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	<title>Aetos Parts</title>
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	<description>Peças de reposição OEM e OEM BYPASS para máquinas e equipamentos de mineração</description>
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		<title>Transição do mercado global é oportunidade estratégica para o Brasil</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 12:27:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Para o Brasil, segundo maior exportador mundial de minério de ferro, o cenário não é apenas um desafio, mas um chamado à ação estratégica para alavancar a qualidade de seu minério, sua matriz energética limpa e a diversificação de mercados exportadores. O cenário global da cadeia de valor do aço e do minério de ferro [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="5864" class="elementor elementor-5864" data-elementor-post-type="post">
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									<div class="block block--ctools-block block--entity-field:node:field-teaser-text block-ctools-block block-entity-fieldnodefield-teaser-text"><h6 class="field field--name-field-teaser-text field--type-string-long field--label-hidden field__item">Para o Brasil, segundo maior exportador mundial de minério de ferro, o cenário não é apenas um desafio, mas um chamado à ação estratégica para alavancar a qualidade de seu minério, sua matriz energética limpa e a diversificação de mercados exportadores.</h6></div><div class="block block--ctools-block block--entity-field:node:field-teaser-media block-ctools-block block-entity-fieldnodefield-teaser-media"><div class="blazy blazy--nojs blazy--field blazy--field-teaser-media blazy--field-teaser-media---custom field field--name-field-teaser-media field--type-entity-reference field--label-hidden field__item" data-blazy="" data-once="blazy"><div class="media media--blazy media--bundle--image media--image media--responsive is-b-loaded"><picture><source srcset="/sites/default/files/styles/image_in_article/public/pnm%202050%201.jpeg.webp?itok=2mDshXON 1x" type="image/webp" media="all and (min-width: 768px)" /><source srcset="/sites/default/files/styles/image_in_article_sm/public/pnm%202050%201.webp?itok=kbtBG_th 1x" type="image/webp" /><source srcset="/sites/default/files/styles/image_in_article/public/pnm%202050%201.jpeg.webp?itok=2mDshXON 1x" type="image/webp" media="all and (min-width: 768px)" /><source srcset="/sites/default/files/styles/image_in_article_sm/public/pnm%202050%201.jpeg?itok=kbtBG_th 1x" type="image/jpeg" /></picture></div></div></div><hr /><div><div data-block-type="unstyled" data-block-weight="31"><p>O cenário global da cadeia de valor do aço e do minério de ferro está passando por uma reestruturação profunda. Segundo o mais recente relatório da SMM (Shanghai Metals Market), <em>“Steel Industry Analysis and Outlook – July 2026”</em>, o mercado entra em uma fase de superávit estrutural de minério de ferro, com a demanda chinesa encolhendo e preços pressionados a operar próximos à curva de custo.</p><p>Para o Brasil, segundo maior exportador mundial de minério de ferro, esse cenário não é apenas um desafio, mas um chamado à ação estratégica para alavancar a qualidade de seu minério, sua matriz energética limpa e a diversificação de mercados exportadores.</p><p><strong>O Fim do Ciclo de Alta do Minério e a Ascensão da Qualidade</strong></p><p>Os dados da SMM apontam para uma realidade inegável: nos próximos cinco anos, a indústria global enfrentará um excedente acumulado de oferta de minério de ferro próximo a 400 milhões de toneladas, impulsionado pela expansão das grandes mineradoras na Austrália e Brasil, e o início da produção do megaprojeto de Simandou, na África.</p><p>Com a China – principal comprador global – implementando restrições de produção e vendo seu setor imobiliário encolher, os preços do minério de ferro devem enfrentar forte pressão de baixa. Neste ambiente de &#8220;preço de custo&#8221;, os minérios de baixo teor e alto custo de extração serão os primeiros a serem marginalizados.</p><p>É aqui que o Brasil detém uma vantagem competitiva formidável. O relatório destaca que as usinas siderúrgicas estão buscando otimizar custos e aumentar a produtividade dos altos-fornos para sobreviver a margens apertadas.</p><p>O minério de ferro brasileiro de alto teor (como o produzido no Pará) se tornará ainda mais premium, reduzindo o consumo de coque e aumentando a eficiência na produção de ferro gusa.</p><p>A expansão contínua de projetos de baixo custo e alto teor no Brasil, como a Fase 2 do S11D da Vale, garante ao país uma posição de destaque como fornecedor de &#8220;último recurso&#8221;, altamente resiliente às quedas de preço.</p><p><strong>Diversificação: A Pivotagem Estratégica para a Índia e o Oriente Médio</strong></p><p>O relatório da SMM traz uma lição crucial para a estratégia exportadora brasileira: a demanda por aço e minério de ferro está se deslocando da China para mercados emergentes.</p><p>O documento projeta que a &#8220;aceleração da industrialização em regiões como Índia, Sudeste Asiático e Oriente Médio assumirá a demanda doméstica chinesa&#8221;.</p><p>Para o Brasil, que historicamente direcionou a maior parte de suas cargas para a China, a diversificação geográfica é a maior oportunidade da década.</p><p>A Índia, em particular, está em um ciclo agressivo de expansão de capacidade siderúrgica, demandando grandes volumes de minério de ferro de alta qualidade.</p><p>A posição logística brasileira, com rotas marítimas estabelecidas via Cabo da Boa Esperança, permite uma pivotagem estratégica para atender a crescente demanda indiana e do Golfo Pérsico, mitigando a dependência do gigante asiático.</p><p><strong>A Revolução Verde: Sucata e o Aço Descarbonizado</strong></p><p>Outro ponto de destaque no relatório da SMM é a tendência de longo prazo para a descarbonização: &#8220;As tendências verdes e de baixo carbono levarão a que matérias-primas como a sucata de aço substituam o coque e o minério&#8221;.</p><p>O Brasil possui uma das matrizes elétricas mais limpas do mundo (predominantemente hidrelétrica), o que coloca a indústria nacional de ferro-gusa e aço em posição privilegiada para produzir &#8220;aço verde&#8221;.</p><p>Além disso, o país já possui um ecossistema robusto de reciclagem e coleta de sucata. A oportunidade de negócios reside em transformar o Brasil não apenas em um exportador de minério, mas em um polo de produção de metálicos verdes (ferro-gusa e DRI) e semi-acabados de baixo carbono, atendendo às exigências rígidas de sustentabilidade dos mercados europeu e americano.</p><p><strong>A Importância da Inteligência de Mercado em Tempos de Transição</strong></p><p>Com a cadeia global do aço operando em um equilíbrio precário – onde fatores como o conflito EUA-Irã, acidentes em minas chinesas de carvão e guerras comerciais causam volatilidade extrema –, decisões baseadas em intuição são inaceitáveis.</p><p>O relatório <em>SMM Steel Industry Analysis and Outlook</em> é considerado uma ferramenta vital para mineradoras, siderúrgicas, tradings e investidores brasileiros que buscam navegar a complexidade do mercado global de 2026 a 2030.</p><p>A publicação oferece:</p><ul><li>Previsões de preços e balanço de oferta e demanda para minério de ferro, coque, carvão, sucata e produtos siderúrgicos (semis, planos, longos, etc.).</li><li>Análise granular dos custos e margens das usinas chinesas, indicando o piso de sobrevivência do mercado global.</li><li>Mapeamento das rotas de comércio internacional, essencial para as estratégias de exportação brasileiras em um mundo fragmentado por barreiras comerciais (anti-dumping) e novas capacidades no Sudeste Asiático e Índia.</li></ul><p>&#8220;O mercado global de aço está no limite de uma transformação qualitativa. O Brasil tem os ativos minerais, a energia limpa e a posição logística para ser o grande vencedor dessa nova era, desde que abandone a estratégia de volume puro e foque em valor, qualidade e descarbonização. A inteligência de dados da SMM é a bússola para essa transição&#8221;, afirmam analistas do setor. </p><p><em>Fonte: brasilmineral.com.br por Márcio Goto</em></p></div></div>								</div>
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		<title>PNM 2050 quer elevar participação do setor mineral no PIB para 4,5%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[administrador]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 11:33:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Governo federal lança o PNM 2050, instrumento que organiza políticas públicas em quatro pilares, define 75 diretrizes e estabelece metas ambiciosas para um setor que já responde por 20% das exportações brasileiras. O Ministério de Minas e Energia lançou oficialmente o Plano Nacional de Mineração 2050 (PNM 2050), instrumento de planejamento estratégico de longo prazo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="5845" class="elementor elementor-5845" data-elementor-post-type="post">
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									<div class="block block--ctools-block block--entity-field:node:field-teaser-text block-ctools-block block-entity-fieldnodefield-teaser-text"><h6 class="field field--name-field-teaser-text field--type-string-long field--label-hidden field__item">Governo federal lança o PNM 2050, instrumento que organiza políticas públicas em quatro pilares, define 75 diretrizes e estabelece metas ambiciosas para um setor que já responde por 20% das exportações brasileiras.</h6></div><div class="block block--ctools-block block--entity-field:node:field-teaser-media block-ctools-block block-entity-fieldnodefield-teaser-media"><div class="blazy blazy--nojs blazy--field blazy--field-teaser-media blazy--field-teaser-media---custom field field--name-field-teaser-media field--type-entity-reference field--label-hidden field__item" data-blazy="" data-once="blazy"><div class="media media--blazy media--bundle--image media--image media--responsive is-b-loaded"><picture><source srcset="/sites/default/files/styles/image_in_article/public/pnm%202050%201.jpeg.webp?itok=2mDshXON 1x" type="image/webp" media="all and (min-width: 768px)" /><source srcset="/sites/default/files/styles/image_in_article_sm/public/pnm%202050%201.webp?itok=kbtBG_th 1x" type="image/webp" /><source srcset="/sites/default/files/styles/image_in_article/public/pnm%202050%201.jpeg.webp?itok=2mDshXON 1x" type="image/webp" media="all and (min-width: 768px)" /><source srcset="/sites/default/files/styles/image_in_article_sm/public/pnm%202050%201.jpeg?itok=kbtBG_th 1x" type="image/jpeg" /></picture></div></div></div><hr /><div><div data-block-type="unstyled" data-block-weight="31"><p>O Ministério de Minas e Energia lançou oficialmente o Plano Nacional de Mineração 2050 (PNM 2050), instrumento de planejamento estratégico de longo prazo que, segundo o governo, retoma, após 15 anos de lacuna, a tarefa de organizar a política mineral brasileira com visão de futuro, metas mensuráveis e compromissos de sustentabilidade. O evento marcou também o lançamento do Referencial Básico para Mineração Brasileira Sustentável, documento complementar que estabelece diretrizes de boas práticas para o setor público e privado. Juntos, os dois instrumentos sinalizam uma inflexão na forma como o Estado brasileiro pretende conduzir uma atividade que, em 2024, foi responsável por 20% do valor total das exportações nacionais e por 33% do saldo comercial positivo do país.</p><p><strong>Um setor maior do que aparece</strong></p><p>Antes de entrar nos detalhes do plano, é preciso compreender o tamanho do território que ele pretende mapear. O setor mineral brasileiro responde hoje por 3,3% do Produto Interno Bruto, gera mais de 800 mil empregos diretos e cerca de 3 milhões de postos de trabalho em toda a cadeia de valor. No ano passado, produziu mais de R$ 100 bilhões em receitas públicas, dos quais quase R$ 8 bilhões apenas de Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais, a CFEM. O país detém reservas que o colocam em posição de destaque no ranking mundial: é o primeiro em nióbio, o segundo em terras raras e grafita, e o terceiro em ferro, manganês e estanho.</p><p>A secretária de Geologia, Mineração e Transformação Mineral do Ministério de Minas e Energia, Ana Paula Bittencourt, foi direta ao sublinhar a invisibilidade paradoxal do setor diante de sua relevância concreta. &#8220;É um setor que está onde muitas vezes a gente não consegue enxergar e que tem uma contribuição muito ativa e muito relevante para a construção das nossas políticas públicas, seja como insumo diretamente, seja como fonte de recursos para despesas e bens públicos&#8221;, afirmou.</p><p>O cenário externo amplifica essa importância. A corrida global por minerais críticos — lítio, cobalto, terras raras, grafita, cobre, níquel — intensificada pela transição energética, pela digitalização da economia e pela necessidade de reindustrialização de grandes potências, coloca o Brasil em posição privilegiada e, ao mesmo tempo, diante de uma janela que pode se fechar se não houver ação coordenada. Minerais como ferro, cobre, lítio, níquel, grafita, terras raras, fosfato e potássio são identificados no plano como essenciais para infraestrutura, segurança alimentar, defesa nacional e produção de tecnologias limpas.</p><p><strong>O que é o PNM 2050</strong></p><p>O Plano Nacional de Mineração 2050 integra o sistema permanente de planejamento da política mineral brasileira, instituído pelo Decreto nº 11.108/2022, com diretrizes estabelecidas pela Resolução CNPM nº 5/2025. Sua arquitetura repousa sobre quatro pilares estruturais: sustentabilidade e valor social; segurança do suprimento mineral e aproveitamento responsável; agregação de valor e competitividade; e governança e integridade. A partir desses eixos, o plano organiza cinco objetivos estratégicos, identifica 32 desafios e define 75 diretrizes de política pública.</p><p>Os cinco objetivos estratégicos são: consolidar a mineração brasileira como sustentável e inclusiva; ampliar o conhecimento geológico e o aproveitamento dos recursos minerais; promover a agregação de valor e o adensamento produtivo; fortalecer a governança, a integridade e a transparência na mineração; e assegurar a soberania nacional e a segurança do suprimento mineral.</p><p>O instrumento, no entanto, não foi concebido como um documento estático. Sua mecânica prevê que as diretrizes do PNM 2050 sejam sucessivamente densificadas por Planos de Metas e Ações, com janelas de revisão a cada quatro anos. &#8220;O horizonte do PNM, que é o horizonte de 2050, não tem a pretensão de ser um horizonte estático&#8221;, explicou Ana Paula. &#8220;O PNA necessariamente vai ser revisitado periodicamente e vai ser melhor densificado com metas e ações num outro instrumento que virá posteriormente e que tem uma janela menor, para ser revisitado.&#8221;</p><p>Essa arquitetura busca, segundo a secretária, garantir que o planejamento permaneça responsivo às transformações aceleradas que têm afetado o setor mineral global. &#8220;É assim que buscamos oxigenar esse instrumento de longo prazo e dinamizar, fazer com que o nosso planejamento esteja sempre conversando com esses fatores que a gente tem visto que têm afetado cada vez mais o setor mineral brasileiro.&#8221;</p><p><strong>Metas para transformar o horizonte</strong></p><p>O PNM 2050 é ambicioso ao estabelecer um conjunto de metas quantitativas que permitem medir o avanço do setor ao longo das próximas décadas.</p><p>Em empregos, a projeção é chegar a 1,4 milhão de postos diretos até 2050, um acréscimo de 400 mil vagas em relação ao patamar atual. Na participação do setor no PIB, a meta é saltar de 3,3% para 4,5%. A indústria de transformação mineral, hoje responsável por 51,5% do PIB setorial, deverá alcançar 65%, sinalizando uma aposta clara no adensamento produtivo e na agregação de valor — em vez da simples exportação de minério bruto.</p><p>No campo do conhecimento geológico, o plano prevê avançar de 28% para 52% no mapeamento do território em escala 1:100.000, um crescimento de 24 pontos percentuais que ampliará a base de dados para novas pesquisas e investimentos. Os recursos anuais destinados à pesquisa mineral deverão crescer de R$ 1,5 bilhão para R$ 2,7 bilhões.</p><p>Outro indicador sensível para o ambiente de negócios é o tempo médio de análise de processos minerários. O plano estabelece reduzir esse prazo de 1.563 dias para 780 dias — uma melhoria que, na prática, significa desobstruir um dos principais gargalos regulatórios do setor.</p><p>Na dimensão geopolítica, a participação do Brasil na produção mundial de minerais críticos deverá subir de 8,3% para 12,2%. E em segurança alimentar, a meta é reduzir a dependência externa de fertilizantes fosfatados e potássicos de 87,3% para 34,9% — uma das metas com maior impacto na soberania produtiva do país, dado que o Brasil é o maior consumidor mundial de fertilizantes e importa a maior parte do que utiliza.</p><p><strong>Previsibilidade como ativo competitivo</strong></p><p>Para João Marcos Pires Camargo, diretor do Departamento de Planejamento e Política Mineral e responsável pela coordenação técnica do plano, a iniciativa parte de uma pergunta fundamental: por que planejar? A resposta, segundo ele, vai além do comando constitucional que obriga o Estado brasileiro ao planejamento. Trata-se de conferir racionalidade e continuidade à ação pública num setor em que os ciclos de investimento são longos, os riscos são elevados e a incerteza regulatória é um fator de expulsão de capital.</p><p>Bittencourt reforçou esse argumento ao posicionar o PNM 2050 como um sinal explícito para o mercado. &#8220;Os investimentos vão migrar para onde a gente tem determinados elementos. Entre eles, a gente precisa ter a geologia — o Serviço Geológico bem sabe disso. Mas nós também precisamos de previsibilidade. E o grande diferencial que buscamos trazer aqui é a responsabilidade. Então nós temos geologia, nós precisamos trazer previsibilidade para esse capital investidor, e nós precisamos sinalizar que a forma com que isso vai ser feito aqui é muito importante. É premissa da qual o Estado brasileiro não abre mão.&#8221;</p><p>A combinação de território vasto, diversidade geológica, tradição minerária e ambiente regulatório estável é identificada no plano como um diferencial competitivo que o Brasil precisa saber explorar. &#8220;A gente acredita que o Brasil e as nossas estruturas institucionais têm um diferencial, inclusive competitivo&#8221;, disse a secretária.</p><p><strong>Sustentabilidade como premissa, não como adorno</strong></p><p>Paralelo ao PNM 2050, o lançamento do Referencial Básico para Mineração Brasileira Sustentável revela a preocupação do governo em não dissociar crescimento econômico de responsabilidade socioambiental. O documento está estruturado em três eixos: ambiental, voltado à proteção dos recursos naturais e à preservação da biodiversidade; social, que coloca as comunidades no centro do processo; e de governança, focado em transparência e ética.</p><p>O referencial se alinha aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030 da ONU e aos compromissos assumidos na Convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho, que estabelece direitos dos povos indígenas e tribais. Há também um capítulo dedicado à mineração artesanal e de pequena escala — um reconhecimento explícito de que o setor mineral brasileiro não é monolítico e que uma política pública eficaz precisa alcançar realidades muito distintas.</p><p>Bittencourt destacou o desafio de construir um instrumento de sustentabilidade que não fosse exclusivo para grandes operações. &#8220;Esse foi um grande desafio para nossa equipe: não buscar fazer um instrumento que fosse uma referência de sustentabilidade que pudesse ser aplicado só para mineração de grande porte. Nós gastamos muita energia em buscar fazer um instrumento que pudesse ser utilizado, que conversasse com as necessidades desse setor, que tem realidades tão distintas.&#8221;</p><p>A secretária também fez questão de sublinhar que a sustentabilidade não foi tratada como elemento decorativo, mas como condição estrutural dos documentos. &#8220;Isso foi uma premissa básica do nosso trabalho desde o início de tudo e está permeando esses documentos.&#8221;</p><p><strong>Construção coletiva e processo participativo</strong></p><p>O PNM 2050 foi elaborado a partir de processo de construção colaborativa que envolveu especialistas, instituições públicas, academia, setor produtivo e sociedade civil. O evento de lançamento contou com participantes presenciais e mais de 50 pessoas acompanhando remotamente, o que ilustra o alcance do interesse em torno do tema.</p><p>A secretária fez questão de reconhecer publicamente as equipes que construíram os documentos. Citou nomeadamente o Departamento de Planejamento e Política Mineral, o DPPM, sob coordenação de João Marcos Pires Camargo, e o Departamento de Transformação e Cadeia de Minerais, o DTCM. &#8220;O que eu posso dizer para vocês é que realmente foi feito — esses documentos foram feitos com espírito público muito grande, um desejo de fazer com que a mineração brasileira realmente seja feita de uma maneira diferente&#8221;, afirmou Bittencourt.</p><p><strong>Um plano que é também uma declaração de posição</strong></p><p>Olhando em conjunto, o PNM 2050 e o Referencial Básico para Mineração Brasileira Sustentável representam mais do que instrumentos de gestão pública. Eles constituem uma declaração de posicionamento estratégico do Brasil diante de uma disputa global que já está em curso — e que se intensificará nas próximas décadas.</p><p>A transição energética, a eletrificação da mobilidade, a descarbonização da indústria e a digitalização da economia demandam quantidades crescentes de minerais que o Brasil possui em abundância. Países e blocos econômicos correm para garantir cadeias de suprimento resilientes. O Brasil, até agora, exportava em grande medida minério bruto e importava o produto industrializado — uma equação que o plano explicitamente pretende reverter ao elevar a participação da indústria de transformação de 51,5% para 65% do PIB setorial.</p><p>O desafio não é pequeno. Quinze anos sem planejamento setorial de longo prazo deixaram lacunas no mapeamento geológico, gargalos regulatórios que chegam a mais de quatro anos de espera na análise de processos e uma dependência externa em fertilizantes que compromete a soberania alimentar. O plano reconhece esses problemas e os converte em metas concretas.</p><p>Se as diretrizes se traduzirem em entregas reais nos sucessivos Planos de Metas e Ações, o Brasil poderá chegar a 2050 como protagonista no mercado global de minerais críticos, com uma indústria mais sofisticada, um ambiente regulatório mais ágil e um setor capaz de gerar riqueza sem renunciar à responsabilidade socioambiental. Se ficarem no papel, o país terá perdido mais uma janela histórica. O plano está lançado. O teste começa agora. O que se espera é que não vire “letra morta”, como ocorreu com outros planos.</p><p><em>Fonte: brasilmineral.com.br por Francisco Alves</em></p></div></div>								</div>
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		<title>Vale inaugura Usina Modelo em Itabira com IA aplicada à operação e amplia segurança e eficiência</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 12:22:08 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Iniciativa inédita na produção de minério de ferro no Brasil integra inteligência artificial aos processos industriais, com ganhos em qualidade, sustentabilidade e competitividade. O município de Itabira, a cerca de 100 quilômetros de Belo Horizonte (MG), onde a Vale nasceu há 84 anos, foi escolhido para receber a primeira usina de alta tecnologia da empresa, [&#8230;]]]></description>
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									<h6 data-lfr-editable-id="element-text" data-lfr-editable-type="text">Iniciativa inédita na produção de minério de ferro no Brasil integra inteligência artificial aos processos industriais, com ganhos em qualidade, sustentabilidade e competitividade.</h6><hr /><div><div data-block-type="unstyled" data-block-weight="31"><p class="isSelectedEnd">O município de Itabira, a cerca de 100 quilômetros de Belo Horizonte (MG), onde a Vale nasceu há 84 anos, foi escolhido para receber a primeira usina de alta tecnologia da empresa, marcando o início de um novo modelo operacional orientado por inteligência de dados. A usina Conceição2 foi modernizada para integrar processos com uso de Inteligência Artificial (IA), ampliar o uso de automação e reduzir a exposição de pessoas a atividades de risco. Com capacidade de 11,2 milhões de toneladas por ano, a unidade será referência para expansão do modelo em outras operações da empresa. <br /><br /><em>“A usina modelo é mais do que um projeto: representa uma nova forma de operar, baseada na aplicação de tecnologias avançadas que redefinem os padrões de eficiência, sustentabilidade e competitividade da mineração. Essa iniciativa posiciona a Vale na vanguarda do que há de mais moderno e inovador em usinas de beneficiamento de minério de ferro no mundo. O programa Usina Modelo integra tecnologias e uma governança robusta de processos, criando um ambiente mais seguro, previsível e eficiente, com pessoas altamente capacitadas“,</em> destaca Carlos Medeiros, vice-presidente de Operações da Vale.<br /><br />A iniciativa integra a estratégia da mineração do futuro da Vale, baseada em operações mais conectadas e sustentáveis, com tecnologia e inovação como alavancas para segurança, eficiência e geração de valor. A implantação da Usina Modelo em Itabira teve duração de 1,5 ano e abrangeu 51 soluções para eliminação de gargalos e melhorias operacionais.</p><p>Houve a instalação de mais de 100 câmeras de monitoramento no complexo de prédios da usina, automação de cerca de 7.300 instrumentos, incluindo novos dispositivos de medições avançadas e sensores, além do uso de inteligência de dados para controle, gestão e otimização de mais de 400 variáveis em todas as etapas do processo de tratamento do minério. Também houve revisão de fluxos operacionais para antecipar falhas, evitando paradas não programadas.<br /><br /><em>“A modernização da nova planta permite uma operação mais integrada, altamente monitorada e mais segura. O sistema conta com uma camada de inteligência artificial que supervisiona centenas de variáveis e realiza ajustes no processo produtivo em tempo real, conforme as características do minério e do produto”</em>, completa Medeiros.</p><p><strong>Resultados</strong></p><p>Em menos de dois anos de projeto piloto, a usina aumentou a produtividade em 25%, atingindo sua capacidade planejada. Em 2024, a produção foi de 9 milhões de toneladas (Mt) e, para este ano, a usina já está habilitada a produzir 11,2 Mt.<br /><br />Também houve avanço no mix de produtos da usina. A participação do pellet feed de redução direta — produto premium e estratégico para a descarbonização da siderurgia — aumentou em 40%. Além disso, a recuperação mineral foi otimizada, elevando o aproveitamento dos recursos e a eficiência operacional.<br /><br />Os ganhos de qualidade incluem aplicação de tecnologia de análise online do teor de minério durante o beneficiamento, permitindo ajustes imediatos no processo. Essa tecnologia possibilita a correção imediata da rota de tratamento mineral, assegurando o melhor aproveitamento do ferro contido no material e reduzindo a geração de rejeito. Em 2026, a média do teor de ferro contido no rejeito reduziu 26%.<br /><br />Outro avanço importante é a melhoria da segurança dos empregados no ambiente operacional, com a redução de intervenções manuais na planta industrial. A implantação das novas tecnologias inclui soluções de operação remota, como braços mecânicos, e a automação de equipamentos elétricos e mecânicos, como motores e válvulas, viabilizando a operação da usina à distância, a partir de salas de controle.<br /><br />Quando há necessidade de acesso às instalações, imagens e dados em tempo real apoiam o planejamento das atividades com mais precisão.<br /><br /><em>“A usina alcançou um novo patamar de maturidade digital, com 100% das decisões operacionais críticas suportadas por sistemas especialistas. Esse avanço combina inovação, tecnologia e conhecimento técnico para ampliar a eficiência, reduzir impactos e aumentar a previsibilidade, com foco nas pessoas”</em>, afirma Rafael Bittar, vice-presidente Técnico da Vale.<br /><br />O modelo também amplia a eficiência no uso de recursos naturais, aumentando o índice de reaproveitamento de água. Atualmente, 92% da água utilizada na Usina Conceição2 é recirculada. Após filtragem do minério e do rejeito, que são as etapas finais do processamento, a água retorna para a operação.<br /><br /><em>“A Usina Modelo materializa a visão de mineração do futuro da Vale e é um passo decisivo para uma mineração mais segura, sustentável e competitiva, preparada para os desafios das próximas décadas”</em>, explica Bittar.<br /><br /><strong>Ecossistema de parceiros</strong><br />Para a implantação da Usina Modelo em Itabira e a expansão do modelo para outras unidades operacionais, a Vale conta com a aliança estratégica da ABB, referência global em automação e eletrificação.<br /><br /><em>“O Programa Usina Modelo demonstra visão extraordinária ao combinar tecnologia de ponta com segurança e excelência operacional. A iniciativa posiciona a Vale na vanguarda da mineração global. Estamos orgulhosos em contribuir com nossa experiência em tecnologias de automação, eletrificação e digitalização para o setor”</em>, afirma Fausto Almeida, diretor de Mineração da ABB para a América do Sul.<br /><br />Um dos diferenciais do programa é a construção de um ecossistema de parceiros voltado à integração de tecnologias já adotadas pela Vale.<br /><br />Essa estratégia otimiza os investimentos existentes, reduz a necessidade de novos aportes e acelera a geração de resultados. Nesse contexto, a ABB atua como integradora tecnológica, garantindo a interoperabilidade entre sistemas e fornecedores.<br /><br /><strong>Formando a força de trabalho do futuro</strong></p><p>O Programa Usina Modelo conecta operação, tecnologia e desenvolvimento de pessoas para a mineração do futuro. Todos os 122 operadores, instrumentistas e líderes da Usina Conceição2 foram capacitados para atuar no novo modelo, somando mais de 2.800 horas de treinamento.<br /><br />A transformação digital amplia as competências da operação, com profissionais mais preparados para atuar em ambientes integrados, analisar dados e apoiar a tomada de decisão em tempo real. É o caso de Ivo Castro, 43 anos, operador de Equipamentos e Instalações de Usina na Vale há 17 anos.<br /><br /><em>“A tecnologia veio para somar. Eu não tinha muito conhecimento de sistemas digitais e aprimorei meus conhecimentos durante os treinamentos. Hoje trabalho com mais segurança, informação e agilidade. Antes, atuava o tempo todo em campo, checando as instalações e realizando manobras manuais. Agora consigo monitorar as áreas pelo celular, na palma da mão. Vou para o campo apenas sob demanda”</em>, destaca Castro.<br /><br />A Vale mantém programas contínuos de capacitação para preparar seus empregados para os desafios da indústria. São treinamentos imersivos, com simuladores e realidade virtual que reproduzem condições reais de operação, permitindo aprendizado seguro e alinhado às novas demandas digitais.<br /><br />A iniciativa reforça o compromisso da empresa em transformar o avanço tecnológico em oportunidades de desenvolvimento, crescimento e qualificação para seus empregados.</p><p><em>Fonte: vale.com</em></p></div></div>								</div>
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		<title>Equipamentos brasileiros reforçam o maior projeto de lítio dos Estados Unidos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[administrador]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 14:12:08 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A indústria brasileira segue ampliando sua presença em grandes projetos internacionais de mineração. Um dos exemplos mais recentes é a participação da WEG no fornecimento de motores elétricos para o projeto Thacker Pass, em Nevada, empreendimento considerado um dos mais importantes para a produção de lítio nos Estados Unidos. O projeto, desenvolvido pela Lithium Americas, [&#8230;]]]></description>
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									<h6 data-lfr-editable-id="element-text" data-lfr-editable-type="text">A indústria brasileira segue ampliando sua presença em grandes projetos internacionais de mineração.</h6><hr /><div><div data-block-type="unstyled" data-block-weight="31"><p class="isSelectedEnd">Um dos exemplos mais recentes é a participação da WEG no fornecimento de motores elétricos para o projeto Thacker Pass, em Nevada, empreendimento considerado um dos mais importantes para a produção de lítio nos Estados Unidos.</p><p class="isSelectedEnd">O projeto, desenvolvido pela Lithium Americas, representa um passo estratégico para fortalecer a cadeia de suprimentos de minerais críticos utilizada na fabricação de baterias para veículos elétricos e sistemas de armazenamento de energia. Quando entrar em operação, a expectativa é que a primeira fase da planta produza aproximadamente 40 mil toneladas anuais de carbonato de lítio grau bateria, volume suficiente para atender uma parcela significativa da crescente demanda mundial.</p><p class="isSelectedEnd">Dentro desse cenário, a WEG fornecerá centenas de motores elétricos de baixa e média tensão que serão instalados em diferentes etapas do processo mineral. Os equipamentos serão utilizados em aplicações como britadores, bombas, ventiladores, agitadores, compressores, separadores e centrífugas, componentes fundamentais para garantir o desempenho e a confiabilidade da operação.</p><p class="isSelectedEnd">Além de representar uma importante conquista para a indústria nacional, o contrato evidencia a competitividade das empresas brasileiras no desenvolvimento de soluções para operações de mineração de grande porte, cada vez mais focadas em produtividade, eficiência energética e disponibilidade operacional.</p><h5>Tecnologia e confiabilidade como diferenciais</h5><p class="isSelectedEnd">Projetos de mineração dessa magnitude exigem equipamentos capazes de operar continuamente em ambientes severos, onde qualquer parada não planejada pode impactar significativamente a produção.</p><p class="isSelectedEnd">Por esse motivo, cresce a demanda por soluções que aumentem a confiabilidade dos ativos, reduzam o tempo de manutenção e garantam maior vida útil aos componentes críticos. A integração entre engenharia, fabricação especializada, recuperação de componentes e gestão eficiente da manutenção torna-se cada vez mais decisiva para o sucesso das operações.</p><h5>Um mercado em expansão</h5><p class="isSelectedEnd">Impulsionada pela transição energética global, a mineração de minerais críticos, como o lítio, vive um dos períodos de maior crescimento das últimas décadas. Novos investimentos em minas, plantas de beneficiamento e infraestrutura elevam também a necessidade de fornecedores capazes de oferecer soluções técnicas de alta performance para equipamentos de processo e de lavra.</p><p>Esse movimento cria oportunidades para empresas especializadas em engenharia aplicada, fabricação de componentes, recuperação de equipamentos e desenvolvimento de soluções voltadas ao aumento da disponibilidade operacional.</p></div></div>								</div>
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		<title>Volvo CE inicia nova fábrica de escavadeiras na Suécia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[administrador]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2026 13:32:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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					<description><![CDATA[A nova fábrica, com conclusão prevista para 2028, irá reforçar a competitividade da empresa e reafirmar o papel da Suécia como uma forte nação industrial. Enquanto muitas empresas industriais optam por transferir a produção para o exterior, a Volvo CE continua a investir em território nacional. A nova fábrica, com conclusão prevista para 2028, irá [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="5807" class="elementor elementor-5807" data-elementor-post-type="post">
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									<h6 data-lfr-editable-id="element-text" data-lfr-editable-type="text">A nova fábrica, com conclusão prevista para 2028, irá reforçar a competitividade da empresa e reafirmar o papel da Suécia como uma forte nação industrial.</h6><hr /><div><div data-block-type="unstyled" data-block-weight="31"><p>Enquanto muitas empresas industriais optam por transferir a produção para o exterior, a Volvo CE continua a investir em território nacional. A nova fábrica, com conclusão prevista para 2028, irá reforçar a competitividade da empresa e reafirmar o papel da Suécia como uma forte nação industrial. Espera-se que o investimento crie empregos e impulsione o crescimento na região de Mälardalen, além de apoiar a inovação e a capacidade industrial da Europa num mercado global cada vez mais competitivo.</p><p>Quase 200 anos de desenvolvimento industrial na Suécia.</p><p>A Volvo CE tem sido um pilar da indústria sueca por quase 200 anos e continua a fazer investimentos de longo prazo no país. Hoje, cerca de 40% do total de horas de produção da empresa são realizadas na Suécia. O investimento de 700 milhões de coroas suecas em Eskilstuna faz parte da estratégia de longo prazo da Volvo CE de se aproximar de seus clientes e fortalecer sua presença regional. Somente nos últimos anos, a empresa investiu mais de 9 bilhões de coroas suecas em capacidade industrial e em sua rede de varejo em toda a Europa. Durante a visita, o Primeiro-Ministro e o Ministro da Energia, Comércio e Indústria tiveram a oportunidade de testar pás carregadeiras e caminhões articulados, antes de assumirem o comando das escavadeiras elétricas de 23 toneladas da Volvo CE para ajudar a dar início às obras da nova fábrica. “É como voltar para casa. Estou extremamente feliz por estar aqui hoje e mostrar como esse legado de que tanto nos orgulhamos está sendo preservado. Acredito firmemente no diálogo próximo entre o setor empresarial e a política que temos na Suécia – continuem com o bom trabalho!”, disse Ulf Kristersson, Primeiro-Ministro da Suécia, que cresceu em Eskilstuna.</p><p>“Estas máquinas amarelas construíram, literalmente, este país – desde estradas e minas até cidades. Num momento de crescente incerteza, a competitividade não é apenas uma questão económica. Trata-se de independência, resiliência e da capacidade de construir o nosso futuro com os nossos próprios recursos. Hoje, a Volvo CE está a escrever o próximo capítulo da história industrial da Suécia – um capítulo que inspira e olha firmemente para o futuro”, afirmou Ebba Busch, Ministra da Energia, Negócios e Indústria. Eskilstuna já abriga a sede global da Volvo CE, seu maior centro de pesquisa e desenvolvimento e a organização de vendas para a Europa, África, Oriente Médio e Oceania, além de uma fábrica de componentes – tornando-se um polo central para as operações da empresa. Com a nova fábrica, a Volvo CE passará a fabricar todos os seus principais produtos na Suécia: caminhões articulados em Braås, pás carregadeiras em Arvika, escavadeiras em Eskilstuna e cabines em Hallsberg.</p><p>“A Suécia tem sido parte integrante da trajetória industrial da Volvo CE por quase dois séculos, e temos orgulho de continuar fazendo grandes investimentos que fortalecem tanto a Suécia quanto a Europa no cenário global. Ao investir na nova produção de escavadeiras em Eskilstuna, estamos fortalecendo nossa competitividade global, ao mesmo tempo que criamos empregos, desenvolvemos tecnologia e reforçamos nossa sólida base industrial na Suécia”, disse Melker Jernberg, presidente da Volvo CE. “Estas máquinas amarelas construíram, literalmente, este país – desde estradas e minas até cidades. Num momento de crescente incerteza, a competitividade não é apenas uma questão económica. Trata-se de independência, resiliência e da capacidade de construir o nosso futuro com os nossos próprios recursos. Hoje, a Volvo CE está a escrever o próximo capítulo da história industrial da Suécia – um capítulo que inspira e olha firmemente para o futuro”, afirmou Ebba Busch, Ministra da Energia, Negócios e Indústria. Eskilstuna já abriga a sede global da Volvo CE, seu maior centro de pesquisa e desenvolvimento e a organização de vendas para a Europa, África, Oriente Médio e Oceania, além de uma fábrica de componentes – tornando-se um polo central para as operações da empresa.</p><p>Com a nova fábrica, a Volvo CE passará a fabricar todos os seus principais produtos na Suécia: caminhões articulados em Braås, pás carregadeiras em Arvika, escavadeiras em Eskilstuna e cabines em Hallsberg. “A Suécia tem sido parte integrante da trajetória industrial da Volvo CE por quase dois séculos, e temos orgulho de continuar fazendo grandes investimentos que fortalecem tanto a Suécia quanto a Europa no cenário global. Ao investir na nova produção de escavadeiras em Eskilstuna, estamos fortalecendo nossa competitividade global, ao mesmo tempo que criamos empregos, desenvolvemos tecnologia e reforçamos nossa sólida base industrial na Suécia”, disse Melker Jernberg, presidente da Volvo CE.</p><p><em>Fonte: brasilmineral.com.br</em></p></div></div>								</div>
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		<title>Vale: A estratégia para se tornar uma mineradora de baixo carbono</title>
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		<dc:creator><![CDATA[administrador]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 12:57:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A companhia produziu 336 milhões de toneladas de minério de ferro (maior volume desde 2018), mais 31 milhões t de pelotas (menos 15%), 381 mil toneladas de cobre (também a maior desde 2018) e 177 mil t de níquel (maior produção desde 2022). A Vale está a pleno vapor na implementação da Estratégia Vale 2030, que [&#8230;]]]></description>
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									<h6 data-lfr-editable-id="element-text" data-lfr-editable-type="text">A companhia produziu 336 milhões de toneladas de minério de ferro (maior volume desde 2018), mais 31 milhões t de pelotas (menos 15%), 381 mil toneladas de cobre (também a maior desde 2018) e 177 mil t de níquel (maior produção desde 2022).</h6><hr /><div><div data-block-type="unstyled" data-block-weight="31"><p>A Vale está a pleno vapor na implementação da Estratégia Vale 2030, que tem como metas principais transformar a companhia em uma mineradora de baixo carbono, com foco na segurança e eficiência operacional e metais para transição energética. No seu principal negócio, Soluções Minério de Ferro, a empresa avança com projetos estruturantes, com destaque para Vargem Grande e Capanema (ambos em Minas Gerais) e o Programa Novo Carajás, no Pará. Já na Vale Metais Básicos o foco está na expansão da produção de cobre em Carajás e redesenho estratégico do negócio níquel. </p><p>Paralelamente aos projetos que visam aumento da produção e afirmação da companhia como produtora de minerais para transição energética, houve avanços nos programas de reparação de Brumadinho e nas frentes de indenizações, reparação ambiental e reassentamento de populações como parte do programa de reparação de Mariana.</p><p>A Vale reporta avanços também na gestão de rejeitos e segurança das barragens, incluindo a implementação do GISTM (Global Industry Standard on Tailings Management) em 100% de suas barragens de rejeitos e atendimento do compromisso público de não ter qualquer estrutura de contenção de rejeitos em nível 3 de emergência.</p><p>A área de Inovação tem sido outra a ganhar atenção especial da Vale, com a evolução do programa de Smart Operations, com destaque para as iniciativas envolvendo automação das operações de minas e ferrovias, uso da IA nas atividades de manutenção preditiva e de segurança, processamento avançado, digitalização de cadeias e novos modelos industriais de produção, como as usinas de briquetes e os Mega Hubs.</p><p>Segundo o presidente da Vale, Gustavo Pimenta, o ano de 2025 “foi marcado por resultados consistentes e avanços claros em direção à nossa ambição de liderar a criação de valor na indústria de mineração por meio de práticas éticas e sustentáveis”.</p><p>Na parte de segurança, ele informa que a empresa reduziu em 21% os acidentes registráveis de alto potencial, comparativamente a 2024, “enquanto os eventos de processo (P1 e P2) tiveram queda de 29%”.</p><p>No item gestão de barragens, ele menciona a reclassificação da barragem Forquilha III do Nível de Emergência 3 para o 2, garantindo que nenhuma estrutura da Vale permanece no mais alto nível de emergência. “Ao longo de 2025, reduzimos o número de estruturas em algum nível de emergência de 14 para 9, e em 2026 já reduzimos duas estruturas adicionais, representando uma redução total de 80% desde 2020. Também avançamos no programa de descaracterização de barragens a montante, atingindo 63% de conclusão”, diz ele, lembrando que todas as barragens de rejeitos da companhia atualmente estão em conformidade com o GISTM.</p><p>Ainda de acordo com Pimenta, a produção de minério de ferro proveniente da circularidade dobrou, o que contribui para reduzir a pegada ambiental das operações.</p><p>Na parte operacional, a Vale tem mantido os guidances de produção, conforme seu presidente, e mantido rigor na disciplina de custos, tanto em minério de ferro quanto na Vale Metais Básicos.</p><p><strong>Bons números em 2025</strong></p><p>Para ele, a Vale registrou bons números em 2025, com um total de R$ 213,6 bilhões em receita líquida de vendas, R$ 85,9 bilhões de EBITDA ajustado, R$ 48,8 bilhões de caixa líquido gerado pelas atividades operacionais, além de fechar o ano com a atribuição de R$ 13,8 bilhões de lucro líquido aos acionistas e com um caixa de R$ 41,6 bilhões. A dívida líquida expandida da mineradora fechou o ano em US$ 15,6 bilhões.</p><p>Em termos de produção, a companhia produziu 336 milhões de toneladas de minério de ferro (maior volume desde 2018), mais 31 milhões t de pelotas (menos 15%), 381 mil toneladas de cobre (também a maior desde 2018) e 177 mil t de níquel (maior produção desde 2022).</p><p>No que se refere a crescimento, a Vale investiu R$ 30,6 bilhões em 2025, incluindo R$ 24,3 bilhões em CAPEX de manutenção. A empresa avançou na aceleração de projetos estratégicos como Capanema, Vargem Grande, Voisey’s Bay (no Canadá) e Onça Puma, além de lançar o programa Novo Carajás, que visa dobrar a produção de cobre da Vale e aumentar a oferta de minério de ferro de alta qualidade. “Carajás é uma das melhores regiões do mundo para minerais críticos, incluindo cobre e minério de ferro de alto teor. Por meio desse programa, estamos expandindo os investimentos para acelerar o desenvolvimento dessa importante dotação mineral, diz o executivo.</p><p>Para 2026, a Vale programou investimentos entre US$ 5,4 e 5,7 bilhões, dos quais US$ 1,1 bilhão são direcionados a crescimento e o restante a manutenção das operações. . Em 2027, a expectativa é que sejam investidos cerca de US$ 5,9 bilhões.</p><p><em>Fonte: brasilmineral.com.br</em></p></div></div>								</div>
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		<title>Primeiro lote de unidades de equipamentos de mineração da LGMG chega ao Brasil</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 12:26:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Quase 100 unidades completas de equipamentos de mineração da LGMG Heavy Machinery com destino ao Brasil começaram a ser entregues A LGMG Heavy Machinery realizou uma grande cerimônia de despacho em sua fábrica digital no campus sul de Jinan, com dezenas de máquinas totalmente montadas e alinhadas, prontas para o uso. Os produtos entregues desta [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="5773" class="elementor elementor-5773" data-elementor-post-type="post">
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									<h6 data-lfr-editable-id="element-text" data-lfr-editable-type="text">Quase 100 unidades completas de equipamentos de mineração da LGMG Heavy Machinery com destino ao Brasil começaram a ser entregues</h6><hr /><div><div data-block-type="unstyled" data-block-weight="31"><p>A LGMG Heavy Machinery realizou uma grande cerimônia de despacho em sua fábrica digital no campus sul de Jinan, com dezenas de máquinas totalmente montadas e alinhadas, prontas para o uso.</p><p>Os produtos entregues desta vez abrangem quatro modelos principais: o caminhão basculante de mineração híbrido RTH100, a grande escavadeira de mineração ME109, o caminhão basculante de corpo largo CMT106 e o caminhão de água CMS50.</p><p>“Isso marca que a solução de construção inteligente de processo completo da LGMG Heavy Machinery, composta por &#8216;produtos + serviços&#8217;, entrou em uma fase de rápido desenvolvimento no mercado sul-americano, injetando um forte impulso na expansão global da empresa’, explica Wang Fusheng, vice-presidente executivo do Instituto de Pesquisa Técnica.</p><p>A cerimônia contou com a presença do vice-presidente da LGMG Heavy Machinery, Wang Renbin, dos assistentes presidenciais Ma Fufeng e Du Jianbo, vice-presidente executivo do Instituto de Pesquisa Técnica Wang Fusheng. Hua Dianwei, gerente regional da América Latina International Mining Machinery para a região Peru-Brasil, bem como representantes de clientes.</p><p>Segundo Fusheng, as quatro máquinas entregues juntas formam uma solução completa de operação de mineração que abrange todo o processo de escavação, transporte e proteção, atendendo às necessidades centrais de eficiência, respeito ao meio ambiente, segurança e confiabilidade.</p><p>“Suas tecnologias principais são controláveis de forma independente e estão adaptadas às condições extremas de trabalho e aos requisitos de modernização do setor das minas brasileiras, demonstrando a sólida força da fabricação de equipamentos chineses”, explica.</p><p>Equipamentos &#8211; O caminhão de Popa de Mineração Híbrida RTH100, conforme explica a empresa, é uma referência em caminhões de mineração de nova energia, com um chassi controlado eletronicamente padrão e suporte para upgrades de condução não tripulada.</p><p>O caminhão está equipado com um sistema de controlo inteligente de veículos totalmente desenvolvido pela fabricante, que está profundamente adaptado aos cenários da exploração mineira, oferecendo maior segurança, economia de energia e eficiência, reduzindo significativamente os custos operacionais.</p><p>A escavadeira de mineração ME109 está equipada com um sistema de alívio à prova de explosão e um sistema inteligente de monitoramento para garantir o desempenho durante todas as operações.</p><p>“Seus componentes estruturais foram rigorosamente verificados sob condições adversas por mais de 20.000 horas, tornando-o resistente ao desgaste, durável e com baixa taxa de falhas &#8211; atendendo às necessidades operacionais contínuas e de alta intensidade dos locais de mineração e reduzindo os custos de manutenção do cliente”, explica a fabricante.</p><p>O CMT106 Caminhão de Descarga de Corpo Largo é projetado para operações de mineração em larga escala, contribuindo para a melhorar a eficiência geral da operação de mineração e é adequado para as condições de trabalho encontradas nas minas brasileiras.</p><p>Apoiando o processo completo das operações de mineração, o caminhão de água CMS50 possui remoção eficiente de poeira e fácil manutenção, auxiliando as minas a alcançar operações ecologicamente corretas e completando o conjunto completo de soluções de mineração em linha com as tendências de operação verde.</p><p>“Esta entrega em lote de equipamentos completos de mineração reflete o compromisso da LGMG Heavy Machinery com sua estratégia de globalização e aprofundamento da cooperação com clientes sul-americanos”, finaliza Fusheng</p><p><em>Fonte: revistamt.com.br</em></p></div></div>								</div>
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		<title>Epiroc firma parceria com a Sany para fornecimento de equipamentos e eletrificação</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 14:26:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[As empresas afirmam que a parceria explorará oportunidades para uma colaboração mais ampla em áreas selecionadas dos setores de mineração e infraestrutura A Epiroc firmou uma parceria estratégica com o Grupo Sany, com sede na China, fabricante global de máquinas de construção e outros equipamentos pesados. As empresas afirmam que a parceria explorará oportunidades para [&#8230;]]]></description>
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									<h6 data-lfr-editable-id="element-text" data-lfr-editable-type="text">As empresas afirmam que a parceria explorará oportunidades para uma colaboração mais ampla em áreas selecionadas dos setores de mineração e infraestrutura</h6><hr /><div><div data-block-type="unstyled" data-block-weight="31"><p>A Epiroc firmou uma parceria estratégica com o Grupo Sany, com sede na China, fabricante global de máquinas de construção e outros equipamentos pesados.</p><p>As empresas afirmam que a parceria explorará oportunidades para uma colaboração mais ampla em áreas selecionadas dos setores de mineração e infraestrutura.</p><p>As partes têm como objetivo aprimorar o portfólio de produtos de diferentes marcas, incluindo o fornecimento de combinações de martelos hidráulicos da Epiroc, outros acessórios especiais, bem como ferramentas de penetração no solo (GET), com o portfólio de escavadeiras e carregadeiras da Sany.</p><p>No setor de mineração, as partes também colaborarão para fortalecer a produtividade dos clientes, combinando os equipamentos eletrificados, as soluções de carregamento e a capacidade de atendimento global da Epiroc com a vasta experiência da Sany em microredes elétricas e energias renováveis.</p><p>“As inovações da Sany em eletrificação, equipamentos e manufatura inteligente são verdadeiramente impressionantes”, afirma José Manuel Sánchez, presidente da área de negócios de Ferramentas e Acessórios da Epiroc, que participou da cerimônia de assinatura no Parque Industrial da Sany em Changsha, China.</p><p>“Estamos ansiosos para combinar nossas respectivas tecnologias e recursos para oferecer soluções mais eficientes e sustentáveis para clientes em todo o mundo, criando novo valor e resiliência energética para o setor.”</p><p>Lihua Tang, Diretora do Grupo Sany, acrescentou: &#8220;Esta parceria estratégica representa um grande passo em frente na nossa estratégia de globalização e irá acelerar a transformação da indústria mineira global rumo a operações inteligentes e de baixo carbono.&#8221;</p><p><em>Fonte: revistamt.com.br</em></p></div></div>								</div>
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		<title>GP2026 da Usina de Sossego avança com chegada de peça essencial para manutenção do moinho SAG</title>
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		<pubDate>Mon, 25 May 2026 16:42:41 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Grande parada de manutenção mobiliza equipes e garante preparação de equipamento central do processo de produção de cobre A Grande Parada (GP2026) da Usina de Sossego, uma das principais operações de cobre da Vale, avançou em mais uma etapa importante com a chegada da tampa de alimentação do moinho SAG no início deste mês. O [&#8230;]]]></description>
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									<h6 data-lfr-editable-id="element-text" data-lfr-editable-type="text">Grande parada de manutenção mobiliza equipes e garante preparação de equipamento central do processo de produção de cobre</h6><hr /><div><div data-block-type="unstyled" data-block-weight="31"><p data-start="230" data-end="632">A Grande Parada (GP2026) da Usina de Sossego, uma das principais operações de cobre da Vale, avançou em mais uma etapa importante com a chegada da tampa de alimentação do moinho SAG no início deste mês. O componente faz parte do conjunto de peças e intervenções programadas para a parada geral de manutenção da planta, que ocorre periodicamente para garantir a continuidade e a segurança das operações.</p><p data-start="634" data-end="1023">O moinho SAG é um dos equipamentos mais importantes do processo de beneficiamento do minério. Ele atua na etapa de moagem, responsável por reduzir o tamanho das rochas extraídas da mina, permitindo que o material siga para as fases seguintes de processamento. Por isso, qualquer intervenção nesse equipamento exige planejamento detalhado e alta coordenação entre diferentes áreas técnicas.</p><p data-start="1025" data-end="1359">A chegada da peça representa uma etapa relevante dentro do cronograma da GP2026, que envolve uma série de atividades previamente planejadas. Esse tipo de operação exige uma logística complexa, já que componentes de grande porte precisam ser transportados, inspecionados e preparados para instalação com rigorosos padrões de segurança.</p><p data-start="1361" data-end="1657">De acordo com a comunicação associada à operação, o momento vai além da entrega de um equipamento. Ele simboliza o resultado de um trabalho integrado entre equipes de engenharia, manutenção, suprimentos e operação, que vêm atuando de forma conjunta ao longo de meses de planejamento e preparação.</p><p data-start="1659" data-end="2008">As grandes paradas de manutenção têm como principal objetivo garantir a confiabilidade dos ativos industriais, reduzir riscos de falhas e manter a eficiência do processo produtivo. Durante esse período, são realizadas inspeções, substituições e melhorias em equipamentos estratégicos, como o moinho SAG, considerado um dos pontos centrais da planta.</p><p data-start="2010" data-end="2205" data-is-last-node="" data-is-only-node="">A GP2026 segue em andamento com a execução das atividades previstas no planejamento técnico, respeitando os protocolos de segurança e os prazos estabelecidos para a retomada operacional da usina.</p></div></div>								</div>
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		<title>Corrida aos minerais críticos demanda investimentos de US$ 21,3 bilhões</title>
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		<pubDate>Mon, 18 May 2026 11:23:01 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Como o mercado de terras raras é amplamente dominado pela China, existe atualmente no mundo ocidental uma espécie de “corrida” visando assegurar o suprimento dessas matérias-primas, liderada pelos Estados Unidos, mas também pela Europa e Japão, principalmente. O Brasil está vivenciando uma espécie de boom de projetos visando a produção dos chamados minerais críticos e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="5752" class="elementor elementor-5752" data-elementor-post-type="post">
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									<h6 data-lfr-editable-id="element-text" data-lfr-editable-type="text">Como o mercado de terras raras é amplamente dominado pela China, existe atualmente no mundo ocidental uma espécie de “corrida” visando assegurar o suprimento dessas matérias-primas, liderada pelos Estados Unidos, mas também pela Europa e Japão, principalmente.</h6><hr /><div><div data-block-type="unstyled" data-block-weight="31"><p class="dropcaps">O Brasil está vivenciando uma espécie de boom de projetos visando a produção dos chamados minerais críticos e estratégicos, com foco principal nas terras raras, mas também abrangendo outros minerais como cobre, níquel, grafita, lítio e fertilizantes, principalmente. A expectativa é que sejam investidos, até 2030, nada menos que US$ 21,3 bilhões em projetos para produção desses minerais, uma quantia bastante expressiva.</p><p>Nas terras raras, o País ganhou posição de destaque depois que se revelou o potencial que o território brasileiro possui em termos de reservas desse mineral cuja cadeia de produção é dominada pela China. Atualmente, como é sabido, o Brasil detém a segunda posição em termos de reservas potenciais de terras raras, com cerca de 15% das reservas mundiais, segundo o SGB- -CPRM, ou 25%, de acordo com o USGS (United States Geological Survey). Ainda muito longe da China, que detém entre 52% e 58% (dependendo da fonte) do total das reservas mundiais, mas à frente da Austrália, que se coloca em terceiro lugar, com 7% das reservas.</p><p>Existem atualmente diversos projetos para produção de terras raras no Brasil, a maioria em estágios iniciais, ou seja, ainda na fase de pesquisa mineral, e alguns mais avançados, em fase de licenciamento e/ ou engenharia. Por enquanto, apenas uma empresa está em produção no País.</p><p>Como o mercado de terras raras é amplamente dominado pela China, existe atualmente no mundo ocidental uma espécie de “corrida” visando assegurar o suprimento dessas matérias-primas, liderada pelos Estados Unidos, mas também pela Europa e Japão, principalmente. E o alvo dessa “corrida” são justamente os países com maiores reservas afora a China, ou seja, Brasil e Austrália. No caso dos EUA, a participação tem ocorrido através da oferta de recursos financeiros por parte de instituições de governo em parcerias com a iniciativa privada. Com relação à Europa, as negociações têm ocorrido mais entre as próprias empresas.</p><p>Caso todos os projetos que estão previstos sejam concretizados, nos próximos anos o Brasil poderá se transformar em um importante produtor de terras raras, obtidas a partir da lavra de argilas iônicas mas também de rochas.</p><p>O Brasil também possui reservas importantes de lítio em rocha dura, níquel, cobre e grafita, que assim como as terras raras é produzido majoritariamente pela China. Cabe destacar que a grafita é um componente importante na fabricação de baterias de veículos elétricos. Há dois projetos no Brasil que iniciaram produção recentemente, sendo possível prever o surgimento de novos empreendimentos em médio prazo.</p><p>No caso do lítio, o território brasileiro contém boas reservas de espodumênio, que é o mineral de lítio de rocha dura. Apesar dos reveses de preços que o lítio sofreu nos últimos dois anos, a previsão é que, além das duas unidades em produção no País, outras sejam implementadas nos próximos anos.</p><p>O Brasil também é bem-posicionado em termos de reservas de nióbio, que desempenha um papel importante na descarbonização da siderurgia e está sendo utilizado com sucesso em baterias de veículos elétricos. Lembramos que atualmente o país, principalmente através da CBMM, supre 90% do mercado mundial de nióbio.</p><p>Cabe mencionar, ainda, que no caso do cobre, outro mineral essencial para a transição energética, o Brasil tem um potencial ainda sendo pesquisado na Província Mineral de Carajás, que na opinião de geólogos especializados pode revelar boas surpresas futuramente.</p><p>A seguir, mostramos os principais projetos em minerais críticos que estão sendo conduzidos pelas empresas no Brasil.</p><h5><strong>TERRAS RARAS</strong></h5><p><strong>Aclara</strong></p><p>A Aclara concluiu recentemente o Estudo de Viabilidade do projeto Carina, em Goiás, com base na norma canadense 43.101, confirmando um projeto com capacidade de produção média anual de 4.378 toneladas de óxidos de terras raras (REO) contidos em um concentrado misto de terras raras com alto teor de disprósio e térbio (DyTb) e neodímio e praseodímio (NdPr) de 4,2% e 27,2%, respectivamente. O projeto prevê também a produção de outros elementos de terras raras pesados (HREE) estratégicos, como: 173 toneladas de Samário (Sm), 176 toneladas de Gadolínio (Gd), 10 toneladas de Lutécio (Lu) e 1.160 toneladas de Ítrio (Y). Segundo a empresa, a produção futura de Disprósio e Térbio em Carina equivalerá a cerca de 11,8% do que era a estimativa de produção da China em 2024. A vida útil prevista para o empreendimento inicialmente é de 18 anos.</p><p>O Custo de capital inicial (Capex de Construção) é de US$ 678,2 milhões, mais uma contingência de US$ 102,7 milhões, totalizando US$ 780,9 milhões. Este valor é US$ 100,4 milhões superior ao Capex de Construção anteriormente divulgado pela empresa em seu Estudo de Pré-Viabilidade, “devido principalmente à variação cambial, à inflação e à maior precisão da engenharia”. O Valor Presente Líquido (VPL) após impostos é de aproximadamente US$ 1,7 bilhão, a uma taxa de desconto de 8,0%, com base nas previsões de preços da Argus Media. A Taxa Interna de Retorno (TIR) após impostos é de 26,9%, com um período de retorno de 2,9 anos. A Receita líquida média anual prevista é de US$ 599 milhões e o lucro médio anual antes de juros, impostos, depreciação e amortização (EBITDA) de aproximadamente US$ 460 milhões.</p><p>A empresa planeja iniciar os trabalhos preliminares no local até o terceiro trimestre de 2026, como parte do investimento em construção. Isso inclui a construção de acampamentos, melhorias nas estradas e determinada infraestrutura auxiliar para preparar o local para a construção acelerada em 2027. O Estudo de Viabilidade incorpora uma estratégia de modularização que permite a fabricação e a preparação do local em paralelo, reduzindo custos. Estima-se que o comissionamento comece no primeiro semestre de 2028, com a produção inicial no segundo semestre do mesmo ano e aumento gradual da produção ao longo de 2029.</p><p>Segundo o diretor de operações da Aclara, Hugh Broadhurst, &#8220;Concluir um Estudo de Viabilidade apenas seis meses após o nosso Estudo de Pré-Viabilidade é uma conquista significativa, e quero reconhecer o esforço dedicado de nossa equipe e parceiros técnicos que o tornaram possível. O nível de detalhamento de engenharia que estamos apresentando hoje é substancial — e reflete o trabalho considerável que foi investido no Projeto Carina desde o início. Continuamos sendo a única empresa no mundo a relatar reservas de minerais de terras raras pesadas provenientes de argilas iônicas, de acordo com a norma NI 43-101. Demonstramos nosso processo metalúrgico por meio de uma planta piloto de operação contínua. Este Estudo de Viabilidade se baseia nessa fundação com um nível de rigor apropriado à importância do Projeto. Nosso caminho para o mercado, por meio de nossa instalação de separação 100% própria, que está planejada para ser construída na Louisiana, EUA, reduz ainda mais os riscos do Projeto Carina e apoia nossa estratégia de vender terras raras confiáveis e rastreáveis para clientes de alto padrão. Isso estabelece firmemente nossa cadeia de suprimentos inicial inteiramente no continente americano. Nosso produto de alta pureza, O design de processos sustentáveis e a estratégia integrada &#8220;da mina ao ímã&#8221; agora são sustentados pela engenharia de uma das empresas líderes mundiais. Continuaremos trabalhando para aprimorar nossa tecnologia, que, a médio prazo, também planejamos aplicar no Brasil e em outros países onde operamos. O mundo precisa de um fornecimento concreto, independente e resiliente de terras raras pesadas — e a Aclara foi criada para fornecer exatamente isso.&#8221;</p><p><strong>Bemisa</strong></p><p>A Bemisa está desenvolvendo um projeto de terras raras em Bambuí (MG) que, segundo a empresa, é um exemplo claro de como depósitos aparentemente simples podem exigir soluções tecnológicas sofisticadas. Com centenas de milhões de toneladas já delineadas, a iniciativa aposta na simplicidade geológica e na complexidade do processamento para viabilizar a produção.</p><p>O depósito conta com cerca de 600 milhões de toneladas de recursos medidos e indicados a 0,28% TREO, e 1,5 bilhão de toneladas adicionais ainda em avaliação. O depósito, do tipo iônico, concentra- -se principalmente em NdPr (Óxido de Neodímio-Praseodímio) — elementos críticos para a transição energética — com teores médios entre 0,3% e 0,4% TREO. A mineralização ocorre em camadas rasas, com profundidades médias entre 45 e 55 metros, o que favorece a lavra.</p><p>A geologia é bastante simples. São camadas horizontais rasas. No entanto, o verdadeiro desafio está no processamento. A empresa já realizou mais de 600 testes metalúrgicos e cerca de 1.500 ensaios de lixiviação, buscando validar o fluxograma até a produção de carbonatos mistos de terras raras. A campanha atual inclui cerca de 210 furos, com o objetivo de suportar uma certificação formal de recursos no curto prazo. A ideia é ter todos os dados necessários para apoiar uma certificação de recursos até o próximo ano.</p><p>O cronograma prevê ainda estudos de pré-viabilidade por volta de 2029, refletindo a cautela típica de projetos de terras raras, onde decisões sobre separação e refino impactam fortemente o CAPEX.</p></div><p><em>Fonte: brasilmineral.com.br (Francisco Alves)</em></p></div>								</div>
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