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		<title>Pará exporta US$ 8,67 bilhões no primeiro semestre</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Oct 2026 11:51:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Alta de 23,5% foi puxada pelo cobre, cujas vendas externas cresceram 75,3%; a mineração respondeu por 66,7% de tudo o que o estado exportou, segundo o Simineral. Segundo números do Panorama da Mineração do Estado do Pará – 1º Semestre de 2026, divulgado pelo Sindicato das Indústrias Minerais do Estado do Pará (SIMINERAL), a mineração [&#8230;]]]></description>
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									<div class="block block--ctools-block block--entity-field:node:field-teaser-text block-ctools-block block-entity-fieldnodefield-teaser-text"><h6 data-pm-slice="1 1 []">Alta de 23,5% foi puxada pelo cobre, cujas vendas externas cresceram 75,3%; a mineração respondeu por 66,7% de tudo o que o estado exportou, segundo o Simineral.</h6></div><div class="block block--ctools-block block--entity-field:node:field-teaser-media block-ctools-block block-entity-fieldnodefield-teaser-media"><div class="blazy blazy--nojs blazy--field blazy--field-teaser-media blazy--field-teaser-media---custom field field--name-field-teaser-media field--type-entity-reference field--label-hidden field__item" data-blazy="" data-once="blazy"><div class="media media--blazy media--bundle--image media--image media--responsive is-b-loaded"><picture><source srcset="/sites/default/files/styles/image_in_article/public/pnm%202050%201.jpeg.webp?itok=2mDshXON 1x" type="image/webp" media="all and (min-width: 768px)" /><source srcset="/sites/default/files/styles/image_in_article_sm/public/pnm%202050%201.webp?itok=kbtBG_th 1x" type="image/webp" /><source srcset="/sites/default/files/styles/image_in_article/public/pnm%202050%201.jpeg.webp?itok=2mDshXON 1x" type="image/webp" media="all and (min-width: 768px)" /><source srcset="/sites/default/files/styles/image_in_article_sm/public/pnm%202050%201.jpeg?itok=kbtBG_th 1x" type="image/jpeg" /></picture></div></div></div><hr /><div><div data-block-type="unstyled" data-block-weight="31"><div class="text-base my-auto mx-auto [--thread-content-margin:var(--thread-content-margin-xs,calc(var(--spacing)*4))] @w-sm/main:[--thread-content-margin:var(--thread-content-margin-sm,calc(var(--spacing)*6))] @w-lg/main:[--thread-content-margin:var(--thread-content-margin-lg,calc(var(--spacing)*16))] px-(--thread-content-margin)"><div class="[--thread-content-max-width:40rem] @w-lg/main:[--thread-content-max-width:48rem] mx-auto max-w-(--thread-content-max-width) flex-1 group/turn-messages focus-visible:outline-hidden relative flex w-full min-w-0 flex-col agent-turn" data-conversation-screenshot-content=""><div class="flex max-w-full flex-col gap-4 grow"><div class="min-h-8 text-message relative flex w-full flex-col items-end gap-2 text-start break-words whitespace-normal outline-none keyboard-focused:focus-ring [.text-message+&amp;]:mt-1" dir="auto" data-message-author-role="assistant" data-message-id="8b6d5018-1553-4662-b17a-18149949466e" data-message-model-slug="gpt-5-6-thinking"><div class="flex w-full flex-col gap-1 empty:hidden"><div class="fbskMG_root markdown prose dark:prose-invert wrap-break-word w-full light markdown-new-styling"><div><p>Segundo números do Panorama da Mineração do Estado do Pará – 1º Semestre de 2026, divulgado pelo Sindicato das Indústrias Minerais do Estado do Pará (SIMINERAL), a mineração paraense exportou US$ 8,67 bilhões em produtos minerais na primeira metade do ano, um aumento de 23,5% em relação ao mesmo período de 2025. O resultado foi superior ao crescimento das exportações totais do estado, que ficou em torno de 18%. Com isso, a mineração passou a representar 66,7% de tudo o que o Pará vendeu para outros países. O estado também respondeu por 34,6% das exportações minerais de todo o Brasil. O levantamento reúne dados oficiais da Agência Nacional de Mineração (ANM), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços e do Ministério do Trabalho e Emprego. “Esses números mostram a importância que a mineração tem para o Pará e para o Brasil. É uma atividade que gera empregos, movimenta a economia, fortalece empresas fornecedoras e contribui diretamente para a arrecadação dos municípios e do estado. O crescimento do cobre também mostra que a mineração paraense está avançando e ganhando ainda mais espaço no mercado”, afirma Emerson Rocha, presidente executivo do SIMINERAL.</p></div><div><p>O Pará registrou R$ 1,49 bilhão em arrecadação de royalties da mineração (CFEM), alta de 3,7%, e gerou 960 novos empregos formais no semestre, saldo 61,6% superior ao obtido no mesmo período de 2025. Além disso, o estado teve 30.238 trabalhadores com carteira assinada na indústria extrativa mineral em junho. O cobre foi um dos grandes destaques da mineração paraense no primeiro semestre de 2026, com as vendas externas de cobre e concentrados crescendo 75,3%, alcançando US$ 2,68 bilhões, impulsionadas tanto pelo aumento da quantidade exportada, de 20,3%, quanto pela valorização do mineral no mercado internacional, com alta de 45,7% no preço médio. O crescimento reforça a importância do Pará no mercado nacional e internacional do cobre, um dos minerais críticos e empregado na indústria para a fabricação de equipamentos elétricos e o desenvolvimento de tecnologias ligadas à transição energética.</p><div><p>Mesmo com o forte crescimento do cobre, o minério de ferro continua sendo o principal produto da mineração paraense. No primeiro semestre, ele representou 58,9% das exportações minerais do estado e 68,7% da arrecadação de royalties da mineração. O Pará respondeu por 43,1% das exportações brasileiras de minério de ferro não aglomerado, ficando atrás apenas de Minas Gerais, com 45,5%. Embora a quantidade exportada tenha diminuído 2,3%, o aumento de 5,8% no preço médio garantiu crescimento de 3,4% no valor das vendas.</p></div><div><p>A arrecadação ligada ao cobre cresceu 45,8%, chegando a R$ 325,9 milhões, enquanto a do minério de ferro apresentou queda de 5%. Entre os municípios, Canaã dos Carajás liderou a arrecadação, com R$ 660,4 milhões, seguido por Parauapebas, com R$ 384,6 milhões, e Marabá, com R$ 227,2 milhões. Esses recursos são destinados ao poder público e podem contribuir para investimentos em infraestrutura, saúde, educação e melhoria dos serviços oferecidos à população, respeitadas as regras de aplicação da CFEM.</p></div><div><p>Entre janeiro e junho, a indústria extrativa mineral registrou 3.057 contratações e 2.097 desligamentos, com saldo de 960 novos postos de trabalho. O resultado foi 61,6% superior ao do primeiro semestre de 2025. Ao final de junho, o setor empregava 30.238 trabalhadores com carteira assinada no Pará. Mas o impacto da mineração na geração de empregos vai muito além desse número. Segundo estimativas setoriais divulgadas pelo Instituto Brasileiro de Mineração (IBRAM), para cada emprego direto na atividade mineral, cerca de dez outros postos de trabalho podem ser movimentados ao longo da cadeia produtiva. São oportunidades em áreas como transporte, comércio, alimentação, manutenção, construção civil e prestação de serviços.</p><div><p>Além dos resultados do primeiro semestre, o Panorama mostra que o Pará lidera a produção nacional de três importantes minerais. O estado respondeu por 92,7% da produção beneficiada de bauxita, utilizada principalmente na fabricação de alumínio; 75% da produção de caulim, empregado nas indústrias de papel, cerâmica e outros produtos; e 73,5% da produção de cobre. O Pará também foi responsável por 58,4% da produção brasileira de manganês e 36,9% da produção de minério de ferro. Os números reforçam a importância da mineração paraense no fornecimento de matérias-primas utilizadas em diferentes setores da indústria brasileira e mundial.</p></div><div><p><strong><em>Mineração fortalece a economia e amplia oportunidades no Pará</em></strong></p></div><div><p>“A mineração já tem uma contribuição muito importante para o desenvolvimento do Pará. Além dos empregos e da arrecadação, ela movimenta o comércio, contrata serviços, gera oportunidades para fornecedores e ajuda a desenvolver as regiões onde está presente. O que queremos é fortalecer cada vez mais esse trabalho, ampliar os resultados e fazer com que mais pessoas e empresas possam aproveitar as oportunidades que a mineração oferece”, destaca Emerson Rocha.</p></div><div><p>Segundo ele, o avanço também passa pelo diálogo e pelo trabalho conjunto entre empresas, governos e sociedade. “O SIMINERAL trabalha justamente para aproximar esses setores, buscar soluções e contribuir para que a mineração continue crescendo de forma responsável. Temos uma atividade forte, que já entrega resultados importantes, e queremos ampliar ainda mais sua contribuição para o desenvolvimento do Pará e para a qualidade de vida da nossa população”, conclui.</p></div></div></div><p><em><strong>Fonte:</strong> brasilmineral.com.br</em></p></div></div></div></div></div></div></div></div>								</div>
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		<title>Caminhões sem cabine: nova geração de equipamentos autônomos avança na mineração</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Oct 2026 12:12:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A mineração está entrando em uma nova fase de transformação tecnológica. Depois da introdução de sistemas de assistência ao operador e da adaptação de caminhões convencionais para operações autônomas, a indústria começa a desenvolver máquinas concebidas desde o projeto para trabalhar sem intervenção humana a bordo. Um dos exemplos mais recentes dessa evolução é o [&#8230;]]]></description>
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									<div class="block block--ctools-block block--entity-field:node:field-teaser-text block-ctools-block block-entity-fieldnodefield-teaser-text"><h6 data-pm-slice="1 1 []">A mineração está entrando em uma nova fase de transformação tecnológica. Depois da introdução de sistemas de assistência ao operador e da adaptação de caminhões convencionais para operações autônomas, a indústria começa a desenvolver máquinas concebidas desde o projeto para trabalhar sem intervenção humana a bordo.</h6></div><div class="block block--ctools-block block--entity-field:node:field-teaser-media block-ctools-block block-entity-fieldnodefield-teaser-media"><div class="blazy blazy--nojs blazy--field blazy--field-teaser-media blazy--field-teaser-media---custom field field--name-field-teaser-media field--type-entity-reference field--label-hidden field__item" data-blazy="" data-once="blazy"><div class="media media--blazy media--bundle--image media--image media--responsive is-b-loaded"><picture><source srcset="/sites/default/files/styles/image_in_article/public/pnm%202050%201.jpeg.webp?itok=2mDshXON 1x" type="image/webp" media="all and (min-width: 768px)" /><source srcset="/sites/default/files/styles/image_in_article_sm/public/pnm%202050%201.webp?itok=kbtBG_th 1x" type="image/webp" /><source srcset="/sites/default/files/styles/image_in_article/public/pnm%202050%201.jpeg.webp?itok=2mDshXON 1x" type="image/webp" media="all and (min-width: 768px)" /><source srcset="/sites/default/files/styles/image_in_article_sm/public/pnm%202050%201.jpeg?itok=kbtBG_th 1x" type="image/jpeg" /></picture></div></div></div><hr /><div><div data-block-type="unstyled" data-block-weight="31"><div class="text-base my-auto mx-auto [--thread-content-margin:var(--thread-content-margin-xs,calc(var(--spacing)*4))] @w-sm/main:[--thread-content-margin:var(--thread-content-margin-sm,calc(var(--spacing)*6))] @w-lg/main:[--thread-content-margin:var(--thread-content-margin-lg,calc(var(--spacing)*16))] px-(--thread-content-margin)"><div class="[--thread-content-max-width:40rem] @w-lg/main:[--thread-content-max-width:48rem] mx-auto max-w-(--thread-content-max-width) flex-1 group/turn-messages focus-visible:outline-hidden relative flex w-full min-w-0 flex-col agent-turn" data-conversation-screenshot-content=""><div class="flex max-w-full flex-col gap-4 grow"><div class="min-h-8 text-message relative flex w-full flex-col items-end gap-2 text-start break-words whitespace-normal outline-none keyboard-focused:focus-ring [.text-message+&amp;]:mt-1" dir="auto" data-message-author-role="assistant" data-message-id="8b6d5018-1553-4662-b17a-18149949466e" data-message-model-slug="gpt-5-6-thinking"><div class="flex w-full flex-col gap-1 empty:hidden"><div class="fbskMG_root markdown prose dark:prose-invert wrap-break-word w-full light markdown-new-styling"><p data-pm-slice="1 1 []">Um dos exemplos mais recentes dessa evolução é o EQ100E, caminhão de mineração totalmente elétrico e sem cabine, desenvolvido pelas empresas chinesas EACON e Tonly Heavy Industries. O equipamento combina capacidade de transporte de grandes cargas, sistemas inteligentes de condução e uma arquitetura mecânica e eletrônica projetada especificamente para operações autônomas.</p><p>Apresentado oficialmente em outubro de 2025, durante uma exposição internacional de tecnologia para mineração na China, o caminhão iniciou seus testes em condições reais de operação em janeiro de 2026, na mina de carvão Hongshaquan nº 2, no noroeste do país. Em maio, uma segunda unidade passou a integrar o programa de testes, permitindo avaliar seu comportamento em diferentes ambientes operacionais.</p><p>A principal inovação não está apenas na ausência da cabine. Diferentemente dos modelos convencionais que recebem sistemas de automação posteriormente, o EQ100E foi desenvolvido com seus componentes mecânicos, elétricos e eletrônicos integrados desde a concepção, permitindo explorar novas possibilidades de desempenho, mobilidade e controle.</p><h5>Tração independente e mobilidade em terrenos complexos</h5><p>O sistema de propulsão é um dos principais diferenciais do EQ100E. O caminhão utiliza quatro motores elétricos independentes, responsáveis pelo acionamento individual das rodas, permitindo ajustes precisos de velocidade e torque conforme as condições do terreno.</p><p>Em estradas irregulares, superfícies molhadas ou trechos com baixa aderência, o sistema identifica alterações nas condições de tração e redistribui automaticamente a força entre as rodas. Essa capacidade contribui para reduzir a patinagem, corrigir desvios de trajetória e manter a estabilidade durante o deslocamento com grandes cargas.</p><p>Outra característica é a possibilidade de realizar manobras de rotação de 360° no próprio eixo. O recurso representa uma vantagem em espaços operacionais restritos, especialmente nas áreas de carregamento e descarga, onde caminhões de grande porte normalmente exigem amplos raios de manobra.</p><p>A configuração elétrica também permite eliminar parte dos sistemas mecânicos tradicionalmente utilizados na transmissão de potência. Entretanto, essa mudança introduz novas exigências relacionadas ao gerenciamento eletrônico, ao controle dos motores e à integração dos sistemas de potência.</p><h5>Testes com cargas de 100 toneladas</h5><p>Os primeiros resultados operacionais demonstram a capacidade do projeto de enfrentar condições exigentes de transporte mineral.</p><p>Durante os testes, o EQ100E realizou deslocamentos em marcha à ré transportando cargas de 100 toneladas, atingindo velocidades de até 20 km/h. Em percursos de subida, o equipamento alcançou 15 km/h com carga em inclinações de 8%.</p><p>As duas unidades utilizadas no programa de avaliação já ultrapassaram individualmente 10 mil quilômetros de condução autônoma, operando em ambientes reais de mineração e compartilhando as vias com outros equipamentos.</p><p>Mais do que avaliar velocidade e capacidade de transporte, os testes permitem analisar o comportamento integrado dos sistemas de direção, frenagem, propulsão e controle autônomo diante das condições variáveis encontradas nas minas.</p><p>A segurança também ocupa posição central no desenvolvimento. O caminhão incorpora frenagem hidráulica com redundância, sistemas independentes de alimentação para sensores e controladores críticos, além de recursos de diagnóstico remoto e resposta automática a falhas.</p><p>Essas soluções são especialmente importantes em equipamentos sem cabine, nos quais as decisões de condução e as respostas a situações imprevistas dependem diretamente da confiabilidade dos sistemas embarcados.</p><h5>O que muda para a manutenção das frotas?</h5><p>A evolução dos caminhões autônomos representa uma transformação que ultrapassa a operação das máquinas. A integração entre motores elétricos, sensores, controladores, sistemas hidráulicos e plataformas digitais também modifica a maneira como os equipamentos precisam ser inspecionados, diagnosticados e mantidos.</p><p>Em frotas convencionais, grande parte das intervenções está associada a sistemas mecânicos, hidráulicos e de transmissão. Nos novos equipamentos elétricos e autônomos, esses elementos passam a conviver com circuitos de alta tensão, sistemas eletrônicos de potência, comunicação entre controladores e dispositivos de segurança redundantes.</p><p>Isso exige uma abordagem de manutenção cada vez mais integrada. Uma falha aparentemente isolada pode envolver diferentes subsistemas, tornando fundamental a combinação de diagnóstico eletrônico, inspeção mecânica e conhecimento das condições reais de operação.</p><p>Ao mesmo tempo, componentes tradicionalmente submetidos a grandes esforços, como estruturas, articulações, sistemas de suspensão, rolamentos e conjuntos hidráulicos, continuam desempenhando funções essenciais.</p><p>A ausência do operador não elimina o desgaste provocado pelas cargas elevadas, pelas irregularidades das vias ou pelas condições severas de trabalho. Por isso, a evolução tecnológica das máquinas deve ser acompanhada por estratégias de manutenção capazes de preservar sua confiabilidade durante toda a vida útil.</p><p>Outro aspecto relevante é o potencial de utilização dos dados gerados pelos equipamentos. Informações sobre temperatura, torque, vibração, consumo energético e comportamento dos sistemas podem contribuir para identificar anomalias e orientar intervenções antes que falhas comprometam a disponibilidade da frota.</p><h5>Uma nova concepção para o transporte mineral</h5><p>Embora o EQ100E ainda esteja em fase de avaliação operacional, seus resultados sinalizam uma mudança importante na indústria de equipamentos pesados: a automação deixa de ser apenas um recurso incorporado à máquina e passa a orientar seu desenvolvimento desde o início.</p><p>Esse movimento pode influenciar não apenas o projeto dos caminhões, mas também a infraestrutura das minas, o planejamento das rotas de transporte, a organização das oficinas e os procedimentos de manutenção.</p><p>Para empresas que atuam com engenharia, recuperação de componentes e suporte técnico, como a Aetos Parts, acompanhar essa evolução é fundamental para compreender as novas exigências de confiabilidade e disponibilidade das frotas.</p><p>A próxima geração de máquinas de mineração não será definida apenas pela capacidade de transportar mais toneladas, mas também pela integração entre tecnologia, eficiência operacional e engenharia de manutenção.</p><p><strong>Fonte:</strong> International Mining</p></div></div></div></div></div></div></div></div>								</div>
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		<title>Disponibilidade de frota ganha peso estratégico nas operações de mineração</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Oct 2026 14:16:48 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Maior controle sobre manutenção, utilização dos equipamentos e desempenho dos ativos reforça uma tendência do setor: tratar disponibilidade e confiabilidade como fatores diretamente ligados à produtividade e ao custo operacional. Na mineração, uma frota disponível representa muito mais do que equipamentos em funcionamento. Significa continuidade de produção, cumprimento do planejamento de lavra e maior previsibilidade [&#8230;]]]></description>
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									<div class="block block--ctools-block block--entity-field:node:field-teaser-text block-ctools-block block-entity-fieldnodefield-teaser-text"><h6 data-pm-slice="1 1 []"><strong>Maior controle sobre manutenção, utilização dos equipamentos e desempenho dos ativos reforça uma tendência do setor: tratar disponibilidade e confiabilidade como fatores diretamente ligados à produtividade e ao custo operacional.</strong></h6></div><div class="block block--ctools-block block--entity-field:node:field-teaser-media block-ctools-block block-entity-fieldnodefield-teaser-media"><div class="blazy blazy--nojs blazy--field blazy--field-teaser-media blazy--field-teaser-media---custom field field--name-field-teaser-media field--type-entity-reference field--label-hidden field__item" data-blazy="" data-once="blazy"><div class="media media--blazy media--bundle--image media--image media--responsive is-b-loaded"><picture><source srcset="/sites/default/files/styles/image_in_article/public/pnm%202050%201.jpeg.webp?itok=2mDshXON 1x" type="image/webp" media="all and (min-width: 768px)" /><source srcset="/sites/default/files/styles/image_in_article_sm/public/pnm%202050%201.webp?itok=kbtBG_th 1x" type="image/webp" /><source srcset="/sites/default/files/styles/image_in_article/public/pnm%202050%201.jpeg.webp?itok=2mDshXON 1x" type="image/webp" media="all and (min-width: 768px)" /><source srcset="/sites/default/files/styles/image_in_article_sm/public/pnm%202050%201.jpeg?itok=kbtBG_th 1x" type="image/jpeg" /></picture></div></div></div><hr /><div><div data-block-type="unstyled" data-block-weight="31"><div class="text-base my-auto mx-auto [--thread-content-margin:var(--thread-content-margin-xs,calc(var(--spacing)*4))] @w-sm/main:[--thread-content-margin:var(--thread-content-margin-sm,calc(var(--spacing)*6))] @w-lg/main:[--thread-content-margin:var(--thread-content-margin-lg,calc(var(--spacing)*16))] px-(--thread-content-margin)"><div class="[--thread-content-max-width:40rem] @w-lg/main:[--thread-content-max-width:48rem] mx-auto max-w-(--thread-content-max-width) flex-1 group/turn-messages focus-visible:outline-hidden relative flex w-full min-w-0 flex-col agent-turn" data-conversation-screenshot-content=""><div class="flex max-w-full flex-col gap-4 grow"><div class="min-h-8 text-message relative flex w-full flex-col items-end gap-2 text-start break-words whitespace-normal outline-none keyboard-focused:focus-ring [.text-message+&amp;]:mt-1" dir="auto" data-message-author-role="assistant" data-message-id="8b6d5018-1553-4662-b17a-18149949466e" data-message-model-slug="gpt-5-6-thinking"><div class="flex w-full flex-col gap-1 empty:hidden"><div class="fbskMG_root markdown prose dark:prose-invert wrap-break-word w-full light markdown-new-styling"><p data-pm-slice="1 1 []">Na mineração, uma frota disponível representa muito mais do que equipamentos em funcionamento. Significa continuidade de produção, cumprimento do planejamento de lavra e maior previsibilidade em operações nas quais algumas horas de indisponibilidade podem repercutir em toda a cadeia produtiva.</p><p>Por isso, a gestão de ativos vem assumindo uma posição cada vez mais estratégica dentro das operações minerais.</p><p>O foco deixou de estar apenas na correção da falha e passou a envolver o controle de todo o ciclo de vida do equipamento: utilização, condição dos componentes, histórico de manutenção, disponibilidade de peças, tempo de resposta e capacidade de devolver o ativo à operação com rapidez e segurança.</p><h5>Disponibilidade começa antes da falha</h5><p>Equipamentos móveis de mineração trabalham em condições severas, submetidos continuamente a carga elevada, abrasão, impacto, contaminação, vibração e longos períodos de operação.</p><p>Nesse ambiente, disponibilidade não depende apenas da velocidade com que uma falha é corrigida.</p><p>Ela começa no planejamento.</p><p>Conhecer o histórico do equipamento, monitorar componentes críticos, estabelecer estratégias adequadas de manutenção, manter peças essenciais disponíveis e antecipar intervenções são fatores fundamentais para reduzir a exposição da operação a paradas inesperadas.</p><p>Quando um componente crítico falha sem planejamento, o problema pode ultrapassar o próprio equipamento. A indisponibilidade de uma perfuratriz, escavadeira, carregadeira ou caminhão pode interferir na sequência operacional e comprometer etapas seguintes do processo produtivo.</p><p>Por isso, indicadores como confiabilidade, disponibilidade física, tempo médio entre falhas e tempo de reparo ganham importância crescente dentro da estratégia das minas.</p><h5>Manutenção passa a ser uma decisão de negócio</h5><p>O avanço da mineração em direção a operações maiores, mais automatizadas e com metas de produção cada vez mais exigentes também aumenta a importância da gestão do ciclo de vida dos equipamentos.</p><p>Nesse cenário, manutenção deixa de ser apenas uma atividade executada após uma falha.</p><p>Diagnóstico técnico, engenharia aplicada, recuperação de componentes, análise de desgaste, disponibilidade de peças e suporte em campo passam a fazer parte de uma mesma estratégia: manter o ativo produtivo pelo maior período possível e reduzir a ocorrência de paradas não planejadas.</p><p>A disponibilidade, portanto, passa a ser tratada como indicador diretamente relacionado ao desempenho econômico da operação.</p><p>Quanto maior o controle sobre os ativos, maior também a capacidade de planejar intervenções, reduzir tempos de parada e evitar que uma falha pontual se transforme em perda de produção.</p><h5>O equipamento parado é apenas a parte visível do problema</h5><p>Em uma operação mineral, o custo de uma falha raramente termina na substituição de uma peça.</p><p>Existe o tempo de diagnóstico, mobilização da equipe, desmontagem, disponibilidade do componente, transporte, reparo, montagem, testes e liberação do equipamento. Dependendo da criticidade do ativo, a consequência pode chegar à redução da capacidade produtiva.</p><p>Por isso, estratégias de manutenção cada vez mais procuram antecipar esses eventos.</p><p>Estoque estratégico próximo à operação, componentes recuperáveis, engenharia para análise de falhas recorrentes e capacidade técnica para executar intervenções em campo tornam-se instrumentos importantes para aumentar a previsibilidade.</p><p>A discussão deixa, portanto, de ser simplesmente quanto custa uma peça e passa a considerar uma questão muito maior:</p><p>Quanto custa não ter o equipamento disponível quando a operação precisa dele?</p><p>À medida que as mineradoras ampliam o controle sobre seus ativos, a tendência é que confiabilidade, planejamento de manutenção e disponibilidade de componentes continuem ganhando espaço nas decisões operacionais.</p><p>Em uma indústria na qual produtividade depende da continuidade de equipamentos críticos, aumentar a disponibilidade da frota não é apenas uma meta da manutenção.</p><p>É uma estratégia para manter a mineração em movimento.</p></div></div></div></div></div></div></div></div>								</div>
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		<title>Sandvik apresenta nova geração do Toro TH663i com mais de 30 melhorias para mineração subterrânea</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Sep 2026 12:28:08 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Novo caminhão de 63 toneladas incorpora avanços em engenharia, confiabilidade e manutenção, com foco na redução de paradas e no aumento da disponibilidade operacional. A Sandvik anunciou o lançamento do Toro TH663i Gen2, nova geração de seu caminhão para mineração subterrânea com capacidade de transporte de 63 toneladas. O modelo reúne mais de 30 aprimoramentos [&#8230;]]]></description>
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									<div class="block block--ctools-block block--entity-field:node:field-teaser-text block-ctools-block block-entity-fieldnodefield-teaser-text"><h6 class="field field--name-field-teaser-text field--type-string-long field--label-hidden field__item">Novo caminhão de 63 toneladas incorpora avanços em engenharia, confiabilidade e manutenção, com foco na redução de paradas e no aumento da disponibilidade operacional.</h6></div><div class="block block--ctools-block block--entity-field:node:field-teaser-media block-ctools-block block-entity-fieldnodefield-teaser-media"><div class="blazy blazy--nojs blazy--field blazy--field-teaser-media blazy--field-teaser-media---custom field field--name-field-teaser-media field--type-entity-reference field--label-hidden field__item" data-blazy="" data-once="blazy"><div class="media media--blazy media--bundle--image media--image media--responsive is-b-loaded"><picture><source srcset="/sites/default/files/styles/image_in_article/public/pnm%202050%201.jpeg.webp?itok=2mDshXON 1x" type="image/webp" media="all and (min-width: 768px)" /><source srcset="/sites/default/files/styles/image_in_article_sm/public/pnm%202050%201.webp?itok=kbtBG_th 1x" type="image/webp" /><source srcset="/sites/default/files/styles/image_in_article/public/pnm%202050%201.jpeg.webp?itok=2mDshXON 1x" type="image/webp" media="all and (min-width: 768px)" /><source srcset="/sites/default/files/styles/image_in_article_sm/public/pnm%202050%201.jpeg?itok=kbtBG_th 1x" type="image/jpeg" /></picture></div></div></div><hr /><div><div data-block-type="unstyled" data-block-weight="31"><div class="text-base my-auto mx-auto [--thread-content-margin:var(--thread-content-margin-xs,calc(var(--spacing)*4))] @w-sm/main:[--thread-content-margin:var(--thread-content-margin-sm,calc(var(--spacing)*6))] @w-lg/main:[--thread-content-margin:var(--thread-content-margin-lg,calc(var(--spacing)*16))] px-(--thread-content-margin)"><div class="[--thread-content-max-width:40rem] @w-lg/main:[--thread-content-max-width:48rem] mx-auto max-w-(--thread-content-max-width) flex-1 group/turn-messages focus-visible:outline-hidden relative flex w-full min-w-0 flex-col agent-turn" data-conversation-screenshot-content=""><div class="flex max-w-full flex-col gap-4 grow"><div class="min-h-8 text-message relative flex w-full flex-col items-end gap-2 text-start break-words whitespace-normal outline-none keyboard-focused:focus-ring [.text-message+&amp;]:mt-1" dir="auto" data-message-author-role="assistant" data-message-id="8b6d5018-1553-4662-b17a-18149949466e" data-message-model-slug="gpt-5-6-thinking"><div class="flex w-full flex-col gap-1 empty:hidden"><div class="fbskMG_root markdown prose dark:prose-invert wrap-break-word w-full light markdown-new-styling"><p>A Sandvik anunciou o lançamento do Toro TH663i Gen2, nova geração de seu caminhão para mineração subterrânea com capacidade de transporte de 63 toneladas. O modelo reúne mais de 30 aprimoramentos desenvolvidos a partir da experiência operacional acumulada pela fabricante e das necessidades identificadas em operações de mineração ao redor do mundo.</p><p>O lançamento reforça uma tendência crescente no desenvolvimento de equipamentos pesados: a busca por maior produtividade não depende apenas da capacidade de transporte, mas também da confiabilidade mecânica, da facilidade de manutenção e da redução dos custos operacionais.</p><p>Entre os principais resultados divulgados pela fabricante estão a redução de 25% no tempo médio de reparo (MTTR) e o aumento de 12% no tempo médio entre falhas (MTBF), em comparação com modelos anteriores. Segundo a Sandvik, esses avanços representam um potencial de mais de 170 horas adicionais de operação por caminhão ao ano, considerando os dados de referência apresentados.</p><h5>Engenharia e confiabilidade impulsionam a evolução do equipamento</h5><p>Diferentemente de um projeto desenvolvido inteiramente do zero, o Toro TH663i Gen2 representa a evolução de uma plataforma já consolidada na mineração subterrânea.</p><p>As melhorias abrangem diferentes sistemas do equipamento, incluindo motor, componentes elétricos, transmissão de potência, softwares e estruturas mecânicas. O objetivo é aumentar a durabilidade, simplificar as intervenções de manutenção e oferecer maior previsibilidade ao longo da vida útil da máquina.</p><p>Outro destaque é a possibilidade de integração com as tecnologias digitais e de automação da Sandvik, incluindo as plataformas My Sandvik Digital Services e AutoMine, que ampliam as possibilidades de acompanhamento do desempenho e de automatização das operações.</p><h5>O impacto da inovação na manutenção de equipamentos de mineração</h5><p>A apresentação do novo Toro TH663i Gen2 evidencia uma transformação importante na indústria mineral. Em ambientes subterrâneos, onde os equipamentos trabalham continuamente sob condições severas, reduzir o tempo necessário para reparos pode representar um avanço tão significativo quanto aumentar a capacidade produtiva.</p><p>Nesse contexto, o desenvolvimento de máquinas mais confiáveis e de manutenção simplificada ganha importância estratégica. A integração entre engenharia, planejamento de manutenção e gestão de componentes críticos torna-se essencial para aproveitar os avanços tecnológicos incorporados aos equipamentos.</p><p>Para a Aetos Parts, essa evolução acompanha uma necessidade presente nas operações de mineração: desenvolver soluções técnicas capazes de prolongar a vida útil dos componentes, reduzir o impacto das paradas não programadas e preservar a disponibilidade das máquinas.</p><p>A combinação entre engenharia reversa, recuperação de componentes, fornecimento de peças e suporte técnico especializado permite enfrentar esses desafios, especialmente em equipamentos submetidos a elevadas exigências operacionais.</p><p>O lançamento da Sandvik demonstra que o futuro da mineração também passa pela evolução contínua das máquinas já utilizadas nas operações. Mais do que transportar grandes volumes de minério, os novos equipamentos precisam oferecer confiabilidade, facilidade de manutenção e desempenho consistente durante toda a sua vida operacional.</p><p>Fonte: <em>Sandvik Mining &#8211; Sandvik introduces Toro TH663i I Gen2 truck with more than 30 enhancements</em>, publicado em 23 de setembro de 2026.</p></div></div></div></div></div></div></div></div>								</div>
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		<title>Eletrificação na mineração subterrânea avança com foco em produtividade e disponibilidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[administrador]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Sep 2026 13:47:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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					<description><![CDATA[A eletrificação de equipamentos subterrâneos está entrando em uma nova etapa. Mais do que reduzir emissões, as mineradoras começam a avaliar a tecnologia por critérios diretamente ligados ao desempenho da operação: produtividade, disponibilidade, custo total de operação e capacidade de manter os equipamentos trabalhando. Dados apresentados pela Sandvik durante o Future of Mining 2026 mostram [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="6378" class="elementor elementor-6378" data-elementor-post-type="post">
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									<div class="block block--ctools-block block--entity-field:node:field-teaser-text block-ctools-block block-entity-fieldnodefield-teaser-text"><h6 class="field field--name-field-teaser-text field--type-string-long field--label-hidden field__item">A eletrificação de equipamentos subterrâneos está entrando em uma nova etapa.</h6></div><div class="block block--ctools-block block--entity-field:node:field-teaser-media block-ctools-block block-entity-fieldnodefield-teaser-media"><div class="blazy blazy--nojs blazy--field blazy--field-teaser-media blazy--field-teaser-media---custom field field--name-field-teaser-media field--type-entity-reference field--label-hidden field__item" data-blazy="" data-once="blazy"><div class="media media--blazy media--bundle--image media--image media--responsive is-b-loaded"><picture><source srcset="/sites/default/files/styles/image_in_article/public/pnm%202050%201.jpeg.webp?itok=2mDshXON 1x" type="image/webp" media="all and (min-width: 768px)" /><source srcset="/sites/default/files/styles/image_in_article_sm/public/pnm%202050%201.webp?itok=kbtBG_th 1x" type="image/webp" /><source srcset="/sites/default/files/styles/image_in_article/public/pnm%202050%201.jpeg.webp?itok=2mDshXON 1x" type="image/webp" media="all and (min-width: 768px)" /><source srcset="/sites/default/files/styles/image_in_article_sm/public/pnm%202050%201.jpeg?itok=kbtBG_th 1x" type="image/jpeg" /></picture></div></div></div><hr /><div><div data-block-type="unstyled" data-block-weight="31"><div class="text-base my-auto mx-auto [--thread-content-margin:var(--thread-content-margin-xs,calc(var(--spacing)*4))] @w-sm/main:[--thread-content-margin:var(--thread-content-margin-sm,calc(var(--spacing)*6))] @w-lg/main:[--thread-content-margin:var(--thread-content-margin-lg,calc(var(--spacing)*16))] px-(--thread-content-margin)"><div class="[--thread-content-max-width:40rem] @w-lg/main:[--thread-content-max-width:48rem] mx-auto max-w-(--thread-content-max-width) flex-1 group/turn-messages focus-visible:outline-hidden relative flex w-full min-w-0 flex-col agent-turn" data-conversation-screenshot-content=""><div class="flex max-w-full flex-col gap-4 grow"><div class="min-h-8 text-message relative flex w-full flex-col items-end gap-2 text-start break-words whitespace-normal outline-none keyboard-focused:focus-ring [.text-message+&amp;]:mt-1" dir="auto" data-message-author-role="assistant" data-message-id="8b6d5018-1553-4662-b17a-18149949466e" data-message-model-slug="gpt-5-6-thinking"><div class="flex w-full flex-col gap-1 empty:hidden"><div class="fbskMG_root markdown prose dark:prose-invert wrap-break-word w-full light markdown-new-styling"><p class="isSelectedEnd">Mais do que reduzir emissões, as mineradoras começam a avaliar a tecnologia por critérios diretamente ligados ao desempenho da operação: produtividade, disponibilidade, custo total de operação e capacidade de manter os equipamentos trabalhando.</p><p class="isSelectedEnd">Dados apresentados pela Sandvik durante o Future of Mining 2026 mostram como essa mudança começa a aparecer em aplicações reais.</p><p class="isSelectedEnd">Na mina de Malmberget, na Suécia, a LKAB registrou aumento médio superior a 20% na produtividade ajustada pela carga útil ao comparar o equipamento elétrico LH518iB com o Toro LH621i em diferentes rotas da operação.</p><p class="isSelectedEnd">Na mina Lamaque, no Canadá, a Eldorado Gold registrou ganho superior a 34% na produtividade ajustada pela carga útil com caminhões elétricos TH550B em comparação com modelos TH545i, considerando aproximadamente um ano e meio de operação.</p><h5>O desafio vai além da bateria</h5><p class="isSelectedEnd">Os resultados ajudam a mostrar o potencial da eletrificação, principalmente em operações subterrâneas onde ventilação, temperatura e circulação de equipamentos têm impacto direto no custo e na produtividade.</p><p class="isSelectedEnd">Veículos elétricos a bateria eliminam as emissões locais dos motores diesel e podem reduzir significativamente a geração de calor no ambiente subterrâneo. Isso pode diminuir a demanda sobre os sistemas de ventilação e refrigeração, especialmente em minas profundas ou com restrições de ventilação.</p><p class="isSelectedEnd">Mas a evolução da tecnologia também traz novos desafios para as equipes de manutenção.</p><p class="isSelectedEnd">Baterias, sistemas elétricos de alta potência, eletrônica embarcada, sistemas de gerenciamento de energia e novos componentes passam a fazer parte da rotina de equipamentos que precisam manter altos índices de disponibilidade.</p><p class="isSelectedEnd">Por isso, a discussão sobre eletrificação começa a se aproximar de uma questão já conhecida pela mineração: não basta o equipamento entregar desempenho. Ele precisa permanecer disponível.</p><h5>Disponibilidade continua sendo decisiva</h5><p class="isSelectedEnd">A própria evolução dos equipamentos elétricos demonstra que produtividade isolada não resolve a equação.</p><p class="isSelectedEnd">Custo inicial, disponibilidade de peças, treinamento das equipes, capacidade de diagnóstico, manutenção programada e suporte técnico continuam sendo fatores essenciais para determinar o custo total de operação.</p><p class="isSelectedEnd">A Sandvik reconheceu durante o evento que ainda existem oportunidades de evolução nesses pontos, incluindo redução de custos, maior disponibilidade de componentes e estruturação do suporte às operações durante a implantação e maturação das frotas elétricas.</p><p class="isSelectedEnd">Isso coloca manutenção e engenharia em uma posição ainda mais estratégica.</p><p class="isSelectedEnd">À medida que equipamentos eletrificados ganham espaço, cresce também a necessidade de conhecer o comportamento dos componentes ao longo de milhares de horas de operação, estabelecer novos ciclos de manutenção e desenvolver capacidade de resposta para evitar que uma falha se transforme em horas de equipamento parado.</p><h5>Uma nova equação para a mineração subterrânea</h5><p class="isSelectedEnd">A eletrificação, portanto, deixa de ser apenas uma discussão ambiental para entrar definitivamente na análise de desempenho dos ativos.</p><p class="isSelectedEnd">Produtividade, energia, ventilação, manutenção, peças, confiabilidade e disponibilidade passam a fazer parte da mesma equação.</p><p class="isSelectedEnd">Para empresas que operam equipamentos subterrâneos críticos, acompanhar essa transformação significa também preparar engenharia, manutenção e suprimentos para uma frota cada vez mais conectada, eletrificada e tecnicamente complexa.</p><p class="isSelectedEnd">Na mineração, novas tecnologias mudam os equipamentos. Mas a necessidade permanece a mesma: manter a operação em movimento.</p><p>Fonte: International Mining — <em>Sandvik striving for Toro standard as part of new electrification strategy</em>, publicado em 21 de setembro de 2026.</p></div></div></div></div></div></div></div></div>								</div>
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		<title>Minerais críticos abrem uma nova fronteira para a mineração brasileira</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Sep 2026 13:42:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Novos projetos, investimentos em processamento e uma demanda global crescente colocam o Brasil diante da oportunidade de transformar seu potencial geológico em desenvolvimento industrial e tecnológico. A mineração mundial está entrando em uma nova fase. Cobre, níquel, lítio, terras raras e outros minerais considerados críticos deixaram de ser apenas matérias-primas para ocupar uma posição estratégica [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="6363" class="elementor elementor-6363" data-elementor-post-type="post">
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									<div class="block block--ctools-block block--entity-field:node:field-teaser-text block-ctools-block block-entity-fieldnodefield-teaser-text"><h6 class="field field--name-field-teaser-text field--type-string-long field--label-hidden field__item">Novos projetos, investimentos em processamento e uma demanda global crescente colocam o Brasil diante da oportunidade de transformar seu potencial geológico em desenvolvimento industrial e tecnológico.</h6></div><div class="block block--ctools-block block--entity-field:node:field-teaser-media block-ctools-block block-entity-fieldnodefield-teaser-media"><div class="blazy blazy--nojs blazy--field blazy--field-teaser-media blazy--field-teaser-media---custom field field--name-field-teaser-media field--type-entity-reference field--label-hidden field__item" data-blazy="" data-once="blazy"><div class="media media--blazy media--bundle--image media--image media--responsive is-b-loaded"><picture><source srcset="/sites/default/files/styles/image_in_article/public/pnm%202050%201.jpeg.webp?itok=2mDshXON 1x" type="image/webp" media="all and (min-width: 768px)" /><source srcset="/sites/default/files/styles/image_in_article_sm/public/pnm%202050%201.webp?itok=kbtBG_th 1x" type="image/webp" /><source srcset="/sites/default/files/styles/image_in_article/public/pnm%202050%201.jpeg.webp?itok=2mDshXON 1x" type="image/webp" media="all and (min-width: 768px)" /><source srcset="/sites/default/files/styles/image_in_article_sm/public/pnm%202050%201.jpeg?itok=kbtBG_th 1x" type="image/jpeg" /></picture></div></div></div><hr /><div><div data-block-type="unstyled" data-block-weight="31"><div class="text-base my-auto mx-auto [--thread-content-margin:var(--thread-content-margin-xs,calc(var(--spacing)*4))] @w-sm/main:[--thread-content-margin:var(--thread-content-margin-sm,calc(var(--spacing)*6))] @w-lg/main:[--thread-content-margin:var(--thread-content-margin-lg,calc(var(--spacing)*16))] px-(--thread-content-margin)"><div class="[--thread-content-max-width:40rem] @w-lg/main:[--thread-content-max-width:48rem] mx-auto max-w-(--thread-content-max-width) flex-1 group/turn-messages focus-visible:outline-hidden relative flex w-full min-w-0 flex-col agent-turn" data-conversation-screenshot-content=""><div class="flex max-w-full flex-col gap-4 grow"><div class="min-h-8 text-message relative flex w-full flex-col items-end gap-2 text-start break-words whitespace-normal outline-none keyboard-focused:focus-ring [.text-message+&amp;]:mt-1" dir="auto" data-message-author-role="assistant" data-message-id="8b6d5018-1553-4662-b17a-18149949466e" data-message-model-slug="gpt-5-6-thinking"><div class="flex w-full flex-col gap-1 empty:hidden"><div class="fbskMG_root markdown prose dark:prose-invert wrap-break-word w-full light markdown-new-styling"><p data-start="470" data-end="521">A mineração mundial está entrando em uma nova fase.</p><p data-start="523" data-end="749">Cobre, níquel, lítio, terras raras e outros minerais considerados críticos deixaram de ser apenas matérias-primas para ocupar uma posição estratégica nas cadeias de energia, mobilidade, tecnologia, defesa e indústria avançada.</p><p data-start="751" data-end="801">E o Brasil começa a ganhar espaço nesse movimento.</p><p data-start="803" data-end="1234">O interesse internacional pelos recursos minerais brasileiros vem crescendo à medida que países e grandes grupos industriais procuram diversificar suas fontes de fornecimento. Estados Unidos, União Europeia, Reino Unido, China e outros mercados já vêm discutindo com o Brasil não apenas o acesso aos minerais, mas também investimentos, tecnologia e desenvolvimento de novas cadeias produtivas.</p><p data-start="1236" data-end="1311">Mas a oportunidade brasileira vai além de simplesmente aumentar a extração.</p><h5 data-section-id="1pxdyob" data-start="1313" data-end="1360">O desafio é agregar valor antes de exportar</h5><p data-start="1362" data-end="1507">Durante décadas, uma parcela importante da mineração brasileira esteve ligada à exportação de produtos minerais com menor nível de transformação.</p><p data-start="1509" data-end="1590">No mercado de minerais críticos, existe a possibilidade de avançar alguns passos.</p><p data-start="1592" data-end="1810">Beneficiamento, separação, processamento químico, produção de materiais intermediários e desenvolvimento de tecnologias associadas podem fazer com que uma parcela maior do valor gerado pela mineração permaneça no país.</p><p data-start="1812" data-end="2249">Esse é um dos pontos centrais da Política Nacional de Minerais Críticos e Estratégicos aprovada pelo Congresso no início de setembro e encaminhada para sanção presidencial. A proposta prevê, entre outras medidas, R$ 2 bilhões para um fundo garantidor da atividade mineral e até R$ 5 bilhões em créditos fiscais ao longo de cinco anos para projetos de beneficiamento e industrialização no Brasil.</p><p data-start="2251" data-end="2290">Na prática, a discussão muda de escala.</p><p data-start="2292" data-end="2333">Não se trata apenas de abrir novas minas.</p><p data-start="2335" data-end="2547">Trata-se de desenvolver plantas de processamento, infraestrutura, laboratórios, engenharia, tecnologia, equipamentos e capacidade industrial capazes de acompanhar uma cadeia mineral cada vez mais sofisticada.</p><h5 data-section-id="1xfi494" data-start="2549" data-end="2585">Projetos começam a sair do papel</h5><p data-start="2587" data-end="2656">Alguns movimentos recentes mostram que essa transformação já começou.</p><p data-start="2658" data-end="3070">Em Minas Gerais, a Viridis Mining avança com o Projeto Colossus, voltado às terras raras, com previsão de iniciar a produção comercial de carbonato misto em 2028. A empresa também trabalha em iniciativas envolvendo processamento e reciclagem de ímãs, além de uma parceria tecnológica em negociação com a Solvay para etapas consideradas críticas na separação de terras raras.</p><p data-start="3072" data-end="3334">O BNDES também aprovou recentemente financiamento de R$ 77,5 milhões para um centro de pesquisa e processamento ligado ao projeto, reforçando a tentativa de desenvolver conhecimento e capacidade produtiva dentro do país.</p><p data-start="3336" data-end="3549">Em Goiás, a operação Pela Ema, da Serra Verde, já produz terras raras magnéticas em escala comercial, colocando o Brasil em uma cadeia atualmente concentrada em poucos países.</p><p data-start="3551" data-end="3664">São movimentos diferentes, mas apontam na mesma direção: transformar recurso mineral em capacidade produtiva.</p><h5 data-section-id="14rie2n" data-start="3666" data-end="3725">Uma oportunidade que alcança toda a cadeia da mineração</h5><p data-start="3727" data-end="3825">Se novos projetos avançarem, o impacto não ficará restrito às empresas responsáveis pelas jazidas.</p><p data-start="3827" data-end="3918">Uma mineração mais diversificada e industrializada demanda uma cadeia igualmente preparada.</p><p data-start="3920" data-end="4120">Mais equipamentos em campo significam maior necessidade de componentes, engenharia, manutenção, serviços especializados, automação, inspeção, fabricação, recuperação de equipamentos e suporte técnico.</p><p data-start="4122" data-end="4345">Novas plantas de beneficiamento ampliam também a demanda por britadores, peneiras, correias transportadoras, bombas, sistemas hidráulicos, estruturas, equipamentos de processamento e componentes sujeitos a desgaste intenso.</p><p data-start="4347" data-end="4445">E quanto maior a complexidade dos processos, maior a importância da disponibilidade desses ativos.</p><p data-start="4447" data-end="4589">É justamente aí que o crescimento dos minerais críticos pode produzir um efeito muito maior do que simplesmente aumentar os volumes extraídos.</p><p data-start="4591" data-end="4718">Ele pode estimular uma nova geração de fornecedores, tecnologias e competências industriais ligadas à mineração brasileira.</p><h5 data-section-id="9jqb9v" data-start="4720" data-end="4761">Potencial geológico é apenas o começo</h5><p data-start="4763" data-end="4811">Ter recursos minerais relevantes é uma vantagem.</p><p data-start="4813" data-end="4909">Transformá-los em projetos competitivos, processamento, tecnologia e indústria é outra história.</p><p data-start="4911" data-end="4957">O Brasil agora tenta percorrer essa distância.</p><p data-start="4959" data-end="5281">O interesse internacional existe. O capital começa a se movimentar. Projetos estão avançando e novas políticas procuram estimular o processamento dentro do território nacional. O próximo passo será criar condições para que esses investimentos ganhem escala sem perder competitividade.</p><p data-start="5283" data-end="5391">Se conseguir fazer isso, o país poderá ocupar uma posição diferente na corrida global por minerais críticos.</p><p data-start="5393" data-end="5588" data-is-last-node="" data-is-only-node="">Não apenas como fornecedor de recursos minerais, mas como uma das plataformas de mineração, processamento e tecnologia de uma cadeia que será cada vez mais importante para a economia mundial.</p><p><em>Com informações do mining.com.</em></p></div></div></div></div></div></div></div></div>								</div>
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		<title>Carajás amplia operação autônoma com novos caminhões Cat 797 e Cat 794</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Sep 2026 13:08:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Oito novos caminhões autônomos iniciaram as atividades na mina N4WS, em Serra Norte, abrindo uma nova etapa do projeto de automação da Vale no Sistema Norte. A mineração em Carajás avança em mais uma etapa de sua transformação tecnológica. Oito caminhões fora de estrada autônomos começaram a operar na mina N4WS, em Serra Norte, no [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="6354" class="elementor elementor-6354" data-elementor-post-type="post">
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									<div class="block block--ctools-block block--entity-field:node:field-teaser-text block-ctools-block block-entity-fieldnodefield-teaser-text"><h6 class="field field--name-field-teaser-text field--type-string-long field--label-hidden field__item">Oito novos caminhões autônomos iniciaram as atividades na mina N4WS, em Serra Norte, abrindo uma nova etapa do projeto de automação da Vale no Sistema Norte.</h6></div><div class="block block--ctools-block block--entity-field:node:field-teaser-media block-ctools-block block-entity-fieldnodefield-teaser-media"><div class="blazy blazy--nojs blazy--field blazy--field-teaser-media blazy--field-teaser-media---custom field field--name-field-teaser-media field--type-entity-reference field--label-hidden field__item" data-blazy="" data-once="blazy"><div class="media media--blazy media--bundle--image media--image media--responsive is-b-loaded"><picture><source srcset="/sites/default/files/styles/image_in_article/public/pnm%202050%201.jpeg.webp?itok=2mDshXON 1x" type="image/webp" media="all and (min-width: 768px)" /><source srcset="/sites/default/files/styles/image_in_article_sm/public/pnm%202050%201.webp?itok=kbtBG_th 1x" type="image/webp" /><source srcset="/sites/default/files/styles/image_in_article/public/pnm%202050%201.jpeg.webp?itok=2mDshXON 1x" type="image/webp" media="all and (min-width: 768px)" /><source srcset="/sites/default/files/styles/image_in_article_sm/public/pnm%202050%201.jpeg?itok=kbtBG_th 1x" type="image/jpeg" /></picture></div></div></div><hr /><div><div data-block-type="unstyled" data-block-weight="31"><div class="text-base my-auto mx-auto [--thread-content-margin:var(--thread-content-margin-xs,calc(var(--spacing)*4))] @w-sm/main:[--thread-content-margin:var(--thread-content-margin-sm,calc(var(--spacing)*6))] @w-lg/main:[--thread-content-margin:var(--thread-content-margin-lg,calc(var(--spacing)*16))] px-(--thread-content-margin)"><div class="[--thread-content-max-width:40rem] @w-lg/main:[--thread-content-max-width:48rem] mx-auto max-w-(--thread-content-max-width) flex-1 group/turn-messages focus-visible:outline-hidden relative flex w-full min-w-0 flex-col agent-turn" data-conversation-screenshot-content=""><div class="flex max-w-full flex-col gap-4 grow"><div class="min-h-8 text-message relative flex w-full flex-col items-end gap-2 text-start break-words whitespace-normal outline-none keyboard-focused:focus-ring [.text-message+&amp;]:mt-1" dir="auto" data-message-author-role="assistant" data-message-id="8b6d5018-1553-4662-b17a-18149949466e" data-message-model-slug="gpt-5-6-thinking"><div class="flex w-full flex-col gap-1 empty:hidden"><div class="fbskMG_root markdown prose dark:prose-invert wrap-break-word w-full light markdown-new-styling"><p class="isSelectedEnd">A mineração em Carajás avança em mais uma etapa de sua transformação tecnológica. Oito caminhões fora de estrada autônomos começaram a operar na mina N4WS, em Serra Norte, no Pará, ampliando a presença desse tipo de equipamento nas operações da Vale na região.</p><p class="isSelectedEnd">A nova frota inclui caminhões Caterpillar dos modelos Cat 797 e Cat 794 e faz parte do projeto desenvolvido pela Vale em parceria com Caterpillar e Sotreq para ampliar gradualmente a automação do transporte de minério no Sistema Norte.</p><p class="isSelectedEnd">O cronograma divulgado prevê uma expansão rápida nos próximos meses. Além das oito unidades colocadas em atividade em setembro, estão previstas 13 novas unidades em outubro, duas em novembro e outras 12 em dezembro, levando essa nova etapa do projeto a um total de 35 caminhões autônomos até o fim de 2026.</p><h5>Tecnologia assume o transporte em N4WS</h5><p class="isSelectedEnd">Os equipamentos utilizam o Cat MineStar Command for hauling, sistema desenvolvido para controlar de forma autônoma as atividades de transporte na mina.</p><p class="isSelectedEnd">Durante os ciclos de trabalho, os caminhões podem executar deslocamentos sem um operador dentro da cabine. Sistemas de posicionamento, sensores, comunicação e controle digital trabalham de forma integrada para orientar os equipamentos pelas rotas determinadas, enquanto profissionais acompanham a operação remotamente.</p><p class="isSelectedEnd">A implantação em N4WS amplia uma experiência que já faz parte da rotina de Carajás. A região utiliza tecnologia autônoma há alguns anos e Serra Norte já conta com caminhões trabalhando sem operadores embarcados.</p><p class="isSelectedEnd">Mais do que substituir a condução convencional, a expansão aumenta a importância da integração entre máquinas, sistemas digitais, planejamento e manutenção. Em uma frota autônoma, disponibilidade mecânica e confiabilidade dos componentes passam a trabalhar diretamente ligadas à capacidade do sistema de manter ciclos contínuos de produção.</p><h5>Automação ganha escala em Carajás</h5><p class="isSelectedEnd">A Vale iniciou testes com caminhões autônomos no Sistema Norte em 2019, antes de incorporar a tecnologia à produção em Carajás em 2021.</p><p class="isSelectedEnd">Segundo dados anteriormente divulgados pela mineradora, operações com esse tipo de tecnologia podem alcançar ganhos de até 15% no rendimento operacional e reduções de até 7,5% no consumo de combustível, além de diminuir a exposição de trabalhadores às zonas de interação com equipamentos de grande porte.</p><p class="isSelectedEnd">A mudança também transforma o perfil das atividades dentro da mina. Parte das funções migra da condução direta das máquinas para áreas relacionadas a controle operacional, tecnologia, planejamento e manutenção especializada.</p><p class="isSelectedEnd">O movimento deverá continuar nos próximos anos. O acordo firmado entre Vale, Caterpillar e Sotreq prevê levar a frota autônoma do Sistema Norte para aproximadamente 90 caminhões até 2028, distribuídos entre as operações de Serra Norte e Serra Sul.</p><p class="isSelectedEnd">Com a entrada dos Cat 797 e Cat 794 em N4WS, Carajás dá mais um passo na construção de uma operação em que equipamentos de grande porte, conectividade e automação passam a fazer parte de um mesmo sistema produtivo.</p><p>Fontes: <em>CKS Online e Vale.</em></p></div></div></div></div></div></div></div></div>								</div>
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		<title>Brasil precisa destravar seu potencial mineral para recuperar espaço global, afirma Gustavo Pimenta</title>
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		<pubDate>Mon, 31 Aug 2026 11:42:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[CEO da Vale apresentou na EXPOSIBRAM 2026 estudo com quatro agendas prioritárias e 15 iniciativas voltadas a pesquisa mineral, licenciamento, integração das cadeias produtivas e segurança institucional. O Brasil reúne reservas minerais e capacidade produtiva e, em um mundo mais fragmentado politicamente, pode se apresentar como fornecedor para diferentes mercados consumidores e liderar a oferta [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="6244" class="elementor elementor-6244" data-elementor-post-type="post">
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									<div class="block block--ctools-block block--entity-field:node:field-teaser-text block-ctools-block block-entity-fieldnodefield-teaser-text"><h6 class="field field--name-field-teaser-text field--type-string-long field--label-hidden field__item">CEO da Vale apresentou na EXPOSIBRAM 2026 estudo com quatro agendas prioritárias e 15 iniciativas voltadas a pesquisa mineral, licenciamento, integração das cadeias produtivas e segurança institucional.</h6></div><div class="block block--ctools-block block--entity-field:node:field-teaser-media block-ctools-block block-entity-fieldnodefield-teaser-media"><div class="blazy blazy--nojs blazy--field blazy--field-teaser-media blazy--field-teaser-media---custom field field--name-field-teaser-media field--type-entity-reference field--label-hidden field__item" data-blazy="" data-once="blazy"><div class="media media--blazy media--bundle--image media--image media--responsive is-b-loaded"><picture><source srcset="/sites/default/files/styles/image_in_article/public/pnm%202050%201.jpeg.webp?itok=2mDshXON 1x" type="image/webp" media="all and (min-width: 768px)" /><source srcset="/sites/default/files/styles/image_in_article_sm/public/pnm%202050%201.webp?itok=kbtBG_th 1x" type="image/webp" /><source srcset="/sites/default/files/styles/image_in_article/public/pnm%202050%201.jpeg.webp?itok=2mDshXON 1x" type="image/webp" media="all and (min-width: 768px)" /><source srcset="/sites/default/files/styles/image_in_article_sm/public/pnm%202050%201.jpeg?itok=kbtBG_th 1x" type="image/jpeg" /></picture></div></div></div><hr /><div><div data-block-type="unstyled" data-block-weight="31"><div><div class="text-base my-auto mx-auto [--thread-content-margin:var(--thread-content-margin-xs,calc(var(--spacing)*4))] @w-sm/main:[--thread-content-margin:var(--thread-content-margin-sm,calc(var(--spacing)*6))] @w-lg/main:[--thread-content-margin:var(--thread-content-margin-lg,calc(var(--spacing)*16))] px-(--thread-content-margin)"><div class="[--thread-content-max-width:40rem] @w-lg/main:[--thread-content-max-width:48rem] mx-auto max-w-(--thread-content-max-width) flex-1 group/turn-messages focus-visible:outline-hidden relative flex w-full min-w-0 flex-col agent-turn" data-conversation-screenshot-content=""><div class="flex max-w-full flex-col gap-4 grow"><div class="min-h-8 text-message relative flex w-full flex-col items-end gap-2 text-start break-words whitespace-normal outline-none keyboard-focused:focus-ring [.text-message+&amp;]:mt-1" dir="auto" data-message-author-role="assistant" data-message-id="8b6d5018-1553-4662-b17a-18149949466e" data-message-model-slug="gpt-5-6-thinking"><div class="flex w-full flex-col gap-1 empty:hidden"><div class="fbskMG_root markdown prose dark:prose-invert wrap-break-word w-full light markdown-new-styling"><p class="wp-block-paragraph">O Brasil reúne reservas minerais e capacidade produtiva e, em um mundo mais fragmentado politicamente, pode se apresentar como fornecedor para diferentes mercados consumidores e liderar a oferta de minerais críticos. Para ocupar essa posição, precisa acelerar projetos, ampliar o conhecimento geológico e criar condições para novos investimentos. A avaliação foi apresentada pelo CEO da Vale, Gustavo Pimenta, durante palestra magna na EXPOSIBRAM 2026.</p><p class="wp-block-paragraph">Pimenta apresentou estudo encomendado pela Vale à Accenture, resultado de um ano de análise comparativa de mercados e da realidade brasileira. A análise resultou em quatro agendas prioritárias e 15 iniciativas estratégicas para destravar o potencial mineral brasileiro, relacionadas ao desenvolvimento de projetos e licenciamento, integração das cadeias produtivas, segurança institucional e geração de valor compartilhado nos territórios.</p><p class="wp-block-paragraph"><strong>Demanda por minerais amplia oportunidade para o Brasil</strong></p><p class="wp-block-paragraph">Segundo Gustavo Pimenta, tendências como eletrificação, inteligência artificial, digitalização e mobilidade elétrica devem elevar a procura global por minerais nas próximas décadas. Ele citou estudos da Agência Internacional de Energia que apontam a necessidade de forte expansão da oferta mineral para atender às transformações tecnológicas e energéticas. “O nosso problema é de oferta, de capacidade de colocar esses minerais no mercado para atender à demanda crescente”, afirmou.</p><p class="wp-block-paragraph">O executivo destacou a posição brasileira em um cenário internacional de maior disputa por cadeias de suprimento. Para ele, a diversidade mineral e as relações comerciais mantidas pelo país com diferentes mercados criam condições para que o Brasil amplie sua presença, especialmente na produção de minerais críticos. “Sempre digo que temos a tabela periódica em nosso território”, disse. Segundo Pimenta, a participação brasileira na produção mundial de diversas substâncias ainda é inferior ao peso das reservas existentes no país.</p><p class="wp-block-paragraph">A mineração também possui participação relevante na economia brasileira. Pimenta citou cerca de 230 mil empregos diretos e aproximadamente 2,9 milhões de postos de trabalho ao considerar toda a cadeia. Ele afirmou ainda que o setor responde por parcela expressiva do saldo comercial brasileiro. Segundo dados do IBRAM, o saldo da balança comercial mineral alcançou US$ 37,6 bilhões em 2025, montante equivalente a 55% do saldo total da balança comercial brasileira, que fechou em US$ 68,3 bilhões.</p><p class="wp-block-paragraph"><strong>Brasil perdeu participação na produção mineral mundial</strong></p><p class="wp-block-paragraph">Um dos pontos centrais da apresentação foi a diferença entre o potencial mineral brasileiro e a evolução da produção nas últimas décadas. Pimenta comparou o desempenho do Brasil com o de outros grandes produtores. No minério de ferro, segundo os dados apresentados, Brasil e Austrália produziam volumes próximos em 2010. Desde então, a produção australiana alcançou cerca de 1 bilhão de toneladas, enquanto a brasileira permaneceu próxima de 400 milhões de toneladas. O executivo citou movimentos semelhantes no níquel, com a expansão da Indonésia, e no cobre, com o crescimento da República Democrática do Congo.</p><p class="wp-block-paragraph">Pimenta afirmou que o Brasil ocupava a quarta posição mundial em valor da produção mineral em 2014 e caiu para a sétima em 2023.</p><p class="wp-block-paragraph">O conhecimento geológico aparece entre os fatores que limitam essa expansão. Segundo o CEO da Vale, cerca de 28% do território brasileiro está mapeado em escala adequada, enquanto países como Austrália e Chile possuem conhecimento geológico de mais de 70% de seus territórios.</p><p class="wp-block-paragraph">Ele defendeu maior volume de recursos para pesquisa mineral e conhecimento do subsolo. Na Vale, segundo Pimenta, os investimentos em exploração e conhecimento geológico cresceram aproximadamente cinco vezes nos últimos dois anos.</p><p class="wp-block-paragraph"><strong>Estudo propõe medidas para acelerar projetos minerais</strong></p><p class="wp-block-paragraph">A primeira agenda apresentada trata do desenvolvimento dos projetos e do licenciamento. Segundo Pimenta, um empreendimento mineral pode levar cerca de 15 anos entre o início da exploração e a entrada em operação, prazo incompatível com a velocidade de crescimento da demanda mundial. Entre as medidas citadas estão reforço das equipes dos órgãos ambientais, investimentos em tecnologia e capacitação, ampliação da pesquisa geológica e definição de regras para cavidades naturais subterrâneas.</p><p class="wp-block-paragraph">O CEO da Vale também propôs atenção específica aos empreendimentos de maior porte. Segundo ele, o último grande projeto licenciado no Brasil foi o S11D, em Serra Sul, empreendimento com capacidade de 80 milhões de toneladas que entrou em operação em 2016. A sugestão apresentada no estudo é selecionar dez projetos capazes de gerar investimentos, empregos e renda e estruturar processos dedicados para sua análise.</p><p class="wp-block-paragraph"><strong>Integração da cadeia depende de infraestrutura, energia e gás competitivo</strong></p><p class="wp-block-paragraph">A segunda agenda trata da integração das cadeias minerais e industriais. Pimenta defendeu condições para ampliar beneficiamento e processamento no Brasil e citou infraestrutura, tecnologia, energia e gás natural competitivo entre os requisitos para novos projetos.</p><p class="wp-block-paragraph">Ao abordar a produção de ferro briquetado a quente (HBI, na sigla em inglês), insumo utilizado na fabricação de aço com menor intensidade de carbono, o executivo afirmou que o preço do gás brasileiro representa uma restrição econômica. Segundo ele, o gás custa cerca de US$ 14 por milhão de unidades térmicas britânicas (BTU) no país e precisaria alcançar patamares próximos de US$ 5 ou US$ 6 para viabilizar determinados investimentos.</p><p class="wp-block-paragraph">Pimenta também ressaltou a necessidade de expandir a própria produção mineral para sustentar etapas industriais posteriores. “Sem minério, não há refino”, afirmou.</p><p class="wp-block-paragraph">Para o executivo, a posição diplomática e comercial do Brasil permite construir parcerias internacionais para tecnologia, processamento e beneficiamento. A crescente preocupação dos países com segurança de suprimento também pode favorecer acordos de longo prazo para minerais críticos.</p><p class="wp-block-paragraph"><strong>Segurança institucional influencia decisões de investimento</strong></p><p class="wp-block-paragraph">A terceira agenda está concentrada na estabilidade fiscal e regulatória. Pimenta destacou que projetos minerais exigem investimentos elevados, com horizontes de várias décadas, e competem internacionalmente pela alocação de capital. “Quando colocamos R$ 1 para trabalhar em uma mina, esse investimento permanecerá lá pelos próximos 40 anos”, afirmou.</p><p class="wp-block-paragraph">Segundo ele, países com recursos minerais disputam ativamente novos projetos. A previsibilidade das regras durante todo o ciclo dos empreendimentos, portanto, influencia as decisões das empresas sobre onde investir.</p><p class="wp-block-paragraph"><strong>Desenvolvimento dos territórios integra agenda da mineração</strong></p><p class="wp-block-paragraph">A quarta agenda apresentada por Gustavo Pimenta trata do valor compartilhado e da relação da mineração com os territórios. Segundo ele, o pagamento de impostos pelas empresas não encerra sua responsabilidade com o desenvolvimento das regiões onde atuam. O CEO da Vale defendeu a participação das mineradoras nas discussões sobre alocação de capital e diversificação econômica, com foco na prosperidade dos municípios no médio e no longo prazo, sem substituir as funções do Estado. Na mesma agenda, afirmou que os recursos da Compensação Financeira pela Exploração Mineral (CFEM) e os demais tributos pagos pela indústria precisam ter melhor destinação.</p><p class="wp-block-paragraph">Pimenta também apresentou a experiência da Vale na Floresta Nacional de Carajás, no Pará, onde a empresa atua em parceria com o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). Segundo ele, a operação utiliza recursos e tecnologia para proteger a área contra invasões e atividades ilegais.</p><p class="wp-block-paragraph">“A mineração legal mantém a floresta de pé”, afirmou.</p><p class="wp-block-paragraph"><strong>Expansão da mineração pode elevar arrecadação e emprego</strong></p><p class="wp-block-paragraph">O estudo apresentado pela Vale estimou os possíveis efeitos econômicos de uma expansão da produção brasileira até uma participação internacional compatível com a parcela que o país possui das reservas minerais.</p><p class="wp-block-paragraph">Segundo Pimenta, o setor contribuiu com aproximadamente R$ 74 bilhões em arrecadação para os cofres estaduais, municipais e federais nos últimos dez anos. A modelagem feita com a Accenture indica que esse valor poderia chegar a R$ 130 bilhões nos próximos dez anos caso o Brasil ampliasse sua participação na produção mundial até um nível equivalente ao peso das reservas brasileiras no total mundial.</p><p class="wp-block-paragraph">O estudo também estima que os aproximadamente 2,9 milhões de empregos relacionados atualmente à cadeia mineral poderiam alcançar 5 milhões nos próximos anos. Para Gustavo Pimenta, o avanço depende da capacidade de executar as medidas propostas enquanto outros países também ampliam investimentos em minerais ligados à transição energética, à tecnologia e às novas cadeias industriais.</p><p class="wp-block-paragraph">“Existe uma enorme oportunidade para o Brasil assumir esse protagonismo. Teremos, porém, de agir com urgência e diligência”, afirmou.</p></div></div></div></div></div></div></div><div><div><p>Fonte: <em>ibram.org.br</em></p></div></div></div></div>								</div>
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		<title>Frota autônoma de Komatsu 930E entra em operação na mina de cobre Salobo, da Vale</title>
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		<dc:creator><![CDATA[administrador]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Aug 2026 12:14:53 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Vale Base Metals anunciou, na semana passada, que dará continuidade ao projeto de Flotação de Partículas Grossas (CPF) em seu Complexo de Cobre Salobo, no Brasil. Representando uma mudança significativa que aumentará de forma relevante a capacidade de processamento e produção, com uma economia de projeto bastante favorável. A expectativa é adicionar 6 Mt [&#8230;]]]></description>
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									<div class="block block--ctools-block block--entity-field:node:field-teaser-text block-ctools-block block-entity-fieldnodefield-teaser-text"><h6 class="field field--name-field-teaser-text field--type-string-long field--label-hidden field__item">A Vale Base Metals anunciou, na semana passada, que dará continuidade ao projeto de Flotação de Partículas Grossas (CPF) em seu Complexo de Cobre Salobo, no Brasil.</h6></div><div class="block block--ctools-block block--entity-field:node:field-teaser-media block-ctools-block block-entity-fieldnodefield-teaser-media"><div class="blazy blazy--nojs blazy--field blazy--field-teaser-media blazy--field-teaser-media---custom field field--name-field-teaser-media field--type-entity-reference field--label-hidden field__item" data-blazy="" data-once="blazy"><div class="media media--blazy media--bundle--image media--image media--responsive is-b-loaded"><picture><source srcset="/sites/default/files/styles/image_in_article/public/pnm%202050%201.jpeg.webp?itok=2mDshXON 1x" type="image/webp" media="all and (min-width: 768px)" /><source srcset="/sites/default/files/styles/image_in_article_sm/public/pnm%202050%201.webp?itok=kbtBG_th 1x" type="image/webp" /><source srcset="/sites/default/files/styles/image_in_article/public/pnm%202050%201.jpeg.webp?itok=2mDshXON 1x" type="image/webp" media="all and (min-width: 768px)" /><source srcset="/sites/default/files/styles/image_in_article_sm/public/pnm%202050%201.jpeg?itok=kbtBG_th 1x" type="image/jpeg" /></picture></div></div></div><hr /><div><div data-block-type="unstyled" data-block-weight="31"><div><div class="text-base my-auto mx-auto [--thread-content-margin:var(--thread-content-margin-xs,calc(var(--spacing)*4))] @w-sm/main:[--thread-content-margin:var(--thread-content-margin-sm,calc(var(--spacing)*6))] @w-lg/main:[--thread-content-margin:var(--thread-content-margin-lg,calc(var(--spacing)*16))] px-(--thread-content-margin)"><div class="[--thread-content-max-width:40rem] @w-lg/main:[--thread-content-max-width:48rem] mx-auto max-w-(--thread-content-max-width) flex-1 group/turn-messages focus-visible:outline-hidden relative flex w-full min-w-0 flex-col agent-turn" data-conversation-screenshot-content=""><div class="flex max-w-full flex-col gap-4 grow"><div class="min-h-8 text-message relative flex w-full flex-col items-end gap-2 text-start break-words whitespace-normal outline-none keyboard-focused:focus-ring [.text-message+&amp;]:mt-1" dir="auto" data-message-author-role="assistant" data-message-id="8b6d5018-1553-4662-b17a-18149949466e" data-message-model-slug="gpt-5-6-thinking"><div class="flex w-full flex-col gap-1 empty:hidden"><div class="fbskMG_root markdown prose dark:prose-invert wrap-break-word w-full light markdown-new-styling"><p class="PDq2pG_selectionAnchorContainer" data-start="85" data-end="697">Representando uma mudança significativa que aumentará de forma relevante a capacidade de processamento e produção, com uma economia de projeto bastante favorável. A expectativa é adicionar 6 Mt à capacidade anual de processamento de minério da planta Salobo III, passando de 12 para 18 Mt/ano, ao mesmo tempo em que reduz o consumo de energia em aproximadamente 10%, elevando a capacidade total de processamento para 42 Mt/ano.</p><p data-start="699" data-end="1253">Paralelamente a esse importante avanço no processamento, a operação acaba de colocar em funcionamento a automação de sua frota de caminhões de mineração Komatsu 930E, utilizando o sistema FrontRunner, da própria fabricante. Em sua apresentação VBM Day, realizada em março de 2026, a Vale Base Metals informou que a frota autônoma deveria aumentar a produtividade e a segurança da mina. A estratégia de mineração em Salobo é aumentar a movimentação total da mina em aproximadamente 7%, por meio da expansão da frota e da operação autônoma.</p><p data-start="1255" data-end="1325">Deivid Guimarães, gerente do Projeto AHS da Vale Base Metals, afirmou:</p><blockquote data-start="1327" data-end="1658"><p data-start="1329" data-end="1658"><em>“A entrada em operação dos caminhões autônomos em Salobo representa muito mais do que a implementação de uma nova tecnologia. É o resultado de planejamento, engenharia, inovação, integração, muitos desafios superados e, acima de tudo, da união de pessoas que acreditaram e trabalharam para transformar este projeto em realidade.”</em></p></blockquote><p data-start="1660" data-end="2115">A frota de caminhões de mineração de Salobo, detalhada no Relatório Técnico de dezembro de 2025, inclui 19 caminhões Komatsu 930E, além de 10 Komatsu 830E, 17 Caterpillar 797 e quatro Caterpillar 794. Os equipamentos de carregamento incluem quatro escavadeiras elétricas a cabo Bucyrus-Erie 495HD e uma Bucyrus-Erie 495HR, além de quatro escavadeiras hidráulicas Komatsu PC5500 e duas carregadeiras de rodas Komatsu L-1850.</p><p data-start="2117" data-end="2533">As operações de Salobo utilizam principalmente grandes escavadeiras elétricas a cabo para a produção de minério e estéril. As escavadeiras hidráulicas são utilizadas em materiais de saprolito oxidado e de transição, onde é necessária uma menor pressão sobre o solo. As carregadeiras de rodas são utilizadas em diversos serviços de limpeza e também como equipamento de apoio às escavadeiras quando necessário.</p><p data-start="2535" data-end="2975">Uma frota de caminhões fora de estrada é utilizada para transportar o material até as áreas de disposição de estéril (WRSF), pilhas de estoque ou pilhas de alimentação do britador primário. Tratores de esteira são empregados na manutenção das áreas de produção, das áreas de disposição de estéril e na limpeza das bancadas. Tratores sobre rodas, motoniveladoras e caminhões-pipa completam o restante da frota de equipamentos auxiliares.</p><p data-start="2977" data-end="3316">O acesso à cava é realizado por rampas internas projetadas com uma inclinação máxima de 10%. A largura das rampas varia de acordo com a frota de caminhões: 35 metros nas áreas operadas exclusivamente por caminhões de 240 toneladas e 42 metros onde operam frotas mistas ou onde são utilizados caminhões de 360 toneladas.</p><p data-start="3318" data-end="3666">De modo geral, a Vale já implantou tanto o sistema FrontRunner AHS, da Komatsu, quanto o Command for hauling, da Caterpillar, em suas operações de minério de ferro. Atualmente, o sistema da Caterpillar é utilizado no Complexo de Carajás, bem como nas minas de Brucutu e Capanema, enquanto caminhões Komatsu também operam em Carajás.</p><p data-start="3668" data-end="3854" data-is-last-node="" data-is-only-node="">Salobo também implementou a teleoperação de tratores de esteira, utilizando o sistema TeleOp, da Hexagon, que ultrapassou a marca de 5.000 horas de operação em julho de 2026.</p></div></div></div></div></div></div></div><div><div><p>Fonte: <em>im-mining.com </em>Tradução para o português.</p></div></div></div></div>								</div>
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		<title>Vale Base Metals deve iniciar novo projeto em Salobo antes do previsto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[administrador]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Aug 2026 13:19:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Vale antecipa em um ano o início do projeto de Flotação de Partículas Grossas em Salobo, Pará, com expectativa de aumento de 6 milhões de toneladas na capacidade de processamento anual. A Vale informa que a subsidiária Vale Base Metals Ltd. (VBM) dá continuidade ao projeto de Flotação de Partículas Grossas (Coarse Particle Flotation – [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="6037" class="elementor elementor-6037" data-elementor-post-type="post">
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									<div class="block block--ctools-block block--entity-field:node:field-teaser-text block-ctools-block block-entity-fieldnodefield-teaser-text"><h6 class="field field--name-field-teaser-text field--type-string-long field--label-hidden field__item">Vale antecipa em um ano o início do projeto de Flotação de Partículas Grossas em Salobo, Pará, com expectativa de aumento de 6 milhões de toneladas na capacidade de processamento anual.</h6></div><div class="block block--ctools-block block--entity-field:node:field-teaser-media block-ctools-block block-entity-fieldnodefield-teaser-media"><div class="blazy blazy--nojs blazy--field blazy--field-teaser-media blazy--field-teaser-media---custom field field--name-field-teaser-media field--type-entity-reference field--label-hidden field__item" data-blazy="" data-once="blazy"><div class="media media--blazy media--bundle--image media--image media--responsive is-b-loaded"><picture><source srcset="/sites/default/files/styles/image_in_article/public/pnm%202050%201.jpeg.webp?itok=2mDshXON 1x" type="image/webp" media="all and (min-width: 768px)" /><source srcset="/sites/default/files/styles/image_in_article_sm/public/pnm%202050%201.webp?itok=kbtBG_th 1x" type="image/webp" /><source srcset="/sites/default/files/styles/image_in_article/public/pnm%202050%201.jpeg.webp?itok=2mDshXON 1x" type="image/webp" media="all and (min-width: 768px)" /><source srcset="/sites/default/files/styles/image_in_article_sm/public/pnm%202050%201.jpeg?itok=kbtBG_th 1x" type="image/jpeg" /></picture></div></div></div><hr /><div><div data-block-type="unstyled" data-block-weight="31"><div><p>A Vale informa que a subsidiária Vale Base Metals Ltd. (VBM) dá continuidade ao projeto de Flotação de Partículas Grossas (Coarse Particle Flotation – CPF) em seu Complexo de Cobre Salobo, no Pará. A VBM espera iniciar a operação no primeiro semestre de 2028, aproximadamente um ano antes do cronograma original. O cronograma revisado reflete iniciativas de otimização do projeto e melhorias na execução implementadas, que também contribuem para uma melhoria dos retornos do projeto.</p></div><div><p>A expectativa é que o projeto em Salobo adicione seis milhões de toneladas à capacidade anual de processamento de minério da planta, elevando a capacidade total para 42 milhões de toneladas anuais. A produção anual de cobre deverá aumentar em até 30 mil toneladas contidas em concentrado, que conterá também cerca de 15 mil onças de ouro como subproduto, e, desta forma, fortalecerá ainda mais o perfil de produção de Salobo após recordes de produção alcançados em 2024 e 2025.</p></div><div><p>Adicionalmente, a Wheaton Precious Metals concordou em pagar US$ 40 milhões à VBM para financiar parcialmente os investimentos relacionados ao projeto. Os recursos serão desembolsados em duas parcelas de US$ 20 milhões, vinculadas ao atingimento de marcos do projeto. A VBM e a Wheaton concordaram com os pagamentos em substituição a futuros pagamentos por marcos previstos no atual contrato de streaming de Salobo, os quais poderiam exigir que a Wheaton realizasse pagamentos anuais de até US$ 8 milhões ao longo de um período de dez anos, caso um plano de lavra de maior teor fosse implementado.</p><div><p>A VBM revisou o plano do projeto CPF, simplificou seu escopo e reduziu a estimativa de CAPEX para aproximadamente US$ 215 milhões, ante a projeção inicial de US$ 225-275 milhões. Considerando os recursos aportados pela Wheaton, o desembolso de capital da VBM deverá ser de aproximadamente US$ 175 milhões. O Projeto CPF integra o pipeline de crescimento de cobre da VBM no Brasil, apoiado por uma base mineral de mais de 53 milhões de toneladas de cobre contido em reservas e recursos minerais, incluindo recursos inferidos.</p></div><div><p>A estratégia de crescimento da VBM visa aumentar a produção de cobre para aproximadamente 700 mil toneladas por ano até 2035, apoiada principalmente por sua base de recursos e pipeline de projetos no sistema de Carajás, onde a VBM possui uma relevante presença operacional e infraestrutura instalada. Essas operações e projetos têm a vantagem de estarem localizados próximos a complexos minerários já estabelecidos, instalações de processamento, infraestrutura logística e de energia, proporcionando uma trajetória de desenvolvimento com elevada eficiência de capital.</p><p>Fonte: <em>brasilmineral.com.br</em></p></div></div></div></div>								</div>
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