitação média no Sul triplicou em relação ao 1T25 — de 351 mm para 1.046 mm — e impactou especialmente o Complexo Paraopeba, com Mutuca, Fábrica e outras unidades recuando 42,1% a/a (de 2,8 Mt para 1,6 Mt). O efeito só não foi maior porque a planta VGR1 seguiu em ramp-up no Complexo Vargem Grande, mantendo o sistema praticamente estável.</p><p><strong>Serra Norte recua 11,5%.</strong> A menor, porém esperada, disponibilidade de run-of-mine derrubou a produção de Serra Norte e Serra Leste de 15,0 Mt para 13,3 Mt, fazendo com que o Sistema Norte fechasse o trimestre 1,2 Mt abaixo do 1T25, apesar do recorde de S11D.</p><p><strong>Tempestades de neve atrapalham Sudbury.</strong> Nevascas não usuais e uma manutenção não planejada em Clarabelle — já concluída — reduziram a produção de cobre no Canadá em 2,2 kt a/a. Sudbury sozinha caiu 16,4% (de 15,9 kt para 13,3 kt de cobre acabado).</p><p><strong>Thompson despenca com bloqueio de duto.</strong> A operação canadense de níquel produziu apenas 1,2 kt no trimestre, ante 3,6 kt no 1T25 (-66,7%), em função de um bloqueio de duto agravado por condições climáticas adversas. A situação já foi resolvida, e em fevereiro a Vale Base Metals assinou acordo para formar um consórcio no Thompson Nickel Belt, do qual passará a deter 18,9% — movimento estratégico para reposicionar o ativo dentro do portfólio global.</p><p><strong>Omã interrompida por conflito no Oriente Médio.</strong> As plantas de pelotização omanis pararam em meados de março para manutenção anual programada, e as atividades de construção da planta de concentração de Sohar também foram suspensas. Restrições logísticas ligadas aos conflitos na região devem postergar a retomada para o final do 3T. No intervalo, o pellet feed originalmente destinado a Omã será redirecionado para Tubarão e para vendas de finos, preservando o guidance de 30–34 Mt de aglomerados para o ano.</p><p><strong>São Luís reduz o ritmo.</strong> A planta de pelotização maranhense produziu apenas 72 kt no trimestre, ante 370 kt no 1T25 (-80,5%). A Vale informou que, a partir deste trimestre, São Luís passa a operar em linha com os cenários de demanda, com possível retomada plena condicionada às condições de mercado.</p><p><strong>Calendário de manutenções pressiona o 2S26</strong></p><p>O cronograma divulgado pela Vale indica que o segundo semestre concentrará a maior parte das paradas programadas em metais básicos. Em cobre, Sossego terá 9 semanas de reconstrução do moinho SAG no 3T e mais 6 semanas no 4T, além de paradas adicionais de 3 e 2 semanas nas linhas regulares. Em níquel, o 3T traz manutenções simultâneas em Creighton (6 semanas), Copper Cliff (3 semanas), Clarabelle (4 semanas) e Thompson mina e moinho (4 semanas cada). Já o 2T terá Sudbury smelter, refinaria, Port Colborne e Clydach parados por 4 semanas, além de 5 semanas em Matsusaka ainda no 1T.</p><p>A concentração das paradas nos trimestres seguintes reforça a importância do volume recorde entregue no 1T como &#8220;colchão&#8221; para o guidance anual.</p><p><strong>Guidance 2026 mantido</strong></p><p>A companhia reiterou as projeções de produção para o ano:</p><ul><li><strong>Minério de ferro:</strong> 335 a 345 milhões de toneladas</li><li><strong>Aglomerados (pelotas e briquetes):</strong> 30 a 34 milhões de toneladas</li><li><strong>Cobre:</strong> 350 a 380 mil toneladas</li><li><strong>Níquel:</strong> 175 a 200 mil toneladas</li></ul><p>O resultado financeiro completo do trimestre será divulgado em 28 de abril.</p><p><em>Fonte: brasilmineral.com.br</em></p></div></div>								</div>
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		<title>Serra Sul completa 10 anos com projeto de expansão</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Apr 2026 11:08:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Serra Sul, em Canaã dos Carajás (PA), completa 10 anos em 2026 e planeja expandir sua capacidade em 20 Mtpa, utilizando tecnologias sustentáveis que eliminam o uso de água no beneficiamento. A operação de Serra Sul, localizada em Canaã dos Carajás (PA), completa uma década em 2026 consolidando-se como um dos principais marcos da mineração [&#8230;]]]></description>
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									<h6 data-lfr-editable-id="element-text" data-lfr-editable-type="text">Serra Sul, em Canaã dos Carajás (PA), completa 10 anos em 2026 e planeja expandir sua capacidade em 20 Mtpa, utilizando tecnologias sustentáveis que eliminam o uso de água no beneficiamento.</h6><hr /><div><div data-block-type="unstyled" data-block-weight="31"><p data-start="222" data-end="720">A operação de Serra Sul, localizada em Canaã dos Carajás (PA), completa uma década em 2026 consolidando-se como um dos principais marcos da mineração moderna no Brasil. Desde o início de suas atividades, o projeto se destaca pela adoção do processamento a umidade natural, uma tecnologia inovadora que elimina o uso de água no beneficiamento do minério e, consequentemente, dispensa a necessidade de barragens de rejeitos — um avanço relevante em termos de segurança operacional e sustentabilidade.</p><p data-start="722" data-end="1213">Inserido na Floresta Nacional de Carajás, o complexo também é referência pela aplicação do sistema <em data-start="821" data-end="832">truckless</em>, que substitui o transporte tradicional por caminhões fora de estrada por correias transportadoras de longa distância. Essa solução não apenas aumenta a eficiência logística da operação, como reduz significativamente o consumo de diesel, contribuindo para a diminuição das emissões de gases de efeito estufa e reforçando o compromisso com uma mineração de menor impacto ambiental.</p><p data-start="1215" data-end="1677">Ao longo desses dez anos, Serra Sul tem desempenhado um papel estratégico no portfólio da Vale, sendo responsável pela produção de minério de ferro de alta qualidade, com elevado teor e menor necessidade de processamento adicional. Esse diferencial fortalece a competitividade do produto brasileiro no mercado internacional, especialmente em um cenário de crescente demanda por matérias-primas mais eficientes e com menor pegada de carbono na cadeia siderúrgica.</p><p data-start="1679" data-end="2046">Como parte de sua estratégia de crescimento, a Vale avança com o Projeto +20 Mtpa, que prevê a ampliação da capacidade produtiva do complexo. O investimento está alinhado à visão de longo prazo da companhia, que busca atender à demanda global crescente por minério de maior qualidade, ao mesmo tempo em que promove ganhos de eficiência operacional e sustentabilidade.</p><p data-start="2048" data-end="2422">Além dos avanços produtivos, a operação mantém um compromisso contínuo com a preservação ambiental e a gestão responsável do território. Em parceria com o Núcleo de Gestão Integrada ICMBio Carajás, a empresa apoia a proteção de aproximadamente 800 mil hectares de áreas florestais, contribuindo para a conservação da biodiversidade e o equilíbrio dos ecossistemas da região.</p><p data-start="2424" data-end="2683">Com uma década de resultados consistentes e uma agenda clara de expansão, Serra Sul se consolida como um ativo estratégico não apenas para a Vale, mas para o desenvolvimento do Pará como um importante hub global de mineração sustentável e de alta performance.</p><p><em>Fonte: themining.com.br</em></p></div></div>								</div>
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		<title>As operações de transporte mais difíceis do mundo</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Apr 2026 11:48:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Do Ártico ao Equador, caminhões Komatsu HD785 enfrentam condições operacionais extremas no transporte de materiais em minas de ouro em Gana e de cobre na Suécia Enfrentando as condições operacionais mais difíceis do mundo, o caminhão Komatsu HD785 realiza o transporte de materiais em minas de ouro no Gana e de cobre na Suécia. Com [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="5701" class="elementor elementor-5701" data-elementor-post-type="post">
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									<h6 data-lfr-editable-id="element-text" data-lfr-editable-type="text">Do Ártico ao Equador, caminhões Komatsu HD785 enfrentam condições operacionais extremas no transporte de materiais em minas de ouro em Gana e de cobre na Suécia</h6><hr /><div><div data-block-type="unstyled" data-block-weight="31"><p>Enfrentando as condições operacionais mais difíceis do mundo, o caminhão Komatsu HD785 realiza o transporte de materiais em minas de ouro no Gana e de cobre na Suécia.</p><p>Com capacidade de carga de 92,2 toneladas, o equipamento opera em locais com variações extremas de temperatura e de incidência de luz.</p><p>Para enfrentar essas condições, o motor e os sistemas automatizados permitem a movimentação em terrenos com desníveis, enquanto o projeto da cabine foca em visibilidade e controle da máquina em diferentes climas.</p><p>Na mina de ouro Ayanfuri, em Gana, o termômetro invariavelmente registra entre 33ºC e 34ºC, em uma operação que envolve poeira e vibração durante os turnos de trabalho.</p><p>Nesse cenário, a operadora Ruth Ofori conduz o veículo para a Rocksure International Limited após deixar um cargo de analista financeira.</p><p>“Força, inteligência emocional, disciplina e perseverança são os valores centrais necessários para ter sucesso neste campo dominado por homens”, comenta Ofori.</p></div></div>								</div>
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									<p><em><small>A operadora Ruth Ofori conduz o veículo para a Rocksure International após deixar um cargo de analista financeira em Gana.</small></em></p>								</div>
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									<p>Com ar-condicionado, câmeras e sistemas de assistência, a cabine dispõe ainda do sistema KomVision, que projeta uma imagem de 360º em tempo real para eliminar pontos cegos.</p><p>“O design centrado no operador e a cabine com ar-condicionado proporcionam conforto enquanto dirijo a máquina. Isso permite que me concentre no trabalho, independentemente das condições externas”, completa.</p><p>Na Suécia, em contraste, a temperatura atinge -20ºC em uma das minas de cobre mais gélidas da Europa.</p><p>No inverno, o local recebe apenas três horas de luz solar por dia.</p><p>Segundo Caroline Landström, que opera o HD785 há três anos e meio no país, “muitos pensam que apenas homens podem operar essas máquinas, mas quero mostrar que as mulheres também podem”.</p><p>“As condições em que trabalhamos são desafiadoras, mas é algo a que estou habituada por ter vivido toda a minha vida no norte da Suécia”, ela relata.</p><p>“Gosto especialmente do contraste entre o meu emprego anterior, que envolvia a interação com pessoas, e minha função atual, onde a equipe e eu movemos montanhas”, destaca.</p><p>Fonte: <em>revistamt.com.br</em></p>								</div>
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									<p><em><small>Operando o caminhão HD785 há três anos e meio, Caroline Landström destaca as condições desafiadoras na Suécia.</small></em></p>								</div>
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		<title>Volvo lança escavadeira elétrica de 23 toneladas no Brasil com até 9 horas de autonomia</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Mar 2026 11:12:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[EC230 Electric amplia portfólio de máquinas zero emissões da marca e entrega desempenho equivalente ao de modelos a diesel A Volvo avança em sua estratégia de descarbonização no Brasil com o lançamento da Volvo EC230 Electric, escavadeira 100% elétrica na classe de 23 toneladas. O modelo chega ao mercado nacional voltado para aplicações como movimentação de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="5693" class="elementor elementor-5693" data-elementor-post-type="post">
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									<h6 data-lfr-editable-id="element-text" data-lfr-editable-type="text"><strong>EC230 Electric amplia portfólio de máquinas zero emissões da marca e entrega desempenho equivalente ao de modelos a diesel</strong></h6><hr /><div><div data-block-type="unstyled" data-block-weight="31"><p>A Volvo avança em sua estratégia de descarbonização no Brasil com o lançamento da Volvo EC230 Electric, escavadeira 100% elétrica na classe de 23 toneladas. O modelo chega ao mercado nacional voltado para aplicações como movimentação de terra, manuseio de resíduos e sucata, além de operações que exigem redução de emissões de CO₂ e menor ruído operacional.</p><p>Com a novidade, a fabricante amplia sua linha de equipamentos eletrificados no país. O portfólio passa a incluir também as carregadeiras Volvo L120 Electric e Volvo L25 Electric, além da miniescavadeira Volvo ECR25 Electric.</p><p>Segundo Rafael Nieweglowski, diretor comercial da Volvo no Brasil, a chegada da nova escavadeira reforça o compromisso da empresa com soluções sustentáveis para o setor de construção e infraestrutura.</p><div><p>“Estamos ampliando nossa oferta de equipamentos zero emissões. Agora, temos uma escavadeira de médio porte (EC230 Electric), uma carregadeira de médio porte (L120 Electric), uma carregadeira de pequeno porte (L25 Electric) e uma escavadeira de pequeno porte (ECR25 Electric)”, afirma o executivo.</p><h5 id="h-autonomia-para-ate-nove-horas-de-operacao" class="wp-block-heading">Autonomia para até nove horas de operação</h5><p>A Volvo EC230 Electric utiliza baterias do tipo LFP (lítio-ferro-fosfato) de 600 V, com capacidade total de 423 kWh. De acordo com a fabricante, o conjunto garante autonomia de até nove horas de operação, dependendo da aplicação.</p><p>De acordo com Guilherme Ferreira, head de gestão de produtos e produtividade da Volvo CE, em determinadas operações a escavadeira pode trabalhar um turno completo sem necessidade de recarga.</p><p>“Em algumas aplicações é possível trabalhar o dia inteiro sem interrupção, fazendo a recarga à noite ou durante o intervalo de turnos. Para aplicações mais severas é possível cumprir jornadas completas com uma recarga de oportunidade no intervalo das refeições dos operadores”, explica.</p><p>Quando conectada a um carregador rápido de até 240 kW, a bateria pode ser recarregada de 5% a 95% em aproximadamente 90 minutos.</p><h5 id="h-desempenho-equivalente-ao-diesel" class="wp-block-heading">Desempenho equivalente ao diesel</h5><p>Apesar da proposta de emissões zero, a nova escavadeira mantém desempenho semelhante ao de máquinas a diesel da mesma categoria.</p><p>O motor elétrico entrega potência contínua de 148 cv (110 kW) e potência de pico de 215 cv (160 kW), garantindo força adicional quando necessário. Entre as vantagens do conjunto estão operação silenciosa, menor nível de vibração e torque instantâneo.</p><h5 id="h-tecnologias-avancadas" class="wp-block-heading">Tecnologias avançadas</h5><p>A Volvo EC230 Electric também mantém diversas tecnologias presentes nas escavadeiras convencionais da marca.</p><p>Entre os destaques estão os comandos eletro-hidráulicos associados à nova válvula de controle principal (MCV), que utilizam gerenciamento inteligente do fluxo hidráulico sob demanda, aumentando a precisão e a produtividade nas escavações.</p><p>O sistema de prioridades permite ao operador ajustar facilmente a atuação da lança, do braço e do giro da máquina, adaptando o comportamento do equipamento a diferentes tipos de trabalho.</p><p>Outro recurso é o modo de controle dinâmico de rotações (DRC), que otimiza o funcionamento do sistema hidráulico ao ajustar automaticamente o regime de operação das bombas para trabalhar sempre em sua faixa de maior eficiência.</p><p>A escavadeira também conta com múltiplas câmeras de alta definição para monitoramento do entorno do equipamento, alinhadas ao conceito de segurança da Volvo voltado à redução de acidentes em operações de campo.</p></div><p><em>Fonte: autossegredos.com.br</em></p></div></div>								</div>
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		<title>A Indústria brasileira de máquinas sustenta o novo ciclo da mineração no Pará</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Mar 2026 12:28:58 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Por décadas, o debate sobre a mineração no Pará concentrou-se nos volumes produzidos e exportados de minério de ferro, cobre, níquel, manganês, entre outros. Os números são expressivos, mas não contam toda a história. Existe um elo estrutural dessa cadeia que ainda recebe menos atenção do que deveria, que é a indústria brasileira de máquinas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="5687" class="elementor elementor-5687" data-elementor-post-type="post">
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									<h6 data-lfr-editable-id="element-text" data-lfr-editable-type="text">Por décadas, o debate sobre a mineração no Pará concentrou-se nos volumes produzidos e exportados de minério de ferro, cobre, níquel, manganês, entre outros.</h6>
<hr>
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<div data-block-type="unstyled" data-block-weight="31">
<p>Os números são expressivos, mas não contam toda a história. Existe um elo estrutural dessa cadeia que ainda recebe menos atenção do que deveria, que é a indústria brasileira de máquinas e equipamentos. Sem ela, a mineração paraense se tornaria mais difícil, mais dependente e menos preparada para os desafios tecnológicos e ambientais do presente.</p>
<p>O Pará responde por cerca de 34% dos investimentos nacionais em mineração e abriga projetos de grande porte, como o Novo Carajás, da Vale, com previsão de aproximadamente R$ 70 bilhões entre 2025 e 2030. Essa escala impõe exigências técnicas elevadas. Operar na Amazônia significa lidar com alta umidade, logística complexa, longas distâncias, controle rigoroso de poeira e padrões ambientais cada vez mais exigentes.</p>
<p>Nesse ambiente, equipamentos não podem ser apenas robustos. Eles precisam ser adaptados à realidade local. Sistemas de britagem, separação, peneiramento, lixiviação, manuseio e transporte, caminhões fora de estrada e tecnologias de automação, entre outros, são parte do coração operacional das minas em Carajás e Canaã dos Carajás. A confiabilidade desses ativos impacta diretamente produtividade, segurança e custo.</p>
<p>É nesse ponto que a indústria nacional se consolida como diferencial estratégico. Fabricantes brasileiros acumulam décadas de experiência em condições reais do país e trabalhando diretamente com os tipos de minérios e processamentos locais. Diferentemente de soluções importadas desenvolvidas para climas temperados ou estruturas logísticas menos desafiadoras, ou minérios de fontes e natureza distintas, os equipamentos nacionais oferecem customização ágil, proximidade técnica, manutenção mais rápida e redução significativa de downtime. Além disso propiciam um maior engajamento e relacionamento técnico na cadeia, o que pereniza e torna o crescimento mais sustentável e valioso para o Brasil.</p>
<p>O setor está plenamente capacitado para atender às demandas da mineração de médio e grande porte. Em Parauapebas, as compras locais da Vale já superam R$ 1,8 bilhão por ano e chegaram a R$ 4,5 bilhões só no primeiro semestre de 2025 em contratos, impulsionando fornecedores de manutenção, componentes, estruturas metálicas, sistemas de automação e serviços técnicos especializados.</p>
<p>Vale ressaltar ainda que iniciativas como o Brazil Machinery Solutions, programa de incentivo às exportações realizado pela Abimaq em parceria com a ApexBrasil, ampliam a competitividade internacional dos fabricantes brasileiros. O programa apoia empresas através de inteligência comercial, promoção internacional e participação em feiras estratégicas, como a Expomin, uma das maiores exposições de mineração da América Latina. Isso reforça que o Brasil pode ser fornecedor competitivo de soluções industriais.</p>
<p>O impacto econômico é multiplicador. Cada real investido em fornecedores nacionais ativa cadeias na metalmecânica, automação, fundição e engenharia. Gera empregos qualificados, amplia arrecadação e fortalece a base industrial. Em resumo, optar por conteúdo local é estratégia de competitividade e mitigação de riscos cambiais, logísticos e geopolíticos, e garante a manutenção e o crescimento do setor mineral brasileiro como um todo.</p>
<p>Ao mesmo tempo, a mineração do Pará avança em direção à Mineração 4.0, com uso crescente de inteligência artificial, sensores, manutenção preditiva, veículos autônomos e drones. A descarbonização também se impõe como prioridade, com metas de redução de emissões, economia circular e reaproveitamento de rejeitos. A indústria nacional participa ativamente dessa transformação, desenvolvendo soluções para eletrificação de processos, eficiência energética e maior segurança operacional, fatores cada vez mais determinantes para investidores, financiadores e para a própria sociedade amazônica.</p>
<p>Fortalecer a indústria brasileira de máquinas não significa fechar o mercado. Significa equilibrar importações com produção local, estimular transferência de tecnologia, ampliar parcerias e consolidar um ambiente industrial resiliente. O Pará reúne escala, demanda e protagonismo para liderar esse movimento.</p>
<p>O futuro da mineração paraense não se resume à extração e exportação de minério. Ele passa pela consolidação de toda uma cadeia produtiva integrada, inovadora e sustentável. Todos sabemos que a verticalização do setor, agregando mais valor ao minério e ao produto a ser exportado também é fundamental para o crescimento do país. E, nesse cenário, a indústria nacional de máquinas não é coadjuvante e pode ser um importante elemento estruturante do desenvolvimento regional e da soberania industrial brasileira.</p>
<p><em>Fonte: revistafatorbrasil.com.br&nbsp; ( Por Rodrigo Franceschini )</em></p>
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		<title>Produção circular da Vale cresce 107% e alcança 26,3 Mt de minério de ferro</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Mar 2026 11:08:25 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Volume representa crescimento de 107% em relação a 2024 e reforça estratégia de mineração circular da empresa, com foco em sustentabilidade, inovação e novos negócios A Vale registrou um forte avanço na produção de minério de ferro a partir de fontes circulares em 2025. No período, a mineradora alcançou 26,3 milhões de toneladas produzidas por meio do reaproveitamento de materiais, mais que o dobro do volume [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="5680" class="elementor elementor-5680" data-elementor-post-type="post">
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									<h6 class="component-heading mb-0 text-break" data-lfr-editable-id="element-text" data-lfr-editable-type="text">Volume representa crescimento de 107% em relação a 2024 e reforça estratégia de mineração circular da empresa, com foco em sustentabilidade, inovação e novos negócios</h6><hr /><div><div data-block-type="unstyled" data-block-weight="31"><div class="field__item"><div class="paragraph paragraph--type--text paragraph--view-mode--default"><div class="clearfix text-formatted field field--name-field-text field--type-text-long field--label-hidden field__item"><div class="tabela-container"><p data-start="3873" data-end="4221">A <span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">Vale</span></span> registrou um forte avanço na produção de minério de ferro a partir de fontes circulares em 2025. No período, a mineradora alcançou 26,3 milhões de toneladas produzidas por meio do reaproveitamento de materiais, mais que o dobro do volume registrado em 2024, quando foram produzidas 12,7 milhões de toneladas.</p><p data-start="4223" data-end="4462">O crescimento de 107% evidencia a consolidação da mineração circular como um dos pilares estratégicos da companhia, contribuindo para ganhos de eficiência operacional, sustentabilidade ambiental e geração de novas oportunidades de negócio.</p><p data-start="4464" data-end="4733">Durante o ano, as iniciativas de circularidade evoluíram de projetos experimentais para práticas industriais em larga escala. Esse movimento permitiu reduzir a geração de estéril e rejeitos, além de ampliar o uso de materiais reaproveitados dentro e fora das operações.</p><p data-start="4735" data-end="5040">Entre os projetos de destaque está a <span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">Areia Sustentável Vale</span></span>, que já ultrapassou a marca de 3 milhões de toneladas destinadas a aplicações desde 2023. Outro exemplo é a Fábrica de Blocos da Mina do Pico, onde rejeitos da mineração são transformados em insumos utilizados na construção civil.</p><p data-start="5042" data-end="5401">Nas unidades operacionais, as minas de <span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">Mina de Capanema</span></span> e <span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">Complexo de Vargem Grande</span></span>, localizadas em <span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">Minas Gerais</span></span>, mostram como a mineração circular pode gerar múltiplos benefícios, incluindo maior segurança operacional, liberação de áreas, eficiência produtiva e impacto socioambiental positivo.</p><p data-start="5403" data-end="5605">Para <span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">Rafael Bittar</span></span>, vice-presidente técnico da Vale, o desempenho registrado em 2025 confirma que a circularidade já se tornou um componente relevante da estratégia da empresa.</p><p data-start="5607" data-end="5798">De acordo com o executivo, o próximo passo é acelerar a expansão dessas iniciativas até 2030, com foco em consolidar um modelo de mineração mais tecnológico, eficiente e centrado nas pessoas.</p><p data-start="5800" data-end="6129">Do ponto de vista ambiental, o programa evitou a ocupação de espaço para descarte de resíduos equivalente ao volume transportado por mais de 300 vagões carregados de minério de ferro. O impacto positivo em emissões também foi expressivo, com benefício climático comparável à retirada de mais de 40 mil carros das ruas por um ano.</p><p data-start="6131" data-end="6426">As iniciativas fazem parte da estratégia Mineração do Futuro, que orienta a transformação da companhia por meio de cinco pilares: operações inteligentes, minas menos invasivas, eliminação de estéril, rejeitos e carbono, compartilhamento de valor e desenvolvimento da força de trabalho do futuro.</p><p data-start="6428" data-end="6718">Em 2025, o programa de mineração circular da Vale também recebeu reconhecimento internacional ao ser selecionado pelo<em> <span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">Business Action Bank</span></span></em>, iniciativa vinculada ao <span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal"><em>World Business Council for Sustainable Development</em></span></span>, como uma das cinco principais práticas globais de descarbonização.</p><p data-start="6720" data-end="6854">A empresa estima que, até 2030, cerca de 10% de toda a sua produção de minério de ferro no Brasil seja originada de fontes circulares.</p><p><em>Fonte: revistamineracao.com.br</em></p></div></div></div></div></div></div>								</div>
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		<title>Mulheres na Mineração: O desafio de transformar o discurso em cultura</title>
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		<dc:creator><![CDATA[administrador]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Mar 2026 11:18:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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					<description><![CDATA[Entre o topo executivo e o chão de fábrica, a mineração brasileira encara o desafio de reter talentos femininos e envolver lideranças masculinas no combate a preconceitos que os números, sozinhos, não conseguem resolver. A imagem clássica da mineração, um ambiente rústico, operacional e majoritariamente masculino vem ganhando novas cores e contornos. Ao percorrermos os [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="5673" class="elementor elementor-5673" data-elementor-post-type="post">
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									<h6 class="component-heading mb-0 text-break" data-lfr-editable-id="element-text" data-lfr-editable-type="text">Entre o topo executivo e o chão de fábrica, a mineração brasileira encara o desafio de reter talentos femininos e envolver lideranças masculinas no combate a preconceitos que os números, sozinhos, não conseguem resolver.</h6><hr /><div><div data-block-type="unstyled" data-block-weight="31"><div class="field__item"><div class="paragraph paragraph--type--text paragraph--view-mode--default"><div class="clearfix text-formatted field field--name-field-text field--type-text-long field--label-hidden field__item"><div class="tabela-container"><p>A imagem clássica da mineração, um ambiente rústico, operacional e majoritariamente masculino vem ganhando novas cores e contornos. Ao percorrermos os corredores das grandes mineradoras ou as frentes de lavra, a presença feminina já não é uma raridade, mas sim um reflexo de uma transformação em curso. No entanto, ao olharmos para os dados mais recentes do setor, percebemos que a jornada rumo à equidade real ainda enfrenta terrenos acidentados.</p><p>A 5ª edição do Relatório de Indicadores da Women in Mining Brasil (WIM Brasil) revela um cenário de contrastes: se por um lado há avanços nítidos na alta liderança, por outro o setor parece ter atingido um platô de estagnação que exige atenção.</p><p>Os números contam uma história de persistência. A participação de mulheres na força de trabalho do setor mineral brasileiro estabilizou em 22%. Embora esse índice tenha crescido nos últimos anos, a estagnação atual acende um alerta: as iniciativas de inclusão estão conseguindo atrair talentos, mas a retenção e a progressão enfrentam gargalos estruturais.</p><p>Um dado positivo salta aos olhos na alta gestão: a presença de executivas subiu para 25%, um aumento de 3 pontos percentuais em relação ao período anterior. É um sinal de que as cadeiras mais estratégicas estão sendo ocupadas por vozes femininas, trazendo novas perspectivas para o negócio. Contudo, essa evolução no topo ainda não se reflete de forma equânime na base ou na média gerência, onde a sucessão feminina recuou para 18%.</p><p>A realidade é que as mulheres na mineração ainda enfrentam uma cultura organizacional resistente e barreiras invisíveis. A ausência de políticas claras sobre parentalidade e a necessidade de melhorias em infraestruturas básicas — como equipamentos e vestiários adequados — ainda são obstáculos práticos que dificultam o dia a dia.</p><p>Talvez o ponto mais crítico trazido pelo relatório da WIM Brasil 2025 seja o enfraquecimento da governança dedicada à Diversidade, Equidade e Inclusão (DEI). A supervisão desses programas pela liderança sênior atingiu seu menor índice em cinco anos, caindo para 84%. Além disso, houve uma queda drástica de 35 pontos percentuais nos treinamentos de atuação inclusiva.</p><p>Sem comitês formais, orçamento dedicado e indicadores claros, a diversidade corre o risco de se tornar apenas um tópico de marketing, desconectado da estratégia central das empresas. O setor de mineração, historicamente resiliente, precisa agora aplicar essa mesma resiliência para garantir que os avanços não sejam apenas episódicos.</p><p><strong>O Papel dos Homens: Além da &#8220;Boa Intenção&#8221;</strong></p><p>Para que a mudança seja sustentável, o setor mineral está descobrindo que não basta apenas abrir portas para as mulheres; é preciso que os homens, que ainda ocupam a vasta maioria dos cargos de decisão, sejam aliados ativos. Um estudo inédito realizado pela Nexus Pesquisa e Inteligência de Dados com a Todas Group, intitulado &#8220;Alianças masculinas e a liderança das mulheres: além do discurso&#8221;, traz à tona uma realidade desconfortável: existe um abismo entre o que os homens acreditam estar fazendo e o que as mulheres líderes realmente sentem no dia a dia.</p><p>A pesquisa, que ouviu mais de 1.500 mulheres em cargos de liderança, revela que a imensa maioria (93%) acredita que os homens podem contribuir muito mais para a construção de ambientes de trabalho menos desiguais. Para 73% das entrevistadas, essa contribuição deveria ser significativamente maior, indicando que o apoio atual é visto como tímido ou superficial.</p><p>Um dos dados mais reveladores do estudo da Nexus diz respeito à percepção do problema. Por que os homens não agem de forma mais incisiva? A resposta parece estar em uma espécie de &#8220;ponto cego&#8221; de gênero. Segundo 51% das mulheres ouvidas, os homens simplesmente acreditam que a igualdade já existe no ambiente corporativo. Outras 45% afirmam que eles encaram as pautas de equidade como um &#8220;exagero&#8221;.</p><p>Essa desconexão cria uma barreira invisível. Se uma parcela considerável das lideranças masculinas crê que o problema está resolvido ou que as queixas são infundadas, a urgência para mudar comportamentos enraizados desaparece. É o que especialistas chamam de &#8220;cegueira de privilégio&#8221;, onde a ausência de obstáculos para um grupo impede a visualização das barreiras enfrentadas pelo outro.</p><p>A experiência cotidiana das mulheres líderes é marcada por situações que minam sua autoridade técnica. O estudo aponta que 8 em cada 10 entrevistadas (83%) já sentiram que precisaram explicar o óbvio para um homem que duvidou de sua competência. Esse fenômeno, embora sutil em alguns momentos, gera um desgaste contínuo e exige das mulheres um esforço dobrado para validar suas posições.</p><p>Além disso, a pesquisa levanta um dado alarmante sobre a postura dos homens diante de situações de preconceito explícito: apenas 35% das mulheres disseram já ter sido defendidas por um colega homem em episódios de preconceito de gênero. A maioria (52%) nunca sentiu esse amparo. Na prática, isso significa que, quando uma mulher é interrompida em uma reunião ou alvo de um comentário machista, os homens ao redor frequentemente optam pelo silêncio, tornando-se cúmplices passivos da cultura que dizem combater.</p><p><strong>À espera de alianças reais</strong></p><p>O estudo da Nexus não se limita a diagnosticar o problema; ele aponta caminhos. Quando questionadas sobre o que os colegas poderiam fazer para ajudar na luta pela equidade, as respostas das líderes femininas focaram em pilares fundamentais: Respeito e Empatia (23%) – o reconhecimento básico da competência e da jornada feminina; Escuta Ativa (19%) – garantir que a voz da mulher seja ouvida sem interrupções e que seu lugar de fala seja respeitado; Aliança e Apoio (18%) – uma postura ativa de defesa e reconhecimento público de suas capacidades. Para Ana Lemos, gerente de Pesquisas da Nexus, os dados mostram que as necessidades das mulheres &#8220;dialogam com a urgência de uma mudança cultural que passe pela escuta e pela garantia de espaço&#8221;.</p><p><strong>De quem é a responsabilidade?</strong></p><p>A evolução feminina na mineração chegou a uma encruzilhada. Não basta mais &#8220;querer&#8221; ser diverso; é preciso estruturar essa intenção com o mesmo rigor com que se gerenciam as metas de produção ou segurança. A verdadeira transformação não virá de cartilhas, mas de uma mudança na cultura do &#8220;chão de fábrica&#8221; ao &#8220;board&#8221;. É uma questão de sustentabilidade do negócio. Equipes diversas são comprovadamente mais seguras e inovadoras — dois pilares fundamentais para a mineração moderna.</p><p>Mas até quando a mudança dependerá apenas do esforço das mulheres? Não basta contratar 20% ou 30% de mulheres se o ambiente de trabalho continua a ser um território de resistência silenciosa. A mudança real exige que o homem na mineração deixe de ser um espectador passivo do &#8220;problema das mulheres&#8221; para se tornar um arquiteto da inclusão. Isso passa por ceder espaço, garantir o lugar de fala e, acima de tudo, ter a coragem de interromper o preconceito quando este ocorre, e não apenas quando o relatório de sustentabilidade é publicado.</p><p><em>Fonte: brasilmineral.com.br (Mara Fornari)</em></p></div></div></div></div></div></div>								</div>
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		<title>Vale fecha acordo bilionário na Índia para novo complexo mineral</title>
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		<dc:creator><![CDATA[administrador]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Mar 2026 11:50:34 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Parceria com estatal indiana e grupo portuário fortalece presença da mineradora brasileira em um dos mercados que mais crescem no mundo A Vale deu mais um passo estratégico para ampliar sua presença internacional ao firmar um memorando de entendimento (MoU) com parceiros indianos para a criação de um complexo integrado de minério de ferro na [&#8230;]]]></description>
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									<h6 class="component-heading mb-0 text-break" data-lfr-editable-id="element-text" data-lfr-editable-type="text">Parceria com estatal indiana e grupo portuário fortalece presença da mineradora brasileira em um dos mercados que mais crescem no mundo</h6>
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<p>A Vale deu mais um passo estratégico para ampliar sua presença internacional ao firmar um memorando de entendimento (MoU) com parceiros indianos para a criação de um complexo integrado de minério de ferro na Índia. O acordo envolve a estatal NMDC Limited e a Adani Gangavaram Port Limited, e prevê investimentos da ordem de US$ 500 milhões (aproximadamente R$ 2,6 bilhões), reforçando a atuação da companhia brasileira em um mercado-chave para a indústria siderúrgica global.</p>
<p>A iniciativa contempla a instalação de uma plataforma de blendagem, processamento e comercialização de minério de ferro em uma zona econômica especial localizada no Porto de Gangavaram, na costa leste do país. O projeto permitirá à Vale adaptar a qualidade do minério às especificações das siderúrgicas indianas, além de reduzir custos logísticos e aumentar a eficiência no atendimento aos clientes locais.</p>
<p>O acordo foi assinado em Nova Déli, durante um fórum empresarial bilateral. A expectativa é que o complexo funcione como um&nbsp;<em>hub</em>&nbsp;regional para a distribuição de minério de ferro, com capacidade para receber navios de grande porte, incluindo embarcações da classe Valemax.</p>
<p>Nos últimos anos, a Índia tem se consolidado como um dos mercados mais promissores para o setor mineral, impulsionada por investimentos em infraestrutura e pela expansão da produção de aço. Em 2025, as exportações brasileiras de minério de ferro para o país cresceram de forma expressiva, evidenciando o potencial de longo prazo da demanda indiana.</p>
<p>Para a Vale, a parceria representa mais do que um novo investimento logístico. A estratégia está alinhada ao objetivo de agregar valor ao produto, aproximar-se dos clientes finais e diversificar mercados, reduzindo a dependência de rotas tradicionais. Analistas avaliam que a presença física em território indiano pode melhorar a competitividade da empresa frente a outros grandes&nbsp;<em>players</em>&nbsp;globais do setor.</p>
<p><em>Fonte: revistamineracao.com.br</em></p>
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		<title>A Vale Base Metals garante o futuro da mina em Manitoba com novo consórcio que investirá até US$ 200 milhões no Thompson Nickel Belt</title>
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		<dc:creator><![CDATA[administrador]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Feb 2026 11:10:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Vale Base Metals (“VBM”) anunciou hoje que está firmando parceria com três empresas para criar um novo consórcio de proprietários que investirá até US$ 200 milhões (C$ 280 milhões) para garantir o futuro da mineração de níquel e dos empregos em Thompson, Manitoba. A Exiro Minerals Corp. (“Exiro”), a Orion Resource Partners LP (“Orion”) [&#8230;]]]></description>
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									<h6 class="component-heading mb-0 text-break" data-lfr-editable-id="element-text" data-lfr-editable-type="text">A Vale Base Metals (“VBM”) anunciou hoje que está firmando parceria com três empresas para criar um novo consórcio de proprietários que investirá até US$ 200 milhões (C$ 280 milhões) para garantir o futuro da mineração de níquel e dos empregos em Thompson, Manitoba.</h6><hr /><div><div data-block-type="unstyled" data-block-weight="31"><div class="field__item"><div class="paragraph paragraph--type--text paragraph--view-mode--default"><div class="clearfix text-formatted field field--name-field-text field--type-text-long field--label-hidden field__item"><div class="tabela-container"><p id="block-e84168e9-3b75-4cfd-af5d-d0efee122ff3">A Exiro Minerals Corp. (“Exiro”), a Orion Resource Partners LP (“Orion”) e o Canada Growth Fund Inc. (“CGF”) formarão uma nova empresa ao lado da Vale Base Metals para investir no Complexo de Mina de Thompson. Exiro, Orion e CGF deterão 81,1% da nova empresa, enquanto a VBM terá uma participação minoritária de 18,9%.</p><p id="block-a22ead1f-6c6e-4ae1-aedb-e975e1328984">A nova empresa será conhecida como Exiro Nickel Company (“Exiro Nickel”).</p><p id="block-1ab65b90-daaa-48ff-956f-2ba1f81182b6">A VBM também assinou um acordo de offtake para o concentrado de níquel produzido na planta de processamento de Thompson, a fim de manter sua posição estratégica como a principal produtora de níquel do Canadá.</p><p id="block-0583fa69-9524-415d-9420-44578e179f39">A transação deve ser concluída até o final de 2026, sujeita a determinadas condições de fechamento, incluindo as autorizações regulatórias e governamentais usuais. Caso aprovada, a transação concluirá a revisão estratégica que a VBM iniciou para as operações de Thompson em janeiro de 2025. Durante esse período, a VBM manterá a responsabilidade operacional diária pelo complexo de mineração até o fechamento do negócio.</p><p id="block-b30aa5dd-aca6-429f-b2f6-1148dc69997f">O consórcio reconhece o valor do emprego estável na região e acredita que essa transação e o investimento oferecem a melhor oportunidade para um futuro competitivo e sustentável para a nova empresa, bem como para os empregados e a comunidade que dela dependem. A Exiro Nickel está comprometida em operar as instalações de Thompson com segurança, responsabilidade e sustentabilidade, investindo em seu futuro enquanto cumpre todos os acordos existentes com partes interessadas locais e comunidades indígenas.</p><p id="block-8d7af8f0-a5f9-40e1-b9c7-31129df244ec">O Complexo de Mina de Thompson inclui duas minas subterrâneas em operação, uma usina de processamento adjacente e oportunidades significativas de exploração ao longo dos 135 km do Thompson Nickel Belt — um depósito com grande potencial adicional de recursos e uma rica história de mineração desde 1956. Em 2025, Thompson produziu 12,0 mil toneladas métricas de níquel acabado da VBM — um aumento de 21,2% em relação às 9,9 mil toneladas métricas produzidas em 2024.</p><p id="block-4f34a023-a6be-48a7-a9fb-fd237de9e951">A revisão estratégica das operações de Thompson fez parte de um processo contínuo para assegurar a competitividade do portfólio global de mineração da VBM e oferecer às suas operações em Manitoba a melhor oportunidade de gerar valor de longo prazo para acionistas e para a sociedade.</p><p><em>Fonte: valebasemetals.com</em></p></div></div></div></div></div></div>								</div>
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		<title>Os novos desafios da mineração, na visão da Deloitte</title>
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		<dc:creator><![CDATA[administrador]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Feb 2026 11:22:48 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O maior desafio é fazer isso de uma maneira que fortaleça pessoas, economias e ecossistemas ao mesmo tempo. A nova edição do estudo “Tracking the Trends”, da Deloitte, aponta cenário de transição energética acelerada, desafios geopolíticos e demanda crescente por minerais críticos, o que demonstra que a mineração passa por transformação profunda na maneira como [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="5653" class="elementor elementor-5653" data-elementor-post-type="post">
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									<h6 class="component-heading mb-0 text-break" data-lfr-editable-id="element-text" data-lfr-editable-type="text">O maior desafio é fazer isso de uma maneira que fortaleça pessoas, economias e ecossistemas ao mesmo tempo.</h6><hr /><div><div data-block-type="unstyled" data-block-weight="31"><div class="field__item"><div class="paragraph paragraph--type--text paragraph--view-mode--default"><div class="clearfix text-formatted field field--name-field-text field--type-text-long field--label-hidden field__item"><div class="tabela-container"><p>A nova edição do estudo “Tracking the Trends”, da Deloitte, aponta cenário de transição energética acelerada, desafios geopolíticos e demanda crescente por minerais críticos, o que demonstra que a mineração passa por transformação profunda na maneira como gera e compartilha valor econômico, social e ambiental. Segundo a análise, o futuro da mineração será pautado menos pela competição tradicional e mais pela capacidade de colaboração entre empresas, governos, comunidades e parceiros tecnológicos, consolidando o setor como protagonista estratégico em agendas de desenvolvimento sustentável e inovação.</p><p>Segundo a pesquisa, o ponto central para o setor ultrapassa a capacidade de fornecer os materiais que sustentam o progresso econômico. O maior desafio é fazer isso de uma maneira que fortaleça pessoas, economias e ecossistemas ao mesmo tempo. A busca por um propósito claro e autêntico é um diferencial competitivo, fundamental para construir confiança com stakeholders e sustentar crescimento de longo prazo. A verdadeira transformação depende da construção de confiança, agilidade e visão compartilhada suficientes para transformar complexidade em progresso coletivo. O setor, de mera atividade extrativista, passa a ocupar posição central nas discussões sobre soberania econômica, segurança industrial, autonomia e supremacia tecnológica. Em um mundo que disputa acesso a minerais críticos, o país reúne condições únicas para se tornar protagonista em cadeias globais de valor ligadas à transição energética, à indústria de alta tecnologia e à reindustrialização” afirma Patrícia Muricy, sócia-líder para a indústria de Energy, Resources &amp; Industrials e para o setor de Mining &amp; Metals da Deloitte.</p><p>O estudo analisa as tendências que devem impactar a indústria nos próximos 12 a 18 meses e mostra que os minerais críticos ganham espaço além da agenda da transição energética e ocupam cada vez mais espaço em debates de segurança nacional e estratégia industrial. Nesse contexto, empresas que conseguirem equilibrar agilidade de curto prazo com investimentos estruturais de longo prazo e compromissos de sustentabilidade tendem a assumir papel de colaboradores estratégicos na reorganização das cadeias globais. Dados, inteligência artificial e novos modelos operacionais estão reformulando a forma como as mineradoras operam — desde a exploração mineral até a construção de operações mais inteligentes, seguras e resilientes. A digitalização da exploração e a integração de grandes volumes de dados ampliam a capacidade de descobertas mais rápidas e precisas, enquanto ecossistemas operacionais conectados permitem decisões em tempo real e ganhos consistentes de produtividade. Ao mesmo tempo, cresce a necessidade de alinhar propósito, estratégia de portfólio e gestão de riscos em um ambiente marcado por incerteza global.</p><p>O relatório aponta ainda que a competitividade futura do setor dependerá de uma revisão dos modelos operacionais, com estruturas mais ágeis, integradas e orientadas a ecossistemas. A exploração mineral está em uma fase mais orientada por dados, em que a digitalização de informações geológicas e o uso de inteligência artificial ampliam a precisão das descobertas e reduzem riscos. O estudo destaca ainda a necessidade de portfólios mais dinâmicos diante da volatilidade global, capazes de equilibrar retornos de curto prazo com investimentos ligados à transição energética e à segurança de suprimentos. Ao mesmo tempo, o avanço da IA exige uma nova agenda para a gestão de pessoas, com redefinição de competências e fortalecimento de lideranças preparadas para integrar trabalho humano e sistemas inteligentes.</p><p>“Para o Brasil, o desafio não é apenas ampliar a produção, mas fazê-la de maneira mais inteligente e estratégica. A incorporação de tecnologias digitais, análise de dados e inteligência artificial já é uma realidade em muitas operações, mas o diferencial competitivo está em integrar essas ferramentas a decisões corporativas de longo prazo, capazes de antecipar riscos e sustentar ganhos de produtividade. Esse movimento exige que as empresas revisem seus portfólios e modelos operacionais para lidar com volatilidade de mercado, pressões regulatórias e mudanças geopolíticas” ressalta a porta-voz.</p><p>A relevância crescente dos minerais críticos tem ampliado o papel da mineração brasileira na agenda internacional e intensificado o potencial do Brasil para se posicionar como fornecedor estratégico em um contexto de reorganização das cadeias globais, desde que consiga combinar competitividade, sustentabilidade e inovação tecnológica. “Não se trata apenas de volume de produção, mas de como o setor se integra a políticas industriais, energéticas e de inovação. A mineração precisa ser uma plataforma de desenvolvimento e para isso precisamos descer na cadeia”, aponta Patrícia Muricy.</p><p>O relatório mostra que a gestão de dados tende a se tornar um dos principais motores de eficiência no setor com operações cada vez mais conectadas que permitam decisões em tempo real, maior previsibilidade e avanços em segurança. A inteligência artificial aparece como base da excelência operacional, ajudando empresas a enfrentar lacunas de mão de obra, fortalecer a proteção contra ameaças cibernéticas e aprimorar o desempenho das cadeias produtivas. Outro ponto é a adaptação à sustentabilidade. Eventos climáticos extremos, escassez hídrica e degradação ambiental ampliam os riscos operacionais e tornam a adaptação e a resiliência física uma prioridade estratégica.</p><p>O estudo aponta que o avanço do setor dependerá cada vez mais de ecossistemas colaborativos envolvendo empresas, fornecedores, clientes e governos para compartilhar dados, responsabilidades e soluções que garantam competitividade de longo prazo e benefícios para as comunidades. “O Brasil pode transformar a agenda sustentável em vantagem competitiva ao combinar riqueza mineral, matriz energética limpa e capacidade de inovação. A sustentabilidade, além de requisito regulatório, assume o papel de elemento central da estratégia de negócios. As empresas que conseguirem integrar desempenho ambiental, impacto social e eficiência operacional tendem a liderar essa nova fase da indústria”, conclui Muricy.</p><p>Além dessas transformações, o relatório revela que a competitividade do setor dependerá de uma revisão dos modelos operacionais, com estruturas mais ágeis, integradas e orientadas a ecossistemas. Governança, tecnologia, processos e gestão de pessoas são redesenhados para responder com maior rapidez às oscilações de mercado sem comprometer eficiência e rentabilidade. A mineração tem assumido um papel cada vez mais decisivo na articulação entre ambições nacionais e demandas de mercado. Com a demanda por minerais críticos em forte expansão, empresas do setor se tornam parceiras estratégicas de políticas públicas voltadas à segurança energética, à reindustrialização e à inovação tecnológica. Para o Brasil, essa convergência representa uma oportunidade histórica de fortalecer sua posição geoeconômica e ampliar o impacto positivo da mineração no desenvolvimento sustentável.</p><p><em>Fonte: brasilmineral.com.br</em></p></div></div></div></div></div></div>								</div>
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