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		<title>Epiroc firma parceria com a Sany para fornecimento de equipamentos e eletrificação</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 14:26:18 +0000</pubDate>
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									<h6 data-lfr-editable-id="element-text" data-lfr-editable-type="text">As empresas afirmam que a parceria explorará oportunidades para uma colaboração mais ampla em áreas selecionadas dos setores de mineração e infraestrutura</h6><hr /><div><div data-block-type="unstyled" data-block-weight="31"><p>A Epiroc firmou uma parceria estratégica com o Grupo Sany, com sede na China, fabricante global de máquinas de construção e outros equipamentos pesados.</p><p>As empresas afirmam que a parceria explorará oportunidades para uma colaboração mais ampla em áreas selecionadas dos setores de mineração e infraestrutura.</p><p>As partes têm como objetivo aprimorar o portfólio de produtos de diferentes marcas, incluindo o fornecimento de combinações de martelos hidráulicos da Epiroc, outros acessórios especiais, bem como ferramentas de penetração no solo (GET), com o portfólio de escavadeiras e carregadeiras da Sany.</p><p>No setor de mineração, as partes também colaborarão para fortalecer a produtividade dos clientes, combinando os equipamentos eletrificados, as soluções de carregamento e a capacidade de atendimento global da Epiroc com a vasta experiência da Sany em microredes elétricas e energias renováveis.</p><p>“As inovações da Sany em eletrificação, equipamentos e manufatura inteligente são verdadeiramente impressionantes”, afirma José Manuel Sánchez, presidente da área de negócios de Ferramentas e Acessórios da Epiroc, que participou da cerimônia de assinatura no Parque Industrial da Sany em Changsha, China.</p><p>“Estamos ansiosos para combinar nossas respectivas tecnologias e recursos para oferecer soluções mais eficientes e sustentáveis para clientes em todo o mundo, criando novo valor e resiliência energética para o setor.”</p><p>Lihua Tang, Diretora do Grupo Sany, acrescentou: &#8220;Esta parceria estratégica representa um grande passo em frente na nossa estratégia de globalização e irá acelerar a transformação da indústria mineira global rumo a operações inteligentes e de baixo carbono.&#8221;</p><p><em>Fonte: revistamt.com.br</em></p></div></div>								</div>
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		<title>GP2026 da Usina de Sossego avança com chegada de peça essencial para manutenção do moinho SAG</title>
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		<pubDate>Mon, 25 May 2026 16:42:41 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Grande parada de manutenção mobiliza equipes e garante preparação de equipamento central do processo de produção de cobre A Grande Parada (GP2026) da Usina de Sossego, uma das principais operações de cobre da Vale, avançou em mais uma etapa importante com a chegada da tampa de alimentação do moinho SAG no início deste mês. O [&#8230;]]]></description>
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									<h6 data-lfr-editable-id="element-text" data-lfr-editable-type="text">Grande parada de manutenção mobiliza equipes e garante preparação de equipamento central do processo de produção de cobre</h6><hr /><div><div data-block-type="unstyled" data-block-weight="31"><p data-start="230" data-end="632">A Grande Parada (GP2026) da Usina de Sossego, uma das principais operações de cobre da Vale, avançou em mais uma etapa importante com a chegada da tampa de alimentação do moinho SAG no início deste mês. O componente faz parte do conjunto de peças e intervenções programadas para a parada geral de manutenção da planta, que ocorre periodicamente para garantir a continuidade e a segurança das operações.</p><p data-start="634" data-end="1023">O moinho SAG é um dos equipamentos mais importantes do processo de beneficiamento do minério. Ele atua na etapa de moagem, responsável por reduzir o tamanho das rochas extraídas da mina, permitindo que o material siga para as fases seguintes de processamento. Por isso, qualquer intervenção nesse equipamento exige planejamento detalhado e alta coordenação entre diferentes áreas técnicas.</p><p data-start="1025" data-end="1359">A chegada da peça representa uma etapa relevante dentro do cronograma da GP2026, que envolve uma série de atividades previamente planejadas. Esse tipo de operação exige uma logística complexa, já que componentes de grande porte precisam ser transportados, inspecionados e preparados para instalação com rigorosos padrões de segurança.</p><p data-start="1361" data-end="1657">De acordo com a comunicação associada à operação, o momento vai além da entrega de um equipamento. Ele simboliza o resultado de um trabalho integrado entre equipes de engenharia, manutenção, suprimentos e operação, que vêm atuando de forma conjunta ao longo de meses de planejamento e preparação.</p><p data-start="1659" data-end="2008">As grandes paradas de manutenção têm como principal objetivo garantir a confiabilidade dos ativos industriais, reduzir riscos de falhas e manter a eficiência do processo produtivo. Durante esse período, são realizadas inspeções, substituições e melhorias em equipamentos estratégicos, como o moinho SAG, considerado um dos pontos centrais da planta.</p><p data-start="2010" data-end="2205" data-is-last-node="" data-is-only-node="">A GP2026 segue em andamento com a execução das atividades previstas no planejamento técnico, respeitando os protocolos de segurança e os prazos estabelecidos para a retomada operacional da usina.</p></div></div>								</div>
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		<title>Corrida aos minerais críticos demanda investimentos de US$ 21,3 bilhões</title>
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		<pubDate>Mon, 18 May 2026 11:23:01 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Como o mercado de terras raras é amplamente dominado pela China, existe atualmente no mundo ocidental uma espécie de “corrida” visando assegurar o suprimento dessas matérias-primas, liderada pelos Estados Unidos, mas também pela Europa e Japão, principalmente. O Brasil está vivenciando uma espécie de boom de projetos visando a produção dos chamados minerais críticos e [&#8230;]]]></description>
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									<h6 data-lfr-editable-id="element-text" data-lfr-editable-type="text">Como o mercado de terras raras é amplamente dominado pela China, existe atualmente no mundo ocidental uma espécie de “corrida” visando assegurar o suprimento dessas matérias-primas, liderada pelos Estados Unidos, mas também pela Europa e Japão, principalmente.</h6><hr /><div><div data-block-type="unstyled" data-block-weight="31"><p class="dropcaps">O Brasil está vivenciando uma espécie de boom de projetos visando a produção dos chamados minerais críticos e estratégicos, com foco principal nas terras raras, mas também abrangendo outros minerais como cobre, níquel, grafita, lítio e fertilizantes, principalmente. A expectativa é que sejam investidos, até 2030, nada menos que US$ 21,3 bilhões em projetos para produção desses minerais, uma quantia bastante expressiva.</p><p>Nas terras raras, o País ganhou posição de destaque depois que se revelou o potencial que o território brasileiro possui em termos de reservas desse mineral cuja cadeia de produção é dominada pela China. Atualmente, como é sabido, o Brasil detém a segunda posição em termos de reservas potenciais de terras raras, com cerca de 15% das reservas mundiais, segundo o SGB- -CPRM, ou 25%, de acordo com o USGS (United States Geological Survey). Ainda muito longe da China, que detém entre 52% e 58% (dependendo da fonte) do total das reservas mundiais, mas à frente da Austrália, que se coloca em terceiro lugar, com 7% das reservas.</p><p>Existem atualmente diversos projetos para produção de terras raras no Brasil, a maioria em estágios iniciais, ou seja, ainda na fase de pesquisa mineral, e alguns mais avançados, em fase de licenciamento e/ ou engenharia. Por enquanto, apenas uma empresa está em produção no País.</p><p>Como o mercado de terras raras é amplamente dominado pela China, existe atualmente no mundo ocidental uma espécie de “corrida” visando assegurar o suprimento dessas matérias-primas, liderada pelos Estados Unidos, mas também pela Europa e Japão, principalmente. E o alvo dessa “corrida” são justamente os países com maiores reservas afora a China, ou seja, Brasil e Austrália. No caso dos EUA, a participação tem ocorrido através da oferta de recursos financeiros por parte de instituições de governo em parcerias com a iniciativa privada. Com relação à Europa, as negociações têm ocorrido mais entre as próprias empresas.</p><p>Caso todos os projetos que estão previstos sejam concretizados, nos próximos anos o Brasil poderá se transformar em um importante produtor de terras raras, obtidas a partir da lavra de argilas iônicas mas também de rochas.</p><p>O Brasil também possui reservas importantes de lítio em rocha dura, níquel, cobre e grafita, que assim como as terras raras é produzido majoritariamente pela China. Cabe destacar que a grafita é um componente importante na fabricação de baterias de veículos elétricos. Há dois projetos no Brasil que iniciaram produção recentemente, sendo possível prever o surgimento de novos empreendimentos em médio prazo.</p><p>No caso do lítio, o território brasileiro contém boas reservas de espodumênio, que é o mineral de lítio de rocha dura. Apesar dos reveses de preços que o lítio sofreu nos últimos dois anos, a previsão é que, além das duas unidades em produção no País, outras sejam implementadas nos próximos anos.</p><p>O Brasil também é bem-posicionado em termos de reservas de nióbio, que desempenha um papel importante na descarbonização da siderurgia e está sendo utilizado com sucesso em baterias de veículos elétricos. Lembramos que atualmente o país, principalmente através da CBMM, supre 90% do mercado mundial de nióbio.</p><p>Cabe mencionar, ainda, que no caso do cobre, outro mineral essencial para a transição energética, o Brasil tem um potencial ainda sendo pesquisado na Província Mineral de Carajás, que na opinião de geólogos especializados pode revelar boas surpresas futuramente.</p><p>A seguir, mostramos os principais projetos em minerais críticos que estão sendo conduzidos pelas empresas no Brasil.</p><h5><strong>TERRAS RARAS</strong></h5><p><strong>Aclara</strong></p><p>A Aclara concluiu recentemente o Estudo de Viabilidade do projeto Carina, em Goiás, com base na norma canadense 43.101, confirmando um projeto com capacidade de produção média anual de 4.378 toneladas de óxidos de terras raras (REO) contidos em um concentrado misto de terras raras com alto teor de disprósio e térbio (DyTb) e neodímio e praseodímio (NdPr) de 4,2% e 27,2%, respectivamente. O projeto prevê também a produção de outros elementos de terras raras pesados (HREE) estratégicos, como: 173 toneladas de Samário (Sm), 176 toneladas de Gadolínio (Gd), 10 toneladas de Lutécio (Lu) e 1.160 toneladas de Ítrio (Y). Segundo a empresa, a produção futura de Disprósio e Térbio em Carina equivalerá a cerca de 11,8% do que era a estimativa de produção da China em 2024. A vida útil prevista para o empreendimento inicialmente é de 18 anos.</p><p>O Custo de capital inicial (Capex de Construção) é de US$ 678,2 milhões, mais uma contingência de US$ 102,7 milhões, totalizando US$ 780,9 milhões. Este valor é US$ 100,4 milhões superior ao Capex de Construção anteriormente divulgado pela empresa em seu Estudo de Pré-Viabilidade, “devido principalmente à variação cambial, à inflação e à maior precisão da engenharia”. O Valor Presente Líquido (VPL) após impostos é de aproximadamente US$ 1,7 bilhão, a uma taxa de desconto de 8,0%, com base nas previsões de preços da Argus Media. A Taxa Interna de Retorno (TIR) após impostos é de 26,9%, com um período de retorno de 2,9 anos. A Receita líquida média anual prevista é de US$ 599 milhões e o lucro médio anual antes de juros, impostos, depreciação e amortização (EBITDA) de aproximadamente US$ 460 milhões.</p><p>A empresa planeja iniciar os trabalhos preliminares no local até o terceiro trimestre de 2026, como parte do investimento em construção. Isso inclui a construção de acampamentos, melhorias nas estradas e determinada infraestrutura auxiliar para preparar o local para a construção acelerada em 2027. O Estudo de Viabilidade incorpora uma estratégia de modularização que permite a fabricação e a preparação do local em paralelo, reduzindo custos. Estima-se que o comissionamento comece no primeiro semestre de 2028, com a produção inicial no segundo semestre do mesmo ano e aumento gradual da produção ao longo de 2029.</p><p>Segundo o diretor de operações da Aclara, Hugh Broadhurst, &#8220;Concluir um Estudo de Viabilidade apenas seis meses após o nosso Estudo de Pré-Viabilidade é uma conquista significativa, e quero reconhecer o esforço dedicado de nossa equipe e parceiros técnicos que o tornaram possível. O nível de detalhamento de engenharia que estamos apresentando hoje é substancial — e reflete o trabalho considerável que foi investido no Projeto Carina desde o início. Continuamos sendo a única empresa no mundo a relatar reservas de minerais de terras raras pesadas provenientes de argilas iônicas, de acordo com a norma NI 43-101. Demonstramos nosso processo metalúrgico por meio de uma planta piloto de operação contínua. Este Estudo de Viabilidade se baseia nessa fundação com um nível de rigor apropriado à importância do Projeto. Nosso caminho para o mercado, por meio de nossa instalação de separação 100% própria, que está planejada para ser construída na Louisiana, EUA, reduz ainda mais os riscos do Projeto Carina e apoia nossa estratégia de vender terras raras confiáveis e rastreáveis para clientes de alto padrão. Isso estabelece firmemente nossa cadeia de suprimentos inicial inteiramente no continente americano. Nosso produto de alta pureza, O design de processos sustentáveis e a estratégia integrada &#8220;da mina ao ímã&#8221; agora são sustentados pela engenharia de uma das empresas líderes mundiais. Continuaremos trabalhando para aprimorar nossa tecnologia, que, a médio prazo, também planejamos aplicar no Brasil e em outros países onde operamos. O mundo precisa de um fornecimento concreto, independente e resiliente de terras raras pesadas — e a Aclara foi criada para fornecer exatamente isso.&#8221;</p><p><strong>Bemisa</strong></p><p>A Bemisa está desenvolvendo um projeto de terras raras em Bambuí (MG) que, segundo a empresa, é um exemplo claro de como depósitos aparentemente simples podem exigir soluções tecnológicas sofisticadas. Com centenas de milhões de toneladas já delineadas, a iniciativa aposta na simplicidade geológica e na complexidade do processamento para viabilizar a produção.</p><p>O depósito conta com cerca de 600 milhões de toneladas de recursos medidos e indicados a 0,28% TREO, e 1,5 bilhão de toneladas adicionais ainda em avaliação. O depósito, do tipo iônico, concentra- -se principalmente em NdPr (Óxido de Neodímio-Praseodímio) — elementos críticos para a transição energética — com teores médios entre 0,3% e 0,4% TREO. A mineralização ocorre em camadas rasas, com profundidades médias entre 45 e 55 metros, o que favorece a lavra.</p><p>A geologia é bastante simples. São camadas horizontais rasas. No entanto, o verdadeiro desafio está no processamento. A empresa já realizou mais de 600 testes metalúrgicos e cerca de 1.500 ensaios de lixiviação, buscando validar o fluxograma até a produção de carbonatos mistos de terras raras. A campanha atual inclui cerca de 210 furos, com o objetivo de suportar uma certificação formal de recursos no curto prazo. A ideia é ter todos os dados necessários para apoiar uma certificação de recursos até o próximo ano.</p><p>O cronograma prevê ainda estudos de pré-viabilidade por volta de 2029, refletindo a cautela típica de projetos de terras raras, onde decisões sobre separação e refino impactam fortemente o CAPEX.</p></div><p><em>Fonte: brasilmineral.com.br (Francisco Alves)</em></p></div>								</div>
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		<title>Enrolador de cabo inteligente mudou a produtividade das escavadeiras elétricas em Carajás</title>
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		<dc:creator><![CDATA[administrador]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 10:54:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[No segundo dia da conferência Electric Mine, em Lisboa, Portugal, a Vale abriu a agenda de palestras apresentando uma solução inovadora. Um enrolador de cabo inteligente equipado com sensores, que gerencia a ligação elétrica da escavadeira, de forma automatizada, mantendo-a protegida no tambor, mas com extensão retilínea suficiente no solo, sem “sobras”.   Essa solução aparentemente simplória [&#8230;]]]></description>
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									<h6 data-lfr-editable-id="element-text" data-lfr-editable-type="text">No segundo dia da conferência Electric Mine, em Lisboa, Portugal, a Vale abriu a agenda de palestras apresentando uma solução inovadora.</h6><hr /><div><div data-block-type="unstyled" data-block-weight="31"><p>Um enrolador de cabo inteligente equipado com sensores, que gerencia a ligação elétrica da escavadeira, de forma automatizada, mantendo-a protegida no tambor, mas com extensão retilínea suficiente no solo, sem “sobras”.  </p><p>Essa solução aparentemente simplória permitiu eliminar os riscos de segurança do ajudante encarregado de manusear o cabo elétrico no solo do pit, que é “invisível” para o operador da máquina na sua cabine no alto, e evitando que a escavadeira avance até se desconectar da subestação de energia e também traga danos ao cabo por possível atingimento pelas esteiras da máquina.</p><p>O enrolador inteligente foi desenvolvido por uma equipe dedicada da Vale em Carajás, Pará, da qual participou o engenheiro especialista Gilney Freitas, que apresentou o projeto na Electric Mine, juntamente com Alessandro Cezar, diretor da empresa fabricante.  </p><p>A solução que inicialmente era destinada a resolver a segurança dos colaboradores que manuseiam o cabo elétrico, acabou gerando ganhos de produtividade por conta do recuo das escavadeiras em 300 a 400 m nas etapas de desmonte com explosivos na bancada, manobra que antes provocava danos frequentes nos cabos.  </p><p>O enrolador inteligente é dotado de sensores que acusam o tambor cheio (cabo recolhido) e vazio (cabo estendido ao máximo), posicionamento do cabo a direita ou a esquerda da máquina, e proximidade com o solo quando a escavadeira pode atolar durante as chuvas torrenciais da região de Carajás. </p><p>Esses dados são transmitidos pelo sistema NXBB (tecnologia de transmissão de dados industrial) que modula para linha de baixa tensão, notificando o operador e a supervisão. Informações que até então não eram dispostas.  </p><p>Essa telemetria tornou possível instalar sensores de vibração para monitorar a saúde dos rolamentos que compõem o material rodante da escavadeira, um ganho colateral que não era previsto no projeto original.</p><p>O primeiro lote de 14 enroladores inteligentes instalados nas operações da Serra Norte, em Carajás, da Vale, possibilitou-se ganhar 50 a 60 horas de tempo produtivo das escavadeiras, além de eliminar os riscos de segurança de colaboradores em campo. A vida útil chegou a 25 mil horas de serviço, informou a mineradora.</p></div><p><em>Fonte: revistaminerios.com.br</em></p></div>								</div>
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		<title>Vale anuncia lucro de R$ 9,95 bilhões no 1T26, alta de 22%</title>
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		<pubDate>Mon, 04 May 2026 11:38:53 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Mineradora registra alta no lucro e no EBITDA com avanço de vendas e melhora de preços de minério, cobre e níquel A Vale iniciou 2026 com crescimento consistente em seus principais indicadores financeiros, de acordo com o balanço divulgado na noite desta terça-feira (28). No primeiro trimestre (1T26), a mineradora reportou lucro líquido de R$ 9,95 bilhões, alta de 22% na comparação [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="5738" class="elementor elementor-5738" data-elementor-post-type="post">
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									<h6 data-lfr-editable-id="element-text" data-lfr-editable-type="text">Mineradora registra alta no lucro e no EBITDA com avanço de vendas e melhora de preços de minério, cobre e níquel</h6><hr /><div><div data-block-type="unstyled" data-block-weight="31"><p>A Vale iniciou 2026 com crescimento consistente em seus principais indicadores financeiros, de acordo com o balanço divulgado na noite desta terça-feira (28). No primeiro trimestre (1T26), a mineradora reportou lucro líquido de R$ 9,95 bilhões, alta de 22% na comparação com o 1T25, impulsionada por melhor desempenho operacional, avanço das vendas e melhora no resultado financeiro.</p><p>A receita líquida de vendas somou R$ 48,68 bilhões no período, crescimento de 3% frente ao 1T25, sustentado pelo aumento nos volumes comercializados em todos os principais segmentos da mineradora. As vendas de minério de ferro cresceram 4%, enquanto cobre e níquel avançaram 11% e 15%, respectivamente, além de a empresa se beneficiar de preços realizados mais elevados, com destaque para o minério de ferro fino, que atingiu preço médio de US$ 95,8 por tonelada.</p><p>Segundo o CEO, Gustavo Pimenta, a companhia registrou um começo de ano considerado “sólido”, com recordes de produção em vários ativos, refletindo a excelência operacional e a maior flexibilidade do portfólio em um ambiente de mercado mais favorável. A mineradora também ressaltou a continuidade do foco em eficiência de custos como pilar para preservar competitividade e aumentar a resiliência diante de pressões externas.</p></div></div>								</div>
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									<p>O desempenho operacional também se refletiu no EBITDA ajustado, que alcançou R$ 20,1 bilhões no trimestre, alta de 11% na comparação anual. Já o EBITDA proforma totalizou R$ 20,4 bilhões, avanço de 9%, refletindo principalmente o maior volume de vendas e preços mais favoráveis das commodities, parcialmente compensados pelo impacto da valorização do real.</p><p>Entre os segmentos, o negócio de minério de ferro gerou R$ 15,3 bilhões em EBITDA, enquanto cobre e níquel apresentaram forte expansão, com crescimento de 57% e 551%, respectivamente, evidenciando a maior relevância dos metais básicos no portfólio da companhia.</p><p>Mesmo com pressões de custos, a empresa manteve eficiência operacional, com EBITDA ajustado de R$ 15,67 bilhões e margem de 32%, superior à registrada um ano antes, reforçando a capacidade de geração de caixa em um cenário ainda marcado por volatilidade cambial e desafios no mercado global de commodities.</p><p>Os investimentos em CAPEX totalizaram US$ 1,1 bilhão no período, em linha com o <em>guidance</em> anual de US$ 5,4 a 5,7 bilhões para 2026.<br /><br /><em>Fonte: revistamineracao.com.br (Leles Wilian)</em></p>								</div>
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		<title>AngloGold testa primeira autobetoneira elétrica do Brasil em mina subterrânea</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Apr 2026 11:14:33 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Equipamento elétrico elimina emissões no subsolo e melhora qualidade do ar na mina da AngloGold Ashanti em MG A AngloGold Ashanti iniciou a operação da primeira autobetoneira elétrica do Brasil em mineração subterrânea. O equipamento começou a ser testado na Mina Cuiabá, localizada em Sabará (MG), e faz parte da estratégia da companhia para avançar em descarbonização e inovação tecnológica. Desenvolvida pela Normet, a autobetoneira passará [&#8230;]]]></description>
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									<h6 data-lfr-editable-id="element-text" data-lfr-editable-type="text">Equipamento elétrico elimina emissões no subsolo e melhora qualidade do ar na mina da AngloGold Ashanti em MG</h6><hr /><div><div data-block-type="unstyled" data-block-weight="31"><p>A AngloGold Ashanti iniciou a operação da primeira autobetoneira elétrica do Brasil em mineração subterrânea. O equipamento começou a ser testado na Mina Cuiabá, localizada em Sabará (MG), e faz parte da estratégia da companhia para avançar em descarbonização e inovação tecnológica.</p><p>Desenvolvida pela Normet, a autobetoneira passará por um período de testes de 18 meses. A iniciativa busca aliar ganhos operacionais à melhoria das condições de trabalho no subsolo, com foco em saúde, segurança e sustentabilidade.</p><p>Um dos principais diferenciais do equipamento é a eliminação de emissões de gases durante a operação, o que contribui diretamente para a qualidade do ar nas galerias subterrâneas. Sem a presença de fumaça, há redução da sensação térmica e menor necessidade de ventilação forçada. A expectativa da mineradora é de que a tecnologia possibilite uma queda de até 4°C na temperatura em determinadas frentes de trabalho.</p><p>Além dos benefícios ambientais, a autobetoneira elétrica também apresenta menor nível de ruído em comparação aos modelos convencionais. Esse fator favorece a comunicação entre equipes e amplia as condições de segurança no ambiente operacional. Outro ponto relevante é a maior estabilidade dos processos, com redução de paradas não programadas e melhor aproveitamento do tempo produtivo.</p><p>De acordo com o especialista de manutenção da AngloGold Ashanti, Pierre Melo, a introdução do equipamento marca um avanço importante para a operação. Segundo ele, a tecnologia contribui para um ambiente mais saudável e reforça o compromisso da empresa com segurança e sustentabilidade.</p><p>Já o vice-presidente da Normet para a América Latina, Odilon Mendes, destaca que o projeto é resultado de uma colaboração próxima entre as empresas. Para o executivo, a parceria permite a implementação de soluções com ganhos concretos tanto operacionais quanto ambientais, além de impulsionar a eletrificação na mineração subterrânea.</p><p>A adoção da autobetoneira elétrica integra um plano mais amplo da AngloGold Ashanti. Em 2024, a companhia já havia incorporado a <a href="https://revistamineracao.com.br/2024/03/05/carregadeira-100-eletrica-inicia-operacao-em-mina-subterranea-da-anglogold/" target="_blank" rel="noopener">primeira carregadeira 100% elétrica do país nesse tipo de operação</a>, também na unidade de Cuiabá. O equipamento apresentou aumento de produtividade de até 8%, impulsionado pelo torque imediato dos motores elétricos.</p><p>Com base nesses resultados, a mineradora estabeleceu a meta de eletrificar completamente essa categoria de frota até 2027. A estratégia reforça o alinhamento da operação brasileira às melhores práticas globais de ESG e consolida um novo padrão tecnológico no setor mineral.</p><p><em>Fonte: revistamineracao.com.br</em></p></div></div>								</div>
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		<title>Vale abre 2026 com recordes em Carajás, Brucutu e Long Harbour</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Apr 2026 11:26:48 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Mineradora entrega o maior volume de vendas de minério de ferro para um primeiro trimestre desde 2018 e registra crescimento de dois dígitos em cobre e níquel. A Vale divulgou seu relatório de produção e vendas do primeiro trimestre de 2026, em um balanço marcado pelo avanço consistente dos três principais segmentos da companhia — [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="5724" class="elementor elementor-5724" data-elementor-post-type="post">
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									<h6 data-lfr-editable-id="element-text" data-lfr-editable-type="text">Mineradora entrega o maior volume de vendas de minério de ferro para um primeiro trimestre desde 2018 e registra crescimento de dois dígitos em cobre e níquel.</h6><hr /><div><div data-block-type="unstyled" data-block-weight="31"><p>A Vale divulgou seu relatório de produção e vendas do primeiro trimestre de 2026, em um balanço marcado pelo avanço consistente dos três principais segmentos da companhia — minério de ferro, cobre e níquel — mas também por interrupções operacionais pontuais que mostram o peso de fatores climáticos e geopolíticos no calendário do ano.</p><p>A produção de minério de ferro totalizou 69,7 Mt (+3% a/a), com vendas de 68,7 Mt (+4% a/a) — o maior volume para um primeiro trimestre desde 2018. O cobre somou 102,3 kt (+12,5% a/a), melhor 1T desde 2017, e o níquel alcançou 49,3 kt (+12,3% a/a), melhor 1T desde 2020. Os preços realizados também deram sustentação à receita: finos de minério de ferro a US$ 95,8/t, cobre a US$ 13.143/t (+47,8% a/a) e níquel a US$ 17.015/t.</p><p><strong>Os pontos altos do trimestre</strong></p><p><strong>S11D bate novo recorde de 1T.</strong> O carro-chefe de Carajás produziu 19,9 Mt no trimestre, 0,5 Mt a mais que no 1T25, impulsionado por iniciativas de confiabilidade de ativos e maior uso de equipamentos móveis. É a maior produção já registrada pelo complexo em um primeiro trimestre.</p><p><strong>Brucutu no maior 1T desde 2018.</strong> No Sistema Sudeste, Minas Centrais cresceu 23% a/a, puxado pelo aumento da produção da quarta e quinta linhas de processamento de Brucutu. Somado ao ramp-up de Capanema — que deve atingir capacidade total já no 2T — e à menor parada de manutenção em Itabira, o sistema avançou 3,1 Mt a/a.</p><p><strong>Pelotas Tubarão em alta de 35%.</strong> A produção de pelotas do Sistema Sudeste saltou de 3,7 Mt para 5,0 Mt (+35,1% a/a), com destaque para Hispanobras (Tubarão 4), que mais que triplicou a produção no período, e Nibrasco (Tubarão 5 e 6), que cresceu 80,7%. O movimento reflete a maior disponibilidade de pellet feed vindo de Itabira.</p><p><strong>Sossego entrega segundo melhor 1T da história.</strong> A mina paraense praticamente dobrou a produção em relação ao ano anterior, saltando de 16 kt para 29 kt de cobre (+81,3%). A usina operou com a maior taxa de processamento de minério já registrada, estratégia deliberada para maximizar volumes antes da parada de 110 dias do moinho SAG prevista para o segundo semestre.</p><p><strong>Onça Puma atinge seu maior 1T histórico.</strong> A operação do segundo forno durante todo o trimestre levou a produção de níquel acabado de origem própria a 8,9 kt (+64,8% a/a), consolidando o ativo como peça-chave do portfólio brasileiro de níquel da Vale.</p><p><strong>Recorde na refinaria de Long Harbour.</strong> Com o forte volume vindo das minas subterrâneas de Voisey&#8217;s Bay, a refinaria canadense entregou a maior produção já registrada para um primeiro trimestre, puxando Voisey&#8217;s Bay de 6,5 kt para 10,5 kt de níquel acabado (+61,5% a/a).</p><p><strong>Preços realizados em alta.</strong> O cobre teve salto de 47,8% na comparação anual, refletindo o movimento positivo da LME e ajustes favoráveis de precificação. O prêmio all-in do minério de ferro praticamente dobrou a/a, de US$ 4,8/t para US$ 6,2/t, sustentado por mix de produtos mais flexível e maiores prêmios para produtos de baixo teor de alumina.</p><p><strong>Os pontos baixos do trimestre</strong></p><p><strong>Chuvas atípicas no Sistema Sul.</strong> A precipitação média no Sul triplicou em relação ao 1T25 — de 351 mm para 1.046 mm — e impactou especialmente o Complexo Paraopeba, com Mutuca, Fábrica e outras unidades recuando 42,1% a/a (de 2,8 Mt para 1,6 Mt). O efeito só não foi maior porque a planta VGR1 seguiu em ramp-up no Complexo Vargem Grande, mantendo o sistema praticamente estável.</p><p><strong>Serra Norte recua 11,5%.</strong> A menor, porém esperada, disponibilidade de run-of-mine derrubou a produção de Serra Norte e Serra Leste de 15,0 Mt para 13,3 Mt, fazendo com que o Sistema Norte fechasse o trimestre 1,2 Mt abaixo do 1T25, apesar do recorde de S11D.</p><p><strong>Tempestades de neve atrapalham Sudbury.</strong> Nevascas não usuais e uma manutenção não planejada em Clarabelle — já concluída — reduziram a produção de cobre no Canadá em 2,2 kt a/a. Sudbury sozinha caiu 16,4% (de 15,9 kt para 13,3 kt de cobre acabado).</p><p><strong>Thompson despenca com bloqueio de duto.</strong> A operação canadense de níquel produziu apenas 1,2 kt no trimestre, ante 3,6 kt no 1T25 (-66,7%), em função de um bloqueio de duto agravado por condições climáticas adversas. A situação já foi resolvida, e em fevereiro a Vale Base Metals assinou acordo para formar um consórcio no Thompson Nickel Belt, do qual passará a deter 18,9% — movimento estratégico para reposicionar o ativo dentro do portfólio global.</p><p><strong>Omã interrompida por conflito no Oriente Médio.</strong> As plantas de pelotização omanis pararam em meados de março para manutenção anual programada, e as atividades de construção da planta de concentração de Sohar também foram suspensas. Restrições logísticas ligadas aos conflitos na região devem postergar a retomada para o final do 3T. No intervalo, o pellet feed originalmente destinado a Omã será redirecionado para Tubarão e para vendas de finos, preservando o guidance de 30–34 Mt de aglomerados para o ano.</p><p><strong>São Luís reduz o ritmo.</strong> A planta de pelotização maranhense produziu apenas 72 kt no trimestre, ante 370 kt no 1T25 (-80,5%). A Vale informou que, a partir deste trimestre, São Luís passa a operar em linha com os cenários de demanda, com possível retomada plena condicionada às condições de mercado.</p><p><strong>Calendário de manutenções pressiona o 2S26</strong></p><p>O cronograma divulgado pela Vale indica que o segundo semestre concentrará a maior parte das paradas programadas em metais básicos. Em cobre, Sossego terá 9 semanas de reconstrução do moinho SAG no 3T e mais 6 semanas no 4T, além de paradas adicionais de 3 e 2 semanas nas linhas regulares. Em níquel, o 3T traz manutenções simultâneas em Creighton (6 semanas), Copper Cliff (3 semanas), Clarabelle (4 semanas) e Thompson mina e moinho (4 semanas cada). Já o 2T terá Sudbury smelter, refinaria, Port Colborne e Clydach parados por 4 semanas, além de 5 semanas em Matsusaka ainda no 1T.</p><p>A concentração das paradas nos trimestres seguintes reforça a importância do volume recorde entregue no 1T como &#8220;colchão&#8221; para o guidance anual.</p><p><strong>Guidance 2026 mantido</strong></p><p>A companhia reiterou as projeções de produção para o ano:</p><ul><li><strong>Minério de ferro:</strong> 335 a 345 milhões de toneladas</li><li><strong>Aglomerados (pelotas e briquetes):</strong> 30 a 34 milhões de toneladas</li><li><strong>Cobre:</strong> 350 a 380 mil toneladas</li><li><strong>Níquel:</strong> 175 a 200 mil toneladas</li></ul><p>O resultado financeiro completo do trimestre será divulgado em 28 de abril.</p><p><em>Fonte: brasilmineral.com.br</em></p></div></div>								</div>
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		<title>Serra Sul completa 10 anos com projeto de expansão</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Apr 2026 11:08:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Serra Sul, em Canaã dos Carajás (PA), completa 10 anos em 2026 e planeja expandir sua capacidade em 20 Mtpa, utilizando tecnologias sustentáveis que eliminam o uso de água no beneficiamento. A operação de Serra Sul, localizada em Canaã dos Carajás (PA), completa uma década em 2026 consolidando-se como um dos principais marcos da mineração [&#8230;]]]></description>
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									<h6 data-lfr-editable-id="element-text" data-lfr-editable-type="text">Serra Sul, em Canaã dos Carajás (PA), completa 10 anos em 2026 e planeja expandir sua capacidade em 20 Mtpa, utilizando tecnologias sustentáveis que eliminam o uso de água no beneficiamento.</h6><hr /><div><div data-block-type="unstyled" data-block-weight="31"><p data-start="222" data-end="720">A operação de Serra Sul, localizada em Canaã dos Carajás (PA), completa uma década em 2026 consolidando-se como um dos principais marcos da mineração moderna no Brasil. Desde o início de suas atividades, o projeto se destaca pela adoção do processamento a umidade natural, uma tecnologia inovadora que elimina o uso de água no beneficiamento do minério e, consequentemente, dispensa a necessidade de barragens de rejeitos — um avanço relevante em termos de segurança operacional e sustentabilidade.</p><p data-start="722" data-end="1213">Inserido na Floresta Nacional de Carajás, o complexo também é referência pela aplicação do sistema <em data-start="821" data-end="832">truckless</em>, que substitui o transporte tradicional por caminhões fora de estrada por correias transportadoras de longa distância. Essa solução não apenas aumenta a eficiência logística da operação, como reduz significativamente o consumo de diesel, contribuindo para a diminuição das emissões de gases de efeito estufa e reforçando o compromisso com uma mineração de menor impacto ambiental.</p><p data-start="1215" data-end="1677">Ao longo desses dez anos, Serra Sul tem desempenhado um papel estratégico no portfólio da Vale, sendo responsável pela produção de minério de ferro de alta qualidade, com elevado teor e menor necessidade de processamento adicional. Esse diferencial fortalece a competitividade do produto brasileiro no mercado internacional, especialmente em um cenário de crescente demanda por matérias-primas mais eficientes e com menor pegada de carbono na cadeia siderúrgica.</p><p data-start="1679" data-end="2046">Como parte de sua estratégia de crescimento, a Vale avança com o Projeto +20 Mtpa, que prevê a ampliação da capacidade produtiva do complexo. O investimento está alinhado à visão de longo prazo da companhia, que busca atender à demanda global crescente por minério de maior qualidade, ao mesmo tempo em que promove ganhos de eficiência operacional e sustentabilidade.</p><p data-start="2048" data-end="2422">Além dos avanços produtivos, a operação mantém um compromisso contínuo com a preservação ambiental e a gestão responsável do território. Em parceria com o Núcleo de Gestão Integrada ICMBio Carajás, a empresa apoia a proteção de aproximadamente 800 mil hectares de áreas florestais, contribuindo para a conservação da biodiversidade e o equilíbrio dos ecossistemas da região.</p><p data-start="2424" data-end="2683">Com uma década de resultados consistentes e uma agenda clara de expansão, Serra Sul se consolida como um ativo estratégico não apenas para a Vale, mas para o desenvolvimento do Pará como um importante hub global de mineração sustentável e de alta performance.</p><p><em>Fonte: themining.com.br</em></p></div></div>								</div>
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		<title>As operações de transporte mais difíceis do mundo</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Apr 2026 11:48:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Do Ártico ao Equador, caminhões Komatsu HD785 enfrentam condições operacionais extremas no transporte de materiais em minas de ouro em Gana e de cobre na Suécia Enfrentando as condições operacionais mais difíceis do mundo, o caminhão Komatsu HD785 realiza o transporte de materiais em minas de ouro no Gana e de cobre na Suécia. Com [&#8230;]]]></description>
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									<h6 data-lfr-editable-id="element-text" data-lfr-editable-type="text">Do Ártico ao Equador, caminhões Komatsu HD785 enfrentam condições operacionais extremas no transporte de materiais em minas de ouro em Gana e de cobre na Suécia</h6><hr /><div><div data-block-type="unstyled" data-block-weight="31"><p>Enfrentando as condições operacionais mais difíceis do mundo, o caminhão Komatsu HD785 realiza o transporte de materiais em minas de ouro no Gana e de cobre na Suécia.</p><p>Com capacidade de carga de 92,2 toneladas, o equipamento opera em locais com variações extremas de temperatura e de incidência de luz.</p><p>Para enfrentar essas condições, o motor e os sistemas automatizados permitem a movimentação em terrenos com desníveis, enquanto o projeto da cabine foca em visibilidade e controle da máquina em diferentes climas.</p><p>Na mina de ouro Ayanfuri, em Gana, o termômetro invariavelmente registra entre 33ºC e 34ºC, em uma operação que envolve poeira e vibração durante os turnos de trabalho.</p><p>Nesse cenário, a operadora Ruth Ofori conduz o veículo para a Rocksure International Limited após deixar um cargo de analista financeira.</p><p>“Força, inteligência emocional, disciplina e perseverança são os valores centrais necessários para ter sucesso neste campo dominado por homens”, comenta Ofori.</p></div></div>								</div>
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									<p><em><small>A operadora Ruth Ofori conduz o veículo para a Rocksure International após deixar um cargo de analista financeira em Gana.</small></em></p>								</div>
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									<p>Com ar-condicionado, câmeras e sistemas de assistência, a cabine dispõe ainda do sistema KomVision, que projeta uma imagem de 360º em tempo real para eliminar pontos cegos.</p><p>“O design centrado no operador e a cabine com ar-condicionado proporcionam conforto enquanto dirijo a máquina. Isso permite que me concentre no trabalho, independentemente das condições externas”, completa.</p><p>Na Suécia, em contraste, a temperatura atinge -20ºC em uma das minas de cobre mais gélidas da Europa.</p><p>No inverno, o local recebe apenas três horas de luz solar por dia.</p><p>Segundo Caroline Landström, que opera o HD785 há três anos e meio no país, “muitos pensam que apenas homens podem operar essas máquinas, mas quero mostrar que as mulheres também podem”.</p><p>“As condições em que trabalhamos são desafiadoras, mas é algo a que estou habituada por ter vivido toda a minha vida no norte da Suécia”, ela relata.</p><p>“Gosto especialmente do contraste entre o meu emprego anterior, que envolvia a interação com pessoas, e minha função atual, onde a equipe e eu movemos montanhas”, destaca.</p><p>Fonte: <em>revistamt.com.br</em></p>								</div>
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									<p><em><small>Operando o caminhão HD785 há três anos e meio, Caroline Landström destaca as condições desafiadoras na Suécia.</small></em></p>								</div>
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		<title>Volvo lança escavadeira elétrica de 23 toneladas no Brasil com até 9 horas de autonomia</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Mar 2026 11:12:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[EC230 Electric amplia portfólio de máquinas zero emissões da marca e entrega desempenho equivalente ao de modelos a diesel A Volvo avança em sua estratégia de descarbonização no Brasil com o lançamento da Volvo EC230 Electric, escavadeira 100% elétrica na classe de 23 toneladas. O modelo chega ao mercado nacional voltado para aplicações como movimentação de [&#8230;]]]></description>
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									<h6 data-lfr-editable-id="element-text" data-lfr-editable-type="text"><strong>EC230 Electric amplia portfólio de máquinas zero emissões da marca e entrega desempenho equivalente ao de modelos a diesel</strong></h6><hr /><div><div data-block-type="unstyled" data-block-weight="31"><p>A Volvo avança em sua estratégia de descarbonização no Brasil com o lançamento da Volvo EC230 Electric, escavadeira 100% elétrica na classe de 23 toneladas. O modelo chega ao mercado nacional voltado para aplicações como movimentação de terra, manuseio de resíduos e sucata, além de operações que exigem redução de emissões de CO₂ e menor ruído operacional.</p><p>Com a novidade, a fabricante amplia sua linha de equipamentos eletrificados no país. O portfólio passa a incluir também as carregadeiras Volvo L120 Electric e Volvo L25 Electric, além da miniescavadeira Volvo ECR25 Electric.</p><p>Segundo Rafael Nieweglowski, diretor comercial da Volvo no Brasil, a chegada da nova escavadeira reforça o compromisso da empresa com soluções sustentáveis para o setor de construção e infraestrutura.</p><div><p>“Estamos ampliando nossa oferta de equipamentos zero emissões. Agora, temos uma escavadeira de médio porte (EC230 Electric), uma carregadeira de médio porte (L120 Electric), uma carregadeira de pequeno porte (L25 Electric) e uma escavadeira de pequeno porte (ECR25 Electric)”, afirma o executivo.</p><h5 id="h-autonomia-para-ate-nove-horas-de-operacao" class="wp-block-heading">Autonomia para até nove horas de operação</h5><p>A Volvo EC230 Electric utiliza baterias do tipo LFP (lítio-ferro-fosfato) de 600 V, com capacidade total de 423 kWh. De acordo com a fabricante, o conjunto garante autonomia de até nove horas de operação, dependendo da aplicação.</p><p>De acordo com Guilherme Ferreira, head de gestão de produtos e produtividade da Volvo CE, em determinadas operações a escavadeira pode trabalhar um turno completo sem necessidade de recarga.</p><p>“Em algumas aplicações é possível trabalhar o dia inteiro sem interrupção, fazendo a recarga à noite ou durante o intervalo de turnos. Para aplicações mais severas é possível cumprir jornadas completas com uma recarga de oportunidade no intervalo das refeições dos operadores”, explica.</p><p>Quando conectada a um carregador rápido de até 240 kW, a bateria pode ser recarregada de 5% a 95% em aproximadamente 90 minutos.</p><h5 id="h-desempenho-equivalente-ao-diesel" class="wp-block-heading">Desempenho equivalente ao diesel</h5><p>Apesar da proposta de emissões zero, a nova escavadeira mantém desempenho semelhante ao de máquinas a diesel da mesma categoria.</p><p>O motor elétrico entrega potência contínua de 148 cv (110 kW) e potência de pico de 215 cv (160 kW), garantindo força adicional quando necessário. Entre as vantagens do conjunto estão operação silenciosa, menor nível de vibração e torque instantâneo.</p><h5 id="h-tecnologias-avancadas" class="wp-block-heading">Tecnologias avançadas</h5><p>A Volvo EC230 Electric também mantém diversas tecnologias presentes nas escavadeiras convencionais da marca.</p><p>Entre os destaques estão os comandos eletro-hidráulicos associados à nova válvula de controle principal (MCV), que utilizam gerenciamento inteligente do fluxo hidráulico sob demanda, aumentando a precisão e a produtividade nas escavações.</p><p>O sistema de prioridades permite ao operador ajustar facilmente a atuação da lança, do braço e do giro da máquina, adaptando o comportamento do equipamento a diferentes tipos de trabalho.</p><p>Outro recurso é o modo de controle dinâmico de rotações (DRC), que otimiza o funcionamento do sistema hidráulico ao ajustar automaticamente o regime de operação das bombas para trabalhar sempre em sua faixa de maior eficiência.</p><p>A escavadeira também conta com múltiplas câmeras de alta definição para monitoramento do entorno do equipamento, alinhadas ao conceito de segurança da Volvo voltado à redução de acidentes em operações de campo.</p></div><p><em>Fonte: autossegredos.com.br</em></p></div></div>								</div>
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