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	<description>Peças de reposição OEM e OEM BYPASS para máquinas e equipamentos de mineração</description>
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		<title>Brasil precisa destravar seu potencial mineral para recuperar espaço global, afirma Gustavo Pimenta</title>
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		<pubDate>Mon, 31 Aug 2026 11:42:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[CEO da Vale apresentou na EXPOSIBRAM 2026 estudo com quatro agendas prioritárias e 15 iniciativas voltadas a pesquisa mineral, licenciamento, integração das cadeias produtivas e segurança institucional. O Brasil reúne reservas minerais e capacidade produtiva e, em um mundo mais fragmentado politicamente, pode se apresentar como fornecedor para diferentes mercados consumidores e liderar a oferta [&#8230;]]]></description>
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									<div class="block block--ctools-block block--entity-field:node:field-teaser-text block-ctools-block block-entity-fieldnodefield-teaser-text"><h6 class="field field--name-field-teaser-text field--type-string-long field--label-hidden field__item">CEO da Vale apresentou na EXPOSIBRAM 2026 estudo com quatro agendas prioritárias e 15 iniciativas voltadas a pesquisa mineral, licenciamento, integração das cadeias produtivas e segurança institucional.</h6></div><div class="block block--ctools-block block--entity-field:node:field-teaser-media block-ctools-block block-entity-fieldnodefield-teaser-media"><div class="blazy blazy--nojs blazy--field blazy--field-teaser-media blazy--field-teaser-media---custom field field--name-field-teaser-media field--type-entity-reference field--label-hidden field__item" data-blazy="" data-once="blazy"><div class="media media--blazy media--bundle--image media--image media--responsive is-b-loaded"><picture><source srcset="/sites/default/files/styles/image_in_article/public/pnm%202050%201.jpeg.webp?itok=2mDshXON 1x" type="image/webp" media="all and (min-width: 768px)" /><source srcset="/sites/default/files/styles/image_in_article_sm/public/pnm%202050%201.webp?itok=kbtBG_th 1x" type="image/webp" /><source srcset="/sites/default/files/styles/image_in_article/public/pnm%202050%201.jpeg.webp?itok=2mDshXON 1x" type="image/webp" media="all and (min-width: 768px)" /><source srcset="/sites/default/files/styles/image_in_article_sm/public/pnm%202050%201.jpeg?itok=kbtBG_th 1x" type="image/jpeg" /></picture></div></div></div><hr /><div><div data-block-type="unstyled" data-block-weight="31"><div><div class="text-base my-auto mx-auto [--thread-content-margin:var(--thread-content-margin-xs,calc(var(--spacing)*4))] @w-sm/main:[--thread-content-margin:var(--thread-content-margin-sm,calc(var(--spacing)*6))] @w-lg/main:[--thread-content-margin:var(--thread-content-margin-lg,calc(var(--spacing)*16))] px-(--thread-content-margin)"><div class="[--thread-content-max-width:40rem] @w-lg/main:[--thread-content-max-width:48rem] mx-auto max-w-(--thread-content-max-width) flex-1 group/turn-messages focus-visible:outline-hidden relative flex w-full min-w-0 flex-col agent-turn" data-conversation-screenshot-content=""><div class="flex max-w-full flex-col gap-4 grow"><div class="min-h-8 text-message relative flex w-full flex-col items-end gap-2 text-start break-words whitespace-normal outline-none keyboard-focused:focus-ring [.text-message+&amp;]:mt-1" dir="auto" data-message-author-role="assistant" data-message-id="8b6d5018-1553-4662-b17a-18149949466e" data-message-model-slug="gpt-5-6-thinking"><div class="flex w-full flex-col gap-1 empty:hidden"><div class="fbskMG_root markdown prose dark:prose-invert wrap-break-word w-full light markdown-new-styling"><p class="wp-block-paragraph">O Brasil reúne reservas minerais e capacidade produtiva e, em um mundo mais fragmentado politicamente, pode se apresentar como fornecedor para diferentes mercados consumidores e liderar a oferta de minerais críticos. Para ocupar essa posição, precisa acelerar projetos, ampliar o conhecimento geológico e criar condições para novos investimentos. A avaliação foi apresentada pelo CEO da Vale, Gustavo Pimenta, durante palestra magna na EXPOSIBRAM 2026.</p><p class="wp-block-paragraph">Pimenta apresentou estudo encomendado pela Vale à Accenture, resultado de um ano de análise comparativa de mercados e da realidade brasileira. A análise resultou em quatro agendas prioritárias e 15 iniciativas estratégicas para destravar o potencial mineral brasileiro, relacionadas ao desenvolvimento de projetos e licenciamento, integração das cadeias produtivas, segurança institucional e geração de valor compartilhado nos territórios.</p><p class="wp-block-paragraph"><strong>Demanda por minerais amplia oportunidade para o Brasil</strong></p><p class="wp-block-paragraph">Segundo Gustavo Pimenta, tendências como eletrificação, inteligência artificial, digitalização e mobilidade elétrica devem elevar a procura global por minerais nas próximas décadas. Ele citou estudos da Agência Internacional de Energia que apontam a necessidade de forte expansão da oferta mineral para atender às transformações tecnológicas e energéticas. “O nosso problema é de oferta, de capacidade de colocar esses minerais no mercado para atender à demanda crescente”, afirmou.</p><p class="wp-block-paragraph">O executivo destacou a posição brasileira em um cenário internacional de maior disputa por cadeias de suprimento. Para ele, a diversidade mineral e as relações comerciais mantidas pelo país com diferentes mercados criam condições para que o Brasil amplie sua presença, especialmente na produção de minerais críticos. “Sempre digo que temos a tabela periódica em nosso território”, disse. Segundo Pimenta, a participação brasileira na produção mundial de diversas substâncias ainda é inferior ao peso das reservas existentes no país.</p><p class="wp-block-paragraph">A mineração também possui participação relevante na economia brasileira. Pimenta citou cerca de 230 mil empregos diretos e aproximadamente 2,9 milhões de postos de trabalho ao considerar toda a cadeia. Ele afirmou ainda que o setor responde por parcela expressiva do saldo comercial brasileiro. Segundo dados do IBRAM, o saldo da balança comercial mineral alcançou US$ 37,6 bilhões em 2025, montante equivalente a 55% do saldo total da balança comercial brasileira, que fechou em US$ 68,3 bilhões.</p><p class="wp-block-paragraph"><strong>Brasil perdeu participação na produção mineral mundial</strong></p><p class="wp-block-paragraph">Um dos pontos centrais da apresentação foi a diferença entre o potencial mineral brasileiro e a evolução da produção nas últimas décadas. Pimenta comparou o desempenho do Brasil com o de outros grandes produtores. No minério de ferro, segundo os dados apresentados, Brasil e Austrália produziam volumes próximos em 2010. Desde então, a produção australiana alcançou cerca de 1 bilhão de toneladas, enquanto a brasileira permaneceu próxima de 400 milhões de toneladas. O executivo citou movimentos semelhantes no níquel, com a expansão da Indonésia, e no cobre, com o crescimento da República Democrática do Congo.</p><p class="wp-block-paragraph">Pimenta afirmou que o Brasil ocupava a quarta posição mundial em valor da produção mineral em 2014 e caiu para a sétima em 2023.</p><p class="wp-block-paragraph">O conhecimento geológico aparece entre os fatores que limitam essa expansão. Segundo o CEO da Vale, cerca de 28% do território brasileiro está mapeado em escala adequada, enquanto países como Austrália e Chile possuem conhecimento geológico de mais de 70% de seus territórios.</p><p class="wp-block-paragraph">Ele defendeu maior volume de recursos para pesquisa mineral e conhecimento do subsolo. Na Vale, segundo Pimenta, os investimentos em exploração e conhecimento geológico cresceram aproximadamente cinco vezes nos últimos dois anos.</p><p class="wp-block-paragraph"><strong>Estudo propõe medidas para acelerar projetos minerais</strong></p><p class="wp-block-paragraph">A primeira agenda apresentada trata do desenvolvimento dos projetos e do licenciamento. Segundo Pimenta, um empreendimento mineral pode levar cerca de 15 anos entre o início da exploração e a entrada em operação, prazo incompatível com a velocidade de crescimento da demanda mundial. Entre as medidas citadas estão reforço das equipes dos órgãos ambientais, investimentos em tecnologia e capacitação, ampliação da pesquisa geológica e definição de regras para cavidades naturais subterrâneas.</p><p class="wp-block-paragraph">O CEO da Vale também propôs atenção específica aos empreendimentos de maior porte. Segundo ele, o último grande projeto licenciado no Brasil foi o S11D, em Serra Sul, empreendimento com capacidade de 80 milhões de toneladas que entrou em operação em 2016. A sugestão apresentada no estudo é selecionar dez projetos capazes de gerar investimentos, empregos e renda e estruturar processos dedicados para sua análise.</p><p class="wp-block-paragraph"><strong>Integração da cadeia depende de infraestrutura, energia e gás competitivo</strong></p><p class="wp-block-paragraph">A segunda agenda trata da integração das cadeias minerais e industriais. Pimenta defendeu condições para ampliar beneficiamento e processamento no Brasil e citou infraestrutura, tecnologia, energia e gás natural competitivo entre os requisitos para novos projetos.</p><p class="wp-block-paragraph">Ao abordar a produção de ferro briquetado a quente (HBI, na sigla em inglês), insumo utilizado na fabricação de aço com menor intensidade de carbono, o executivo afirmou que o preço do gás brasileiro representa uma restrição econômica. Segundo ele, o gás custa cerca de US$ 14 por milhão de unidades térmicas britânicas (BTU) no país e precisaria alcançar patamares próximos de US$ 5 ou US$ 6 para viabilizar determinados investimentos.</p><p class="wp-block-paragraph">Pimenta também ressaltou a necessidade de expandir a própria produção mineral para sustentar etapas industriais posteriores. “Sem minério, não há refino”, afirmou.</p><p class="wp-block-paragraph">Para o executivo, a posição diplomática e comercial do Brasil permite construir parcerias internacionais para tecnologia, processamento e beneficiamento. A crescente preocupação dos países com segurança de suprimento também pode favorecer acordos de longo prazo para minerais críticos.</p><p class="wp-block-paragraph"><strong>Segurança institucional influencia decisões de investimento</strong></p><p class="wp-block-paragraph">A terceira agenda está concentrada na estabilidade fiscal e regulatória. Pimenta destacou que projetos minerais exigem investimentos elevados, com horizontes de várias décadas, e competem internacionalmente pela alocação de capital. “Quando colocamos R$ 1 para trabalhar em uma mina, esse investimento permanecerá lá pelos próximos 40 anos”, afirmou.</p><p class="wp-block-paragraph">Segundo ele, países com recursos minerais disputam ativamente novos projetos. A previsibilidade das regras durante todo o ciclo dos empreendimentos, portanto, influencia as decisões das empresas sobre onde investir.</p><p class="wp-block-paragraph"><strong>Desenvolvimento dos territórios integra agenda da mineração</strong></p><p class="wp-block-paragraph">A quarta agenda apresentada por Gustavo Pimenta trata do valor compartilhado e da relação da mineração com os territórios. Segundo ele, o pagamento de impostos pelas empresas não encerra sua responsabilidade com o desenvolvimento das regiões onde atuam. O CEO da Vale defendeu a participação das mineradoras nas discussões sobre alocação de capital e diversificação econômica, com foco na prosperidade dos municípios no médio e no longo prazo, sem substituir as funções do Estado. Na mesma agenda, afirmou que os recursos da Compensação Financeira pela Exploração Mineral (CFEM) e os demais tributos pagos pela indústria precisam ter melhor destinação.</p><p class="wp-block-paragraph">Pimenta também apresentou a experiência da Vale na Floresta Nacional de Carajás, no Pará, onde a empresa atua em parceria com o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). Segundo ele, a operação utiliza recursos e tecnologia para proteger a área contra invasões e atividades ilegais.</p><p class="wp-block-paragraph">“A mineração legal mantém a floresta de pé”, afirmou.</p><p class="wp-block-paragraph"><strong>Expansão da mineração pode elevar arrecadação e emprego</strong></p><p class="wp-block-paragraph">O estudo apresentado pela Vale estimou os possíveis efeitos econômicos de uma expansão da produção brasileira até uma participação internacional compatível com a parcela que o país possui das reservas minerais.</p><p class="wp-block-paragraph">Segundo Pimenta, o setor contribuiu com aproximadamente R$ 74 bilhões em arrecadação para os cofres estaduais, municipais e federais nos últimos dez anos. A modelagem feita com a Accenture indica que esse valor poderia chegar a R$ 130 bilhões nos próximos dez anos caso o Brasil ampliasse sua participação na produção mundial até um nível equivalente ao peso das reservas brasileiras no total mundial.</p><p class="wp-block-paragraph">O estudo também estima que os aproximadamente 2,9 milhões de empregos relacionados atualmente à cadeia mineral poderiam alcançar 5 milhões nos próximos anos. Para Gustavo Pimenta, o avanço depende da capacidade de executar as medidas propostas enquanto outros países também ampliam investimentos em minerais ligados à transição energética, à tecnologia e às novas cadeias industriais.</p><p class="wp-block-paragraph">“Existe uma enorme oportunidade para o Brasil assumir esse protagonismo. Teremos, porém, de agir com urgência e diligência”, afirmou.</p></div></div></div></div></div></div></div><div><div><p>Fonte: <em>ibram.org.br</em></p></div></div></div></div>								</div>
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		<title>Frota autônoma de Komatsu 930E entra em operação na mina de cobre Salobo, da Vale</title>
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		<pubDate>Mon, 24 Aug 2026 12:14:53 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Vale Base Metals anunciou, na semana passada, que dará continuidade ao projeto de Flotação de Partículas Grossas (CPF) em seu Complexo de Cobre Salobo, no Brasil. Representando uma mudança significativa que aumentará de forma relevante a capacidade de processamento e produção, com uma economia de projeto bastante favorável. A expectativa é adicionar 6 Mt [&#8230;]]]></description>
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									<div class="block block--ctools-block block--entity-field:node:field-teaser-text block-ctools-block block-entity-fieldnodefield-teaser-text"><h6 class="field field--name-field-teaser-text field--type-string-long field--label-hidden field__item">A Vale Base Metals anunciou, na semana passada, que dará continuidade ao projeto de Flotação de Partículas Grossas (CPF) em seu Complexo de Cobre Salobo, no Brasil.</h6></div><div class="block block--ctools-block block--entity-field:node:field-teaser-media block-ctools-block block-entity-fieldnodefield-teaser-media"><div class="blazy blazy--nojs blazy--field blazy--field-teaser-media blazy--field-teaser-media---custom field field--name-field-teaser-media field--type-entity-reference field--label-hidden field__item" data-blazy="" data-once="blazy"><div class="media media--blazy media--bundle--image media--image media--responsive is-b-loaded"><picture><source srcset="/sites/default/files/styles/image_in_article/public/pnm%202050%201.jpeg.webp?itok=2mDshXON 1x" type="image/webp" media="all and (min-width: 768px)" /><source srcset="/sites/default/files/styles/image_in_article_sm/public/pnm%202050%201.webp?itok=kbtBG_th 1x" type="image/webp" /><source srcset="/sites/default/files/styles/image_in_article/public/pnm%202050%201.jpeg.webp?itok=2mDshXON 1x" type="image/webp" media="all and (min-width: 768px)" /><source srcset="/sites/default/files/styles/image_in_article_sm/public/pnm%202050%201.jpeg?itok=kbtBG_th 1x" type="image/jpeg" /></picture></div></div></div><hr /><div><div data-block-type="unstyled" data-block-weight="31"><div><div class="text-base my-auto mx-auto [--thread-content-margin:var(--thread-content-margin-xs,calc(var(--spacing)*4))] @w-sm/main:[--thread-content-margin:var(--thread-content-margin-sm,calc(var(--spacing)*6))] @w-lg/main:[--thread-content-margin:var(--thread-content-margin-lg,calc(var(--spacing)*16))] px-(--thread-content-margin)"><div class="[--thread-content-max-width:40rem] @w-lg/main:[--thread-content-max-width:48rem] mx-auto max-w-(--thread-content-max-width) flex-1 group/turn-messages focus-visible:outline-hidden relative flex w-full min-w-0 flex-col agent-turn" data-conversation-screenshot-content=""><div class="flex max-w-full flex-col gap-4 grow"><div class="min-h-8 text-message relative flex w-full flex-col items-end gap-2 text-start break-words whitespace-normal outline-none keyboard-focused:focus-ring [.text-message+&amp;]:mt-1" dir="auto" data-message-author-role="assistant" data-message-id="8b6d5018-1553-4662-b17a-18149949466e" data-message-model-slug="gpt-5-6-thinking"><div class="flex w-full flex-col gap-1 empty:hidden"><div class="fbskMG_root markdown prose dark:prose-invert wrap-break-word w-full light markdown-new-styling"><p class="PDq2pG_selectionAnchorContainer" data-start="85" data-end="697">Representando uma mudança significativa que aumentará de forma relevante a capacidade de processamento e produção, com uma economia de projeto bastante favorável. A expectativa é adicionar 6 Mt à capacidade anual de processamento de minério da planta Salobo III, passando de 12 para 18 Mt/ano, ao mesmo tempo em que reduz o consumo de energia em aproximadamente 10%, elevando a capacidade total de processamento para 42 Mt/ano.</p><p data-start="699" data-end="1253">Paralelamente a esse importante avanço no processamento, a operação acaba de colocar em funcionamento a automação de sua frota de caminhões de mineração Komatsu 930E, utilizando o sistema FrontRunner, da própria fabricante. Em sua apresentação VBM Day, realizada em março de 2026, a Vale Base Metals informou que a frota autônoma deveria aumentar a produtividade e a segurança da mina. A estratégia de mineração em Salobo é aumentar a movimentação total da mina em aproximadamente 7%, por meio da expansão da frota e da operação autônoma.</p><p data-start="1255" data-end="1325">Deivid Guimarães, gerente do Projeto AHS da Vale Base Metals, afirmou:</p><blockquote data-start="1327" data-end="1658"><p data-start="1329" data-end="1658"><em>“A entrada em operação dos caminhões autônomos em Salobo representa muito mais do que a implementação de uma nova tecnologia. É o resultado de planejamento, engenharia, inovação, integração, muitos desafios superados e, acima de tudo, da união de pessoas que acreditaram e trabalharam para transformar este projeto em realidade.”</em></p></blockquote><p data-start="1660" data-end="2115">A frota de caminhões de mineração de Salobo, detalhada no Relatório Técnico de dezembro de 2025, inclui 19 caminhões Komatsu 930E, além de 10 Komatsu 830E, 17 Caterpillar 797 e quatro Caterpillar 794. Os equipamentos de carregamento incluem quatro escavadeiras elétricas a cabo Bucyrus-Erie 495HD e uma Bucyrus-Erie 495HR, além de quatro escavadeiras hidráulicas Komatsu PC5500 e duas carregadeiras de rodas Komatsu L-1850.</p><p data-start="2117" data-end="2533">As operações de Salobo utilizam principalmente grandes escavadeiras elétricas a cabo para a produção de minério e estéril. As escavadeiras hidráulicas são utilizadas em materiais de saprolito oxidado e de transição, onde é necessária uma menor pressão sobre o solo. As carregadeiras de rodas são utilizadas em diversos serviços de limpeza e também como equipamento de apoio às escavadeiras quando necessário.</p><p data-start="2535" data-end="2975">Uma frota de caminhões fora de estrada é utilizada para transportar o material até as áreas de disposição de estéril (WRSF), pilhas de estoque ou pilhas de alimentação do britador primário. Tratores de esteira são empregados na manutenção das áreas de produção, das áreas de disposição de estéril e na limpeza das bancadas. Tratores sobre rodas, motoniveladoras e caminhões-pipa completam o restante da frota de equipamentos auxiliares.</p><p data-start="2977" data-end="3316">O acesso à cava é realizado por rampas internas projetadas com uma inclinação máxima de 10%. A largura das rampas varia de acordo com a frota de caminhões: 35 metros nas áreas operadas exclusivamente por caminhões de 240 toneladas e 42 metros onde operam frotas mistas ou onde são utilizados caminhões de 360 toneladas.</p><p data-start="3318" data-end="3666">De modo geral, a Vale já implantou tanto o sistema FrontRunner AHS, da Komatsu, quanto o Command for hauling, da Caterpillar, em suas operações de minério de ferro. Atualmente, o sistema da Caterpillar é utilizado no Complexo de Carajás, bem como nas minas de Brucutu e Capanema, enquanto caminhões Komatsu também operam em Carajás.</p><p data-start="3668" data-end="3854" data-is-last-node="" data-is-only-node="">Salobo também implementou a teleoperação de tratores de esteira, utilizando o sistema TeleOp, da Hexagon, que ultrapassou a marca de 5.000 horas de operação em julho de 2026.</p></div></div></div></div></div></div></div><div><div><p>Fonte: <em>im-mining.com </em>Tradução para o português.</p></div></div></div></div>								</div>
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		<title>Vale Base Metals deve iniciar novo projeto em Salobo antes do previsto</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Aug 2026 13:19:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Vale antecipa em um ano o início do projeto de Flotação de Partículas Grossas em Salobo, Pará, com expectativa de aumento de 6 milhões de toneladas na capacidade de processamento anual. A Vale informa que a subsidiária Vale Base Metals Ltd. (VBM) dá continuidade ao projeto de Flotação de Partículas Grossas (Coarse Particle Flotation – [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="6037" class="elementor elementor-6037" data-elementor-post-type="post">
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									<div class="block block--ctools-block block--entity-field:node:field-teaser-text block-ctools-block block-entity-fieldnodefield-teaser-text"><h6 class="field field--name-field-teaser-text field--type-string-long field--label-hidden field__item">Vale antecipa em um ano o início do projeto de Flotação de Partículas Grossas em Salobo, Pará, com expectativa de aumento de 6 milhões de toneladas na capacidade de processamento anual.</h6></div><div class="block block--ctools-block block--entity-field:node:field-teaser-media block-ctools-block block-entity-fieldnodefield-teaser-media"><div class="blazy blazy--nojs blazy--field blazy--field-teaser-media blazy--field-teaser-media---custom field field--name-field-teaser-media field--type-entity-reference field--label-hidden field__item" data-blazy="" data-once="blazy"><div class="media media--blazy media--bundle--image media--image media--responsive is-b-loaded"><picture><source srcset="/sites/default/files/styles/image_in_article/public/pnm%202050%201.jpeg.webp?itok=2mDshXON 1x" type="image/webp" media="all and (min-width: 768px)" /><source srcset="/sites/default/files/styles/image_in_article_sm/public/pnm%202050%201.webp?itok=kbtBG_th 1x" type="image/webp" /><source srcset="/sites/default/files/styles/image_in_article/public/pnm%202050%201.jpeg.webp?itok=2mDshXON 1x" type="image/webp" media="all and (min-width: 768px)" /><source srcset="/sites/default/files/styles/image_in_article_sm/public/pnm%202050%201.jpeg?itok=kbtBG_th 1x" type="image/jpeg" /></picture></div></div></div><hr /><div><div data-block-type="unstyled" data-block-weight="31"><div><p>A Vale informa que a subsidiária Vale Base Metals Ltd. (VBM) dá continuidade ao projeto de Flotação de Partículas Grossas (Coarse Particle Flotation – CPF) em seu Complexo de Cobre Salobo, no Pará. A VBM espera iniciar a operação no primeiro semestre de 2028, aproximadamente um ano antes do cronograma original. O cronograma revisado reflete iniciativas de otimização do projeto e melhorias na execução implementadas, que também contribuem para uma melhoria dos retornos do projeto.</p></div><div><p>A expectativa é que o projeto em Salobo adicione seis milhões de toneladas à capacidade anual de processamento de minério da planta, elevando a capacidade total para 42 milhões de toneladas anuais. A produção anual de cobre deverá aumentar em até 30 mil toneladas contidas em concentrado, que conterá também cerca de 15 mil onças de ouro como subproduto, e, desta forma, fortalecerá ainda mais o perfil de produção de Salobo após recordes de produção alcançados em 2024 e 2025.</p></div><div><p>Adicionalmente, a Wheaton Precious Metals concordou em pagar US$ 40 milhões à VBM para financiar parcialmente os investimentos relacionados ao projeto. Os recursos serão desembolsados em duas parcelas de US$ 20 milhões, vinculadas ao atingimento de marcos do projeto. A VBM e a Wheaton concordaram com os pagamentos em substituição a futuros pagamentos por marcos previstos no atual contrato de streaming de Salobo, os quais poderiam exigir que a Wheaton realizasse pagamentos anuais de até US$ 8 milhões ao longo de um período de dez anos, caso um plano de lavra de maior teor fosse implementado.</p><div><p>A VBM revisou o plano do projeto CPF, simplificou seu escopo e reduziu a estimativa de CAPEX para aproximadamente US$ 215 milhões, ante a projeção inicial de US$ 225-275 milhões. Considerando os recursos aportados pela Wheaton, o desembolso de capital da VBM deverá ser de aproximadamente US$ 175 milhões. O Projeto CPF integra o pipeline de crescimento de cobre da VBM no Brasil, apoiado por uma base mineral de mais de 53 milhões de toneladas de cobre contido em reservas e recursos minerais, incluindo recursos inferidos.</p></div><div><p>A estratégia de crescimento da VBM visa aumentar a produção de cobre para aproximadamente 700 mil toneladas por ano até 2035, apoiada principalmente por sua base de recursos e pipeline de projetos no sistema de Carajás, onde a VBM possui uma relevante presença operacional e infraestrutura instalada. Essas operações e projetos têm a vantagem de estarem localizados próximos a complexos minerários já estabelecidos, instalações de processamento, infraestrutura logística e de energia, proporcionando uma trajetória de desenvolvimento com elevada eficiência de capital.</p><p>Fonte: <em>brasilmineral.com.br</em></p></div></div></div></div>								</div>
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		<title>Aetos Parts encerra participação na Carajás Negócios 2026 e reafirma compromisso com Parauapebas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[administrador]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Aug 2026 14:50:49 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Em três dias de feira, a empresa apresentou sua capacidade técnica, recebeu profissionais de grandes operações e consolidou uma participação à altura de sua expansão no Pará A Aetos Parts encerrou sua participação na Carajás Negócios 2026, realizada entre os dias 6 e 8 de agosto, em Parauapebas (PA), celebrando uma edição marcada pela grande [&#8230;]]]></description>
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									<div class="block block--ctools-block block--entity-field:node:field-teaser-text block-ctools-block block-entity-fieldnodefield-teaser-text"><h6 class="field field--name-field-teaser-text field--type-string-long field--label-hidden field__item">Em três dias de feira, a empresa apresentou sua capacidade técnica, recebeu profissionais de grandes operações e consolidou uma participação à altura de sua expansão no Pará</h6></div><div class="block block--ctools-block block--entity-field:node:field-teaser-media block-ctools-block block-entity-fieldnodefield-teaser-media"><div class="blazy blazy--nojs blazy--field blazy--field-teaser-media blazy--field-teaser-media---custom field field--name-field-teaser-media field--type-entity-reference field--label-hidden field__item" data-blazy="" data-once="blazy"><div class="media media--blazy media--bundle--image media--image media--responsive is-b-loaded"><picture><source srcset="/sites/default/files/styles/image_in_article/public/pnm%202050%201.jpeg.webp?itok=2mDshXON 1x" type="image/webp" media="all and (min-width: 768px)" /><source srcset="/sites/default/files/styles/image_in_article_sm/public/pnm%202050%201.webp?itok=kbtBG_th 1x" type="image/webp" /><source srcset="/sites/default/files/styles/image_in_article/public/pnm%202050%201.jpeg.webp?itok=2mDshXON 1x" type="image/webp" media="all and (min-width: 768px)" /><source srcset="/sites/default/files/styles/image_in_article_sm/public/pnm%202050%201.jpeg?itok=kbtBG_th 1x" type="image/jpeg" /></picture></div></div></div><hr /><div><div data-block-type="unstyled" data-block-weight="31"><p class="PDq2pG_selectionAnchorContainer" data-start="498" data-end="790">A Aetos Parts encerrou sua participação na Carajás Negócios 2026, realizada entre os dias 6 e 8 de agosto, em Parauapebas (PA), celebrando uma edição marcada pela grande movimentação em seu estande e pela presença de profissionais de diferentes empresas ligadas à indústria e à mineração.</p><p data-start="792" data-end="1103">Desde o primeiro dia, o espaço da Aetos recebeu visitantes, clientes, parceiros e novos contatos. A programação intensa acompanhou o ritmo da feira e colocou a empresa no centro de importantes momentos de relacionamento com um mercado que faz parte diretamente de sua trajetória e de seus planos de crescimento.</p><p data-start="1105" data-end="1346">Foram três dias que permitiram mostrar, sobretudo, quem é a Aetos Parts hoje: uma empresa em expansão, com uma equipe próxima do mercado e uma atuação cada vez mais presente em uma das regiões mais relevantes para a mineração brasileira.</p><h5 data-section-id="1lbmtm1" data-start="1348" data-end="1398">Uma participação construída por muitas pessoas</h5><p data-start="1400" data-end="1546">Por trás da estrutura montada para receber o público, a participação na Carajás Negócios envolveu diferentes áreas e profissionais da Aetos Parts.</p><p data-start="1548" data-end="1758">A equipe esteve presente durante toda a programação, recebendo visitantes, acompanhando reuniões e representando a companhia em um evento que reuniu empresas, executivos e profissionais de diferentes segmentos.</p><p data-start="1760" data-end="2013">Essa presença coletiva também ganhou destaque nos registros feitos ao longo dos três dias. Mais do que imagens de um estande movimentado, a cobertura retrata um momento importante da empresa e das pessoas que ajudam a construir diariamente sua história.</p><p data-start="2015" data-end="2210">A Carajás Negócios se tornou, assim, uma oportunidade para apresentar a marca em toda a sua dimensão: estrutura, equipe, relacionamento e capacidade de estar presente onde o mercado acontece.</p><h5 data-section-id="8mw8zu" data-start="2212" data-end="2264">Um momento importante para a Aetos Parts no Pará</h5><p data-start="2266" data-end="2346">Participar da feira em Parauapebas tem um significado especial para a companhia.</p><p data-start="2348" data-end="2535">Com estrutura estabelecida no Pará e uma atuação que vem avançando no estado, a Aetos Parts acompanha de perto o desenvolvimento de uma região estratégica para o setor mineral brasileiro.</p><p data-start="2537" data-end="2775">Estar na Carajás Negócios significa fazer parte desse ambiente, compartilhar o mesmo espaço com empresas que movimentam a economia local e ampliar a presença da marca junto aos profissionais que fazem esse mercado acontecer todos os dias.</p><p data-start="2777" data-end="2904">O resultado pôde ser percebido na movimentação registrada durante toda a programação e na receptividade encontrada pela equipe.</p><h5 data-section-id="skark3" data-start="2906" data-end="2945">O evento termina. O trabalho segue.</h5><p data-start="2947" data-end="3136">O encerramento da Carajás Negócios 2026 deixa para a Aetos Parts um balanço positivo e a satisfação de ter vivido três dias intensos ao lado de tantas pessoas que fazem parte desse caminho.</p><p data-start="3138" data-end="3323">A empresa agradece a todos que visitaram o estande, aos clientes e parceiros que estiveram presentes e aos novos contatos que conheceram mais de perto a Aetos Parts durante a feira.</p><p data-start="3325" data-end="3549">O reconhecimento também é dedicado à equipe envolvida antes e durante o evento, responsável por representar a empresa e transformar a participação na Carajás Negócios em mais um capítulo importante de sua trajetória no Pará.</p><p data-start="3551" data-end="3772">A feira chegou ao fim, mas tudo o que foi construído nesses três dias segue adiante. A Aetos Parts continua avançando, ampliando sua presença e construindo seu caminho junto a um dos mercados mais importantes do país.</p><p data-start="3774" data-end="3939" data-is-last-node="" data-is-only-node="">Para conferir os registros, os principais momentos e acompanhar a cobertura completa da Aetos Parts na Carajás Negócios 2026, clique e acesse o Instagram <a href="https://www.instagram.com/aetosparts/">@aetosparts.</a></p></div></div>								</div>
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		<title>Aetos Parts participa da Feira Carajás Negócios 2026 em Parauapebas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[administrador]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Aug 2026 12:35:40 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Empresa apresentará soluções sob demanda para mineração durante um dos principais encontros empresariais do Sudeste do Pará A Aetos Parts estará presente na Feira Carajás Negócios 2026, que será realizada nos dias 6, 7 e 8 de agosto, das 16h às 22h, no Lago Nova Carajás, em Parauapebas, no Pará. Considerada um dos principais encontros [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="5878" class="elementor elementor-5878" data-elementor-post-type="post">
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									<div class="block block--ctools-block block--entity-field:node:field-teaser-text block-ctools-block block-entity-fieldnodefield-teaser-text"><h6 class="field field--name-field-teaser-text field--type-string-long field--label-hidden field__item">Empresa apresentará soluções sob demanda para mineração durante um dos principais encontros empresariais do Sudeste do Pará</h6></div><div class="block block--ctools-block block--entity-field:node:field-teaser-media block-ctools-block block-entity-fieldnodefield-teaser-media"><div class="blazy blazy--nojs blazy--field blazy--field-teaser-media blazy--field-teaser-media---custom field field--name-field-teaser-media field--type-entity-reference field--label-hidden field__item" data-blazy="" data-once="blazy"><div class="media media--blazy media--bundle--image media--image media--responsive is-b-loaded"><picture><source srcset="/sites/default/files/styles/image_in_article/public/pnm%202050%201.jpeg.webp?itok=2mDshXON 1x" type="image/webp" media="all and (min-width: 768px)" /><source srcset="/sites/default/files/styles/image_in_article_sm/public/pnm%202050%201.webp?itok=kbtBG_th 1x" type="image/webp" /><source srcset="/sites/default/files/styles/image_in_article/public/pnm%202050%201.jpeg.webp?itok=2mDshXON 1x" type="image/webp" media="all and (min-width: 768px)" /><source srcset="/sites/default/files/styles/image_in_article_sm/public/pnm%202050%201.jpeg?itok=kbtBG_th 1x" type="image/jpeg" /></picture></div></div></div><hr /><div><div data-block-type="unstyled" data-block-weight="31"><p class="PDq2pG_selectionAnchorContainer" data-start="215" data-end="403">A Aetos Parts estará presente na Feira Carajás Negócios 2026, que será realizada nos dias 6, 7 e 8 de agosto, das 16h às 22h, no Lago Nova Carajás, em Parauapebas, no Pará.</p><p data-start="405" data-end="602">Considerada um dos principais encontros multissetoriais do Sudeste do Pará, a feira reunirá empresas, instituições, investidores, empreendedores e representantes de diferentes segmentos econômicos.</p><p data-start="604" data-end="759">O evento tem como objetivo fortalecer o ambiente de negócios, ampliar conexões estratégicas e impulsionar o desenvolvimento econômico da região de Carajás.</p><p data-start="761" data-end="984">Durante os três dias de programação, os visitantes poderão conhecer produtos e serviços, participar de rodadas de negócios, palestras técnicas e painéis relacionados à mineração, inovação, gestão e desenvolvimento regional.</p><h5 data-section-id="1le5i40" data-start="986" data-end="1039">Soluções sob demanda para os desafios da mineração</h5><p data-start="1041" data-end="1263">A participação da Aetos Parts reforça o compromisso da empresa com o desenvolvimento do setor mineral e com a construção de relacionamentos cada vez mais próximos das operações localizadas no Pará e em toda a região Norte.</p><p data-start="1265" data-end="1583">No estande, a equipe apresentará soluções para máquinas, equipamentos móveis e plantas industriais, com destaque para o fornecimento de peças de reposição, desenvolvimento de projetos sob demanda, fabricação e reforma de itens de desgaste, reformas especiais, engenharia reversa, engenharia em campo e Loja In Company.</p><p data-start="1585" data-end="1849">A empresa também apresentará sua capacidade de desenvolver componentes de acordo com as necessidades de cada operação, utilizando recursos de engenharia, escaneamento 3D, modelagem técnica, metrologia, análise de materiais, fabricação e recuperação de componentes.</p><p data-start="1851" data-end="2046">Para assegurar precisão e confiabilidade nos projetos, a Aetos Parts utiliza equipamentos de alta tecnologia, como scanners 3D, espectrômetros e dispositivos de medição calibrados e certificados.</p><h5 data-section-id="104h3q7" data-start="2048" data-end="2111">Consultoria técnica que transforma engenharia em performance</h5><p data-start="2113" data-end="2361">Na Aetos Parts, fornecer peças representa apenas uma parte da solução. A atuação técnica começa na identificação das necessidades da operação, passa pelo desenvolvimento da aplicação e acompanha o desempenho dos componentes e equipamentos em campo.</p><p data-start="2363" data-end="2504">Esse trabalho tem como objetivo aumentar a confiabilidade dos ativos, reduzir paradas e contribuir para a otimização dos custos operacionais.</p><p data-start="2506" data-end="2707">Da visita técnica à entrega final, as equipes de engenharia, manutenção e operação atuam em conjunto para compreender o problema, desenvolver a solução mais adequada e acompanhar os resultados obtidos.</p><p data-start="2709" data-end="2926">A metodologia contempla as etapas de visita, análise, atendimento e acompanhamento, permitindo que cada projeto tenha início, desenvolvimento e conclusão definidos, com suporte técnico ao longo de todo o processo.</p><p data-start="2928" data-end="3165">Durante a Feira Carajás Negócios, os visitantes poderão conversar com os especialistas da Aetos Parts, apresentar desafios de suas operações e conhecer possibilidades de desenvolvimento voltadas às necessidades reais de cada equipamento.</p><h5 data-section-id="1a68ca6" data-start="3167" data-end="3198">Parque fabril em Parauapebas</h5><p data-start="3200" data-end="3361">A Aetos Parts conta com um parque fabril instalado em Parauapebas, estrategicamente localizado próximo às principais operações minerais da região de Carajás.</p><p data-start="3363" data-end="3581">Essa estrutura amplia a capacidade de atendimento da empresa no Pará e proporciona maior agilidade na realização de levantamentos técnicos, no desenvolvimento de projetos, na fabricação e na recuperação de componentes.</p><p data-start="3583" data-end="3801">A proximidade com as equipes de manutenção, engenharia e suprimentos dos clientes também contribui para a redução dos prazos de atendimento, o aumento da disponibilidade dos equipamentos e a continuidade das operações.</p><p data-start="3803" data-end="4076">A participação na Feira Carajás Negócios representa mais uma oportunidade para fortalecer essa presença regional, conhecer novos projetos, identificar desafios operacionais e desenvolver parcerias com mineradoras, prestadores de serviços e fornecedores da cadeia produtiva.</p><p data-start="4078" data-end="4308">Além da apresentação de produtos e soluções, o espaço da Aetos Parts foi preparado para receber clientes, parceiros e visitantes em um ambiente voltado ao relacionamento, à troca de experiências e à geração de novas oportunidades.</p><h5 data-section-id="1hrbzpb" data-start="4310" data-end="4344">Visite o estande da Aetos Parts</h5><p data-start="4346" data-end="4493">A Aetos Parts convida clientes, fornecedores, parceiros e profissionais do setor para conhecerem seu estande durante a Feira Carajás Negócios 2026.</p><p data-start="4495" data-end="4526"><strong>Feira Carajás Negócios 2026</strong><br data-start="326" data-end="329" /><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4c5.png" alt="📅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> 6, 7 e 8 de agosto de 2026<br data-start="358" data-end="361" /><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f553.png" alt="🕓" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Das 16h às 22h<br data-start="378" data-end="381" /><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4cd.png" alt="📍" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Lago Nova Carajás – Parauapebas/PA</p><p data-start="4658" data-end="4912">Será uma excelente oportunidade para conhecer de perto as soluções da Aetos Parts, conversar com seus especialistas e descobrir como a empresa pode contribuir para aumentar a confiabilidade, a produtividade e a disponibilidade dos ativos da sua operação.</p><p data-start="4914" data-end="4937" data-is-last-node="" data-is-only-node="">Esperamos por você!</p></div></div>								</div>
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		<title>Mineração Subterrânea: Komatsu fortalece portfólio para avançar no mercado brasileiro</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Jul 2026 11:49:19 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A incorporação da empresa alemã GHH ampliou a capacidade tecnológica da Komatsu e consolidou um portfólio mais completo de soluções para mineração subterrânea. A Komatsu anuncia que está ampliando a atuação na área de mineração subterrânea no Brasil, estruturada em uma estratégia voltada ao fortalecimento de seu portfólio para operações de subsolo. Um passo importante [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="5871" class="elementor elementor-5871" data-elementor-post-type="post">
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									<div class="block block--ctools-block block--entity-field:node:field-teaser-text block-ctools-block block-entity-fieldnodefield-teaser-text"><h6 class="field field--name-field-teaser-text field--type-string-long field--label-hidden field__item">A incorporação da empresa alemã GHH ampliou a capacidade tecnológica da Komatsu e consolidou um portfólio mais completo de soluções para mineração subterrânea.</h6></div><div class="block block--ctools-block block--entity-field:node:field-teaser-media block-ctools-block block-entity-fieldnodefield-teaser-media"><div class="blazy blazy--nojs blazy--field blazy--field-teaser-media blazy--field-teaser-media---custom field field--name-field-teaser-media field--type-entity-reference field--label-hidden field__item" data-blazy="" data-once="blazy"><div class="media media--blazy media--bundle--image media--image media--responsive is-b-loaded"><picture><source srcset="/sites/default/files/styles/image_in_article/public/pnm%202050%201.jpeg.webp?itok=2mDshXON 1x" type="image/webp" media="all and (min-width: 768px)" /><source srcset="/sites/default/files/styles/image_in_article_sm/public/pnm%202050%201.webp?itok=kbtBG_th 1x" type="image/webp" /><source srcset="/sites/default/files/styles/image_in_article/public/pnm%202050%201.jpeg.webp?itok=2mDshXON 1x" type="image/webp" media="all and (min-width: 768px)" /><source srcset="/sites/default/files/styles/image_in_article_sm/public/pnm%202050%201.jpeg?itok=kbtBG_th 1x" type="image/jpeg" /></picture></div></div></div><hr /><div><div data-block-type="unstyled" data-block-weight="31"><p class="isSelectedEnd">A Komatsu anuncia que está ampliando a atuação na área de mineração subterrânea no Brasil, estruturada em uma estratégia voltada ao fortalecimento de seu portfólio para operações de subsolo.</p><p class="isSelectedEnd">Um passo importante nesse movimento foi a aquisição, em 2025, da alemã GHH, fabricante tradicional de equipamentos para mineração subterrânea. A incorporação da empresa permitiu à companhia ampliar sua oferta tecnológica e avançar na construção de uma linha mais abrangente de soluções voltadas ao ambiente subterrâneo.</p><p class="isSelectedEnd">“No Brasil, estamos estruturando um portfólio que contempla diferentes etapas da operação subterrânea, desde carregamento e transporte até soluções voltadas à segurança operacional”, afirma Alessandro Antunes, gerente comercial de Clientes Estratégicos e da linha de Underground da Komatsu no Brasil.</p><p class="isSelectedEnd">“A proposta é aplicar nesse segmento a experiência que a companhia acumulou ao longo de décadas no desenvolvimento e suporte de equipamentos para mineração”.</p><p class="isSelectedEnd">Entre os equipamentos que passam a integrar a estratégia da Komatsu no Brasil estão o HX45 caminhão rebaixado off-road para mineração subterrânea, voltado ao transporte de material em galerias e frentes de lavra, e a WX15 carregadeira de subsolo, com capacidade de carga de 15T, utilizada nas atividades de carregamento e movimentação de minério.</p><p class="isSelectedEnd">Para a segurança das operações, existe a linha de Bolters modelos ZB21 e ZB31, que apoiam na contenção de maciço, e os Scalers da Dux Machinery – modelo DS30RB –, utilizadas no desplacamento de rochas instáveis após detonações, contribuindo na redução de riscos e aumentando a segurança das operações.</p><p class="isSelectedEnd">O portfólio inclui ainda soluções da linha de perfuração de desenvolvimento, como jumbo de dois braços modelos ZJ21 e ZJ32.</p><p class="isSelectedEnd">Os Scalers DS30RB da DUX Machinery (fabricante canadense especializada em equipamentos utilizados na estabilização de rochas e segurança de operações subterrâneas), já operam em minas no Brasil e contribuem para a estabilização do maciço rochoso e a segurança das equipes em ambientes subterrâneos a mais de 15 anos em parceria com a Komatsu.</p><p class="isSelectedEnd">Segundo Antunes, fatores como confiabilidade dos equipamentos, previsibilidade operacional e segurança tornam-se ainda mais críticos nesse tipo de mineração, onde as condições geológicas e o ambiente de trabalho exigem máquinas capazes de operar com alto nível de robustez e disponibilidade.</p><p class="isSelectedEnd">“A mineração subterrânea exige equipamentos capazes de operar com alto nível de confiabilidade e segurança, mas também com eficiência operacional”, afirma.</p><p>“Isso envolve desde produtividade e desempenho das máquinas até aspectos como taxa de penetração acima de 3 metros por minuto e com uma redução nos custos de manutenção de até 20% na nossa linha de equipamentos de perfuração”.</p><p><em>Fonte: brasilmineral.com.br</em></p></div></div>								</div>
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		<title>Transição do mercado global é oportunidade estratégica para o Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[administrador]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 12:27:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Para o Brasil, segundo maior exportador mundial de minério de ferro, o cenário não é apenas um desafio, mas um chamado à ação estratégica para alavancar a qualidade de seu minério, sua matriz energética limpa e a diversificação de mercados exportadores. O cenário global da cadeia de valor do aço e do minério de ferro [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="5864" class="elementor elementor-5864" data-elementor-post-type="post">
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									<div class="block block--ctools-block block--entity-field:node:field-teaser-text block-ctools-block block-entity-fieldnodefield-teaser-text"><h6 class="field field--name-field-teaser-text field--type-string-long field--label-hidden field__item">Para o Brasil, segundo maior exportador mundial de minério de ferro, o cenário não é apenas um desafio, mas um chamado à ação estratégica para alavancar a qualidade de seu minério, sua matriz energética limpa e a diversificação de mercados exportadores.</h6></div><div class="block block--ctools-block block--entity-field:node:field-teaser-media block-ctools-block block-entity-fieldnodefield-teaser-media"><div class="blazy blazy--nojs blazy--field blazy--field-teaser-media blazy--field-teaser-media---custom field field--name-field-teaser-media field--type-entity-reference field--label-hidden field__item" data-blazy="" data-once="blazy"><div class="media media--blazy media--bundle--image media--image media--responsive is-b-loaded"><picture><source srcset="/sites/default/files/styles/image_in_article/public/pnm%202050%201.jpeg.webp?itok=2mDshXON 1x" type="image/webp" media="all and (min-width: 768px)" /><source srcset="/sites/default/files/styles/image_in_article_sm/public/pnm%202050%201.webp?itok=kbtBG_th 1x" type="image/webp" /><source srcset="/sites/default/files/styles/image_in_article/public/pnm%202050%201.jpeg.webp?itok=2mDshXON 1x" type="image/webp" media="all and (min-width: 768px)" /><source srcset="/sites/default/files/styles/image_in_article_sm/public/pnm%202050%201.jpeg?itok=kbtBG_th 1x" type="image/jpeg" /></picture></div></div></div><hr /><div><div data-block-type="unstyled" data-block-weight="31"><p>O cenário global da cadeia de valor do aço e do minério de ferro está passando por uma reestruturação profunda. Segundo o mais recente relatório da SMM (Shanghai Metals Market), <em>“Steel Industry Analysis and Outlook – July 2026”</em>, o mercado entra em uma fase de superávit estrutural de minério de ferro, com a demanda chinesa encolhendo e preços pressionados a operar próximos à curva de custo.</p><p>Para o Brasil, segundo maior exportador mundial de minério de ferro, esse cenário não é apenas um desafio, mas um chamado à ação estratégica para alavancar a qualidade de seu minério, sua matriz energética limpa e a diversificação de mercados exportadores.</p><p><strong>O Fim do Ciclo de Alta do Minério e a Ascensão da Qualidade</strong></p><p>Os dados da SMM apontam para uma realidade inegável: nos próximos cinco anos, a indústria global enfrentará um excedente acumulado de oferta de minério de ferro próximo a 400 milhões de toneladas, impulsionado pela expansão das grandes mineradoras na Austrália e Brasil, e o início da produção do megaprojeto de Simandou, na África.</p><p>Com a China – principal comprador global – implementando restrições de produção e vendo seu setor imobiliário encolher, os preços do minério de ferro devem enfrentar forte pressão de baixa. Neste ambiente de &#8220;preço de custo&#8221;, os minérios de baixo teor e alto custo de extração serão os primeiros a serem marginalizados.</p><p>É aqui que o Brasil detém uma vantagem competitiva formidável. O relatório destaca que as usinas siderúrgicas estão buscando otimizar custos e aumentar a produtividade dos altos-fornos para sobreviver a margens apertadas.</p><p>O minério de ferro brasileiro de alto teor (como o produzido no Pará) se tornará ainda mais premium, reduzindo o consumo de coque e aumentando a eficiência na produção de ferro gusa.</p><p>A expansão contínua de projetos de baixo custo e alto teor no Brasil, como a Fase 2 do S11D da Vale, garante ao país uma posição de destaque como fornecedor de &#8220;último recurso&#8221;, altamente resiliente às quedas de preço.</p><p><strong>Diversificação: A Pivotagem Estratégica para a Índia e o Oriente Médio</strong></p><p>O relatório da SMM traz uma lição crucial para a estratégia exportadora brasileira: a demanda por aço e minério de ferro está se deslocando da China para mercados emergentes.</p><p>O documento projeta que a &#8220;aceleração da industrialização em regiões como Índia, Sudeste Asiático e Oriente Médio assumirá a demanda doméstica chinesa&#8221;.</p><p>Para o Brasil, que historicamente direcionou a maior parte de suas cargas para a China, a diversificação geográfica é a maior oportunidade da década.</p><p>A Índia, em particular, está em um ciclo agressivo de expansão de capacidade siderúrgica, demandando grandes volumes de minério de ferro de alta qualidade.</p><p>A posição logística brasileira, com rotas marítimas estabelecidas via Cabo da Boa Esperança, permite uma pivotagem estratégica para atender a crescente demanda indiana e do Golfo Pérsico, mitigando a dependência do gigante asiático.</p><p><strong>A Revolução Verde: Sucata e o Aço Descarbonizado</strong></p><p>Outro ponto de destaque no relatório da SMM é a tendência de longo prazo para a descarbonização: &#8220;As tendências verdes e de baixo carbono levarão a que matérias-primas como a sucata de aço substituam o coque e o minério&#8221;.</p><p>O Brasil possui uma das matrizes elétricas mais limpas do mundo (predominantemente hidrelétrica), o que coloca a indústria nacional de ferro-gusa e aço em posição privilegiada para produzir &#8220;aço verde&#8221;.</p><p>Além disso, o país já possui um ecossistema robusto de reciclagem e coleta de sucata. A oportunidade de negócios reside em transformar o Brasil não apenas em um exportador de minério, mas em um polo de produção de metálicos verdes (ferro-gusa e DRI) e semi-acabados de baixo carbono, atendendo às exigências rígidas de sustentabilidade dos mercados europeu e americano.</p><p><strong>A Importância da Inteligência de Mercado em Tempos de Transição</strong></p><p>Com a cadeia global do aço operando em um equilíbrio precário – onde fatores como o conflito EUA-Irã, acidentes em minas chinesas de carvão e guerras comerciais causam volatilidade extrema –, decisões baseadas em intuição são inaceitáveis.</p><p>O relatório <em>SMM Steel Industry Analysis and Outlook</em> é considerado uma ferramenta vital para mineradoras, siderúrgicas, tradings e investidores brasileiros que buscam navegar a complexidade do mercado global de 2026 a 2030.</p><p>A publicação oferece:</p><ul><li>Previsões de preços e balanço de oferta e demanda para minério de ferro, coque, carvão, sucata e produtos siderúrgicos (semis, planos, longos, etc.).</li><li>Análise granular dos custos e margens das usinas chinesas, indicando o piso de sobrevivência do mercado global.</li><li>Mapeamento das rotas de comércio internacional, essencial para as estratégias de exportação brasileiras em um mundo fragmentado por barreiras comerciais (anti-dumping) e novas capacidades no Sudeste Asiático e Índia.</li></ul><p>&#8220;O mercado global de aço está no limite de uma transformação qualitativa. O Brasil tem os ativos minerais, a energia limpa e a posição logística para ser o grande vencedor dessa nova era, desde que abandone a estratégia de volume puro e foque em valor, qualidade e descarbonização. A inteligência de dados da SMM é a bússola para essa transição&#8221;, afirmam analistas do setor. </p><p><em>Fonte: brasilmineral.com.br por Márcio Goto</em></p></div></div>								</div>
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		<title>PNM 2050 quer elevar participação do setor mineral no PIB para 4,5%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[administrador]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 11:33:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Governo federal lança o PNM 2050, instrumento que organiza políticas públicas em quatro pilares, define 75 diretrizes e estabelece metas ambiciosas para um setor que já responde por 20% das exportações brasileiras. O Ministério de Minas e Energia lançou oficialmente o Plano Nacional de Mineração 2050 (PNM 2050), instrumento de planejamento estratégico de longo prazo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="5845" class="elementor elementor-5845" data-elementor-post-type="post">
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									<div class="block block--ctools-block block--entity-field:node:field-teaser-text block-ctools-block block-entity-fieldnodefield-teaser-text"><h6 class="field field--name-field-teaser-text field--type-string-long field--label-hidden field__item">Governo federal lança o PNM 2050, instrumento que organiza políticas públicas em quatro pilares, define 75 diretrizes e estabelece metas ambiciosas para um setor que já responde por 20% das exportações brasileiras.</h6></div><div class="block block--ctools-block block--entity-field:node:field-teaser-media block-ctools-block block-entity-fieldnodefield-teaser-media"><div class="blazy blazy--nojs blazy--field blazy--field-teaser-media blazy--field-teaser-media---custom field field--name-field-teaser-media field--type-entity-reference field--label-hidden field__item" data-blazy="" data-once="blazy"><div class="media media--blazy media--bundle--image media--image media--responsive is-b-loaded"><picture><source srcset="/sites/default/files/styles/image_in_article/public/pnm%202050%201.jpeg.webp?itok=2mDshXON 1x" type="image/webp" media="all and (min-width: 768px)" /><source srcset="/sites/default/files/styles/image_in_article_sm/public/pnm%202050%201.webp?itok=kbtBG_th 1x" type="image/webp" /><source srcset="/sites/default/files/styles/image_in_article/public/pnm%202050%201.jpeg.webp?itok=2mDshXON 1x" type="image/webp" media="all and (min-width: 768px)" /><source srcset="/sites/default/files/styles/image_in_article_sm/public/pnm%202050%201.jpeg?itok=kbtBG_th 1x" type="image/jpeg" /></picture></div></div></div><hr /><div><div data-block-type="unstyled" data-block-weight="31"><p>O Ministério de Minas e Energia lançou oficialmente o Plano Nacional de Mineração 2050 (PNM 2050), instrumento de planejamento estratégico de longo prazo que, segundo o governo, retoma, após 15 anos de lacuna, a tarefa de organizar a política mineral brasileira com visão de futuro, metas mensuráveis e compromissos de sustentabilidade. O evento marcou também o lançamento do Referencial Básico para Mineração Brasileira Sustentável, documento complementar que estabelece diretrizes de boas práticas para o setor público e privado. Juntos, os dois instrumentos sinalizam uma inflexão na forma como o Estado brasileiro pretende conduzir uma atividade que, em 2024, foi responsável por 20% do valor total das exportações nacionais e por 33% do saldo comercial positivo do país.</p><p><strong>Um setor maior do que aparece</strong></p><p>Antes de entrar nos detalhes do plano, é preciso compreender o tamanho do território que ele pretende mapear. O setor mineral brasileiro responde hoje por 3,3% do Produto Interno Bruto, gera mais de 800 mil empregos diretos e cerca de 3 milhões de postos de trabalho em toda a cadeia de valor. No ano passado, produziu mais de R$ 100 bilhões em receitas públicas, dos quais quase R$ 8 bilhões apenas de Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais, a CFEM. O país detém reservas que o colocam em posição de destaque no ranking mundial: é o primeiro em nióbio, o segundo em terras raras e grafita, e o terceiro em ferro, manganês e estanho.</p><p>A secretária de Geologia, Mineração e Transformação Mineral do Ministério de Minas e Energia, Ana Paula Bittencourt, foi direta ao sublinhar a invisibilidade paradoxal do setor diante de sua relevância concreta. &#8220;É um setor que está onde muitas vezes a gente não consegue enxergar e que tem uma contribuição muito ativa e muito relevante para a construção das nossas políticas públicas, seja como insumo diretamente, seja como fonte de recursos para despesas e bens públicos&#8221;, afirmou.</p><p>O cenário externo amplifica essa importância. A corrida global por minerais críticos — lítio, cobalto, terras raras, grafita, cobre, níquel — intensificada pela transição energética, pela digitalização da economia e pela necessidade de reindustrialização de grandes potências, coloca o Brasil em posição privilegiada e, ao mesmo tempo, diante de uma janela que pode se fechar se não houver ação coordenada. Minerais como ferro, cobre, lítio, níquel, grafita, terras raras, fosfato e potássio são identificados no plano como essenciais para infraestrutura, segurança alimentar, defesa nacional e produção de tecnologias limpas.</p><p><strong>O que é o PNM 2050</strong></p><p>O Plano Nacional de Mineração 2050 integra o sistema permanente de planejamento da política mineral brasileira, instituído pelo Decreto nº 11.108/2022, com diretrizes estabelecidas pela Resolução CNPM nº 5/2025. Sua arquitetura repousa sobre quatro pilares estruturais: sustentabilidade e valor social; segurança do suprimento mineral e aproveitamento responsável; agregação de valor e competitividade; e governança e integridade. A partir desses eixos, o plano organiza cinco objetivos estratégicos, identifica 32 desafios e define 75 diretrizes de política pública.</p><p>Os cinco objetivos estratégicos são: consolidar a mineração brasileira como sustentável e inclusiva; ampliar o conhecimento geológico e o aproveitamento dos recursos minerais; promover a agregação de valor e o adensamento produtivo; fortalecer a governança, a integridade e a transparência na mineração; e assegurar a soberania nacional e a segurança do suprimento mineral.</p><p>O instrumento, no entanto, não foi concebido como um documento estático. Sua mecânica prevê que as diretrizes do PNM 2050 sejam sucessivamente densificadas por Planos de Metas e Ações, com janelas de revisão a cada quatro anos. &#8220;O horizonte do PNM, que é o horizonte de 2050, não tem a pretensão de ser um horizonte estático&#8221;, explicou Ana Paula. &#8220;O PNA necessariamente vai ser revisitado periodicamente e vai ser melhor densificado com metas e ações num outro instrumento que virá posteriormente e que tem uma janela menor, para ser revisitado.&#8221;</p><p>Essa arquitetura busca, segundo a secretária, garantir que o planejamento permaneça responsivo às transformações aceleradas que têm afetado o setor mineral global. &#8220;É assim que buscamos oxigenar esse instrumento de longo prazo e dinamizar, fazer com que o nosso planejamento esteja sempre conversando com esses fatores que a gente tem visto que têm afetado cada vez mais o setor mineral brasileiro.&#8221;</p><p><strong>Metas para transformar o horizonte</strong></p><p>O PNM 2050 é ambicioso ao estabelecer um conjunto de metas quantitativas que permitem medir o avanço do setor ao longo das próximas décadas.</p><p>Em empregos, a projeção é chegar a 1,4 milhão de postos diretos até 2050, um acréscimo de 400 mil vagas em relação ao patamar atual. Na participação do setor no PIB, a meta é saltar de 3,3% para 4,5%. A indústria de transformação mineral, hoje responsável por 51,5% do PIB setorial, deverá alcançar 65%, sinalizando uma aposta clara no adensamento produtivo e na agregação de valor — em vez da simples exportação de minério bruto.</p><p>No campo do conhecimento geológico, o plano prevê avançar de 28% para 52% no mapeamento do território em escala 1:100.000, um crescimento de 24 pontos percentuais que ampliará a base de dados para novas pesquisas e investimentos. Os recursos anuais destinados à pesquisa mineral deverão crescer de R$ 1,5 bilhão para R$ 2,7 bilhões.</p><p>Outro indicador sensível para o ambiente de negócios é o tempo médio de análise de processos minerários. O plano estabelece reduzir esse prazo de 1.563 dias para 780 dias — uma melhoria que, na prática, significa desobstruir um dos principais gargalos regulatórios do setor.</p><p>Na dimensão geopolítica, a participação do Brasil na produção mundial de minerais críticos deverá subir de 8,3% para 12,2%. E em segurança alimentar, a meta é reduzir a dependência externa de fertilizantes fosfatados e potássicos de 87,3% para 34,9% — uma das metas com maior impacto na soberania produtiva do país, dado que o Brasil é o maior consumidor mundial de fertilizantes e importa a maior parte do que utiliza.</p><p><strong>Previsibilidade como ativo competitivo</strong></p><p>Para João Marcos Pires Camargo, diretor do Departamento de Planejamento e Política Mineral e responsável pela coordenação técnica do plano, a iniciativa parte de uma pergunta fundamental: por que planejar? A resposta, segundo ele, vai além do comando constitucional que obriga o Estado brasileiro ao planejamento. Trata-se de conferir racionalidade e continuidade à ação pública num setor em que os ciclos de investimento são longos, os riscos são elevados e a incerteza regulatória é um fator de expulsão de capital.</p><p>Bittencourt reforçou esse argumento ao posicionar o PNM 2050 como um sinal explícito para o mercado. &#8220;Os investimentos vão migrar para onde a gente tem determinados elementos. Entre eles, a gente precisa ter a geologia — o Serviço Geológico bem sabe disso. Mas nós também precisamos de previsibilidade. E o grande diferencial que buscamos trazer aqui é a responsabilidade. Então nós temos geologia, nós precisamos trazer previsibilidade para esse capital investidor, e nós precisamos sinalizar que a forma com que isso vai ser feito aqui é muito importante. É premissa da qual o Estado brasileiro não abre mão.&#8221;</p><p>A combinação de território vasto, diversidade geológica, tradição minerária e ambiente regulatório estável é identificada no plano como um diferencial competitivo que o Brasil precisa saber explorar. &#8220;A gente acredita que o Brasil e as nossas estruturas institucionais têm um diferencial, inclusive competitivo&#8221;, disse a secretária.</p><p><strong>Sustentabilidade como premissa, não como adorno</strong></p><p>Paralelo ao PNM 2050, o lançamento do Referencial Básico para Mineração Brasileira Sustentável revela a preocupação do governo em não dissociar crescimento econômico de responsabilidade socioambiental. O documento está estruturado em três eixos: ambiental, voltado à proteção dos recursos naturais e à preservação da biodiversidade; social, que coloca as comunidades no centro do processo; e de governança, focado em transparência e ética.</p><p>O referencial se alinha aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030 da ONU e aos compromissos assumidos na Convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho, que estabelece direitos dos povos indígenas e tribais. Há também um capítulo dedicado à mineração artesanal e de pequena escala — um reconhecimento explícito de que o setor mineral brasileiro não é monolítico e que uma política pública eficaz precisa alcançar realidades muito distintas.</p><p>Bittencourt destacou o desafio de construir um instrumento de sustentabilidade que não fosse exclusivo para grandes operações. &#8220;Esse foi um grande desafio para nossa equipe: não buscar fazer um instrumento que fosse uma referência de sustentabilidade que pudesse ser aplicado só para mineração de grande porte. Nós gastamos muita energia em buscar fazer um instrumento que pudesse ser utilizado, que conversasse com as necessidades desse setor, que tem realidades tão distintas.&#8221;</p><p>A secretária também fez questão de sublinhar que a sustentabilidade não foi tratada como elemento decorativo, mas como condição estrutural dos documentos. &#8220;Isso foi uma premissa básica do nosso trabalho desde o início de tudo e está permeando esses documentos.&#8221;</p><p><strong>Construção coletiva e processo participativo</strong></p><p>O PNM 2050 foi elaborado a partir de processo de construção colaborativa que envolveu especialistas, instituições públicas, academia, setor produtivo e sociedade civil. O evento de lançamento contou com participantes presenciais e mais de 50 pessoas acompanhando remotamente, o que ilustra o alcance do interesse em torno do tema.</p><p>A secretária fez questão de reconhecer publicamente as equipes que construíram os documentos. Citou nomeadamente o Departamento de Planejamento e Política Mineral, o DPPM, sob coordenação de João Marcos Pires Camargo, e o Departamento de Transformação e Cadeia de Minerais, o DTCM. &#8220;O que eu posso dizer para vocês é que realmente foi feito — esses documentos foram feitos com espírito público muito grande, um desejo de fazer com que a mineração brasileira realmente seja feita de uma maneira diferente&#8221;, afirmou Bittencourt.</p><p><strong>Um plano que é também uma declaração de posição</strong></p><p>Olhando em conjunto, o PNM 2050 e o Referencial Básico para Mineração Brasileira Sustentável representam mais do que instrumentos de gestão pública. Eles constituem uma declaração de posicionamento estratégico do Brasil diante de uma disputa global que já está em curso — e que se intensificará nas próximas décadas.</p><p>A transição energética, a eletrificação da mobilidade, a descarbonização da indústria e a digitalização da economia demandam quantidades crescentes de minerais que o Brasil possui em abundância. Países e blocos econômicos correm para garantir cadeias de suprimento resilientes. O Brasil, até agora, exportava em grande medida minério bruto e importava o produto industrializado — uma equação que o plano explicitamente pretende reverter ao elevar a participação da indústria de transformação de 51,5% para 65% do PIB setorial.</p><p>O desafio não é pequeno. Quinze anos sem planejamento setorial de longo prazo deixaram lacunas no mapeamento geológico, gargalos regulatórios que chegam a mais de quatro anos de espera na análise de processos e uma dependência externa em fertilizantes que compromete a soberania alimentar. O plano reconhece esses problemas e os converte em metas concretas.</p><p>Se as diretrizes se traduzirem em entregas reais nos sucessivos Planos de Metas e Ações, o Brasil poderá chegar a 2050 como protagonista no mercado global de minerais críticos, com uma indústria mais sofisticada, um ambiente regulatório mais ágil e um setor capaz de gerar riqueza sem renunciar à responsabilidade socioambiental. Se ficarem no papel, o país terá perdido mais uma janela histórica. O plano está lançado. O teste começa agora. O que se espera é que não vire “letra morta”, como ocorreu com outros planos.</p><p><em>Fonte: brasilmineral.com.br por Francisco Alves</em></p></div></div>								</div>
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		<title>Vale inaugura Usina Modelo em Itabira com IA aplicada à operação e amplia segurança e eficiência</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 12:22:08 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Iniciativa inédita na produção de minério de ferro no Brasil integra inteligência artificial aos processos industriais, com ganhos em qualidade, sustentabilidade e competitividade. O município de Itabira, a cerca de 100 quilômetros de Belo Horizonte (MG), onde a Vale nasceu há 84 anos, foi escolhido para receber a primeira usina de alta tecnologia da empresa, [&#8230;]]]></description>
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									<h6 data-lfr-editable-id="element-text" data-lfr-editable-type="text">Iniciativa inédita na produção de minério de ferro no Brasil integra inteligência artificial aos processos industriais, com ganhos em qualidade, sustentabilidade e competitividade.</h6><hr /><div><div data-block-type="unstyled" data-block-weight="31"><p class="isSelectedEnd">O município de Itabira, a cerca de 100 quilômetros de Belo Horizonte (MG), onde a Vale nasceu há 84 anos, foi escolhido para receber a primeira usina de alta tecnologia da empresa, marcando o início de um novo modelo operacional orientado por inteligência de dados. A usina Conceição2 foi modernizada para integrar processos com uso de Inteligência Artificial (IA), ampliar o uso de automação e reduzir a exposição de pessoas a atividades de risco. Com capacidade de 11,2 milhões de toneladas por ano, a unidade será referência para expansão do modelo em outras operações da empresa. <br /><br /><em>“A usina modelo é mais do que um projeto: representa uma nova forma de operar, baseada na aplicação de tecnologias avançadas que redefinem os padrões de eficiência, sustentabilidade e competitividade da mineração. Essa iniciativa posiciona a Vale na vanguarda do que há de mais moderno e inovador em usinas de beneficiamento de minério de ferro no mundo. O programa Usina Modelo integra tecnologias e uma governança robusta de processos, criando um ambiente mais seguro, previsível e eficiente, com pessoas altamente capacitadas“,</em> destaca Carlos Medeiros, vice-presidente de Operações da Vale.<br /><br />A iniciativa integra a estratégia da mineração do futuro da Vale, baseada em operações mais conectadas e sustentáveis, com tecnologia e inovação como alavancas para segurança, eficiência e geração de valor. A implantação da Usina Modelo em Itabira teve duração de 1,5 ano e abrangeu 51 soluções para eliminação de gargalos e melhorias operacionais.</p><p>Houve a instalação de mais de 100 câmeras de monitoramento no complexo de prédios da usina, automação de cerca de 7.300 instrumentos, incluindo novos dispositivos de medições avançadas e sensores, além do uso de inteligência de dados para controle, gestão e otimização de mais de 400 variáveis em todas as etapas do processo de tratamento do minério. Também houve revisão de fluxos operacionais para antecipar falhas, evitando paradas não programadas.<br /><br /><em>“A modernização da nova planta permite uma operação mais integrada, altamente monitorada e mais segura. O sistema conta com uma camada de inteligência artificial que supervisiona centenas de variáveis e realiza ajustes no processo produtivo em tempo real, conforme as características do minério e do produto”</em>, completa Medeiros.</p><p><strong>Resultados</strong></p><p>Em menos de dois anos de projeto piloto, a usina aumentou a produtividade em 25%, atingindo sua capacidade planejada. Em 2024, a produção foi de 9 milhões de toneladas (Mt) e, para este ano, a usina já está habilitada a produzir 11,2 Mt.<br /><br />Também houve avanço no mix de produtos da usina. A participação do pellet feed de redução direta — produto premium e estratégico para a descarbonização da siderurgia — aumentou em 40%. Além disso, a recuperação mineral foi otimizada, elevando o aproveitamento dos recursos e a eficiência operacional.<br /><br />Os ganhos de qualidade incluem aplicação de tecnologia de análise online do teor de minério durante o beneficiamento, permitindo ajustes imediatos no processo. Essa tecnologia possibilita a correção imediata da rota de tratamento mineral, assegurando o melhor aproveitamento do ferro contido no material e reduzindo a geração de rejeito. Em 2026, a média do teor de ferro contido no rejeito reduziu 26%.<br /><br />Outro avanço importante é a melhoria da segurança dos empregados no ambiente operacional, com a redução de intervenções manuais na planta industrial. A implantação das novas tecnologias inclui soluções de operação remota, como braços mecânicos, e a automação de equipamentos elétricos e mecânicos, como motores e válvulas, viabilizando a operação da usina à distância, a partir de salas de controle.<br /><br />Quando há necessidade de acesso às instalações, imagens e dados em tempo real apoiam o planejamento das atividades com mais precisão.<br /><br /><em>“A usina alcançou um novo patamar de maturidade digital, com 100% das decisões operacionais críticas suportadas por sistemas especialistas. Esse avanço combina inovação, tecnologia e conhecimento técnico para ampliar a eficiência, reduzir impactos e aumentar a previsibilidade, com foco nas pessoas”</em>, afirma Rafael Bittar, vice-presidente Técnico da Vale.<br /><br />O modelo também amplia a eficiência no uso de recursos naturais, aumentando o índice de reaproveitamento de água. Atualmente, 92% da água utilizada na Usina Conceição2 é recirculada. Após filtragem do minério e do rejeito, que são as etapas finais do processamento, a água retorna para a operação.<br /><br /><em>“A Usina Modelo materializa a visão de mineração do futuro da Vale e é um passo decisivo para uma mineração mais segura, sustentável e competitiva, preparada para os desafios das próximas décadas”</em>, explica Bittar.<br /><br /><strong>Ecossistema de parceiros</strong><br />Para a implantação da Usina Modelo em Itabira e a expansão do modelo para outras unidades operacionais, a Vale conta com a aliança estratégica da ABB, referência global em automação e eletrificação.<br /><br /><em>“O Programa Usina Modelo demonstra visão extraordinária ao combinar tecnologia de ponta com segurança e excelência operacional. A iniciativa posiciona a Vale na vanguarda da mineração global. Estamos orgulhosos em contribuir com nossa experiência em tecnologias de automação, eletrificação e digitalização para o setor”</em>, afirma Fausto Almeida, diretor de Mineração da ABB para a América do Sul.<br /><br />Um dos diferenciais do programa é a construção de um ecossistema de parceiros voltado à integração de tecnologias já adotadas pela Vale.<br /><br />Essa estratégia otimiza os investimentos existentes, reduz a necessidade de novos aportes e acelera a geração de resultados. Nesse contexto, a ABB atua como integradora tecnológica, garantindo a interoperabilidade entre sistemas e fornecedores.<br /><br /><strong>Formando a força de trabalho do futuro</strong></p><p>O Programa Usina Modelo conecta operação, tecnologia e desenvolvimento de pessoas para a mineração do futuro. Todos os 122 operadores, instrumentistas e líderes da Usina Conceição2 foram capacitados para atuar no novo modelo, somando mais de 2.800 horas de treinamento.<br /><br />A transformação digital amplia as competências da operação, com profissionais mais preparados para atuar em ambientes integrados, analisar dados e apoiar a tomada de decisão em tempo real. É o caso de Ivo Castro, 43 anos, operador de Equipamentos e Instalações de Usina na Vale há 17 anos.<br /><br /><em>“A tecnologia veio para somar. Eu não tinha muito conhecimento de sistemas digitais e aprimorei meus conhecimentos durante os treinamentos. Hoje trabalho com mais segurança, informação e agilidade. Antes, atuava o tempo todo em campo, checando as instalações e realizando manobras manuais. Agora consigo monitorar as áreas pelo celular, na palma da mão. Vou para o campo apenas sob demanda”</em>, destaca Castro.<br /><br />A Vale mantém programas contínuos de capacitação para preparar seus empregados para os desafios da indústria. São treinamentos imersivos, com simuladores e realidade virtual que reproduzem condições reais de operação, permitindo aprendizado seguro e alinhado às novas demandas digitais.<br /><br />A iniciativa reforça o compromisso da empresa em transformar o avanço tecnológico em oportunidades de desenvolvimento, crescimento e qualificação para seus empregados.</p><p><em>Fonte: vale.com</em></p></div></div>								</div>
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		<title>Equipamentos brasileiros reforçam o maior projeto de lítio dos Estados Unidos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[administrador]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 14:12:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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					<description><![CDATA[A indústria brasileira segue ampliando sua presença em grandes projetos internacionais de mineração. Um dos exemplos mais recentes é a participação da WEG no fornecimento de motores elétricos para o projeto Thacker Pass, em Nevada, empreendimento considerado um dos mais importantes para a produção de lítio nos Estados Unidos. O projeto, desenvolvido pela Lithium Americas, [&#8230;]]]></description>
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									<h6 data-lfr-editable-id="element-text" data-lfr-editable-type="text">A indústria brasileira segue ampliando sua presença em grandes projetos internacionais de mineração.</h6><hr /><div><div data-block-type="unstyled" data-block-weight="31"><p class="isSelectedEnd">Um dos exemplos mais recentes é a participação da WEG no fornecimento de motores elétricos para o projeto Thacker Pass, em Nevada, empreendimento considerado um dos mais importantes para a produção de lítio nos Estados Unidos.</p><p class="isSelectedEnd">O projeto, desenvolvido pela Lithium Americas, representa um passo estratégico para fortalecer a cadeia de suprimentos de minerais críticos utilizada na fabricação de baterias para veículos elétricos e sistemas de armazenamento de energia. Quando entrar em operação, a expectativa é que a primeira fase da planta produza aproximadamente 40 mil toneladas anuais de carbonato de lítio grau bateria, volume suficiente para atender uma parcela significativa da crescente demanda mundial.</p><p class="isSelectedEnd">Dentro desse cenário, a WEG fornecerá centenas de motores elétricos de baixa e média tensão que serão instalados em diferentes etapas do processo mineral. Os equipamentos serão utilizados em aplicações como britadores, bombas, ventiladores, agitadores, compressores, separadores e centrífugas, componentes fundamentais para garantir o desempenho e a confiabilidade da operação.</p><p class="isSelectedEnd">Além de representar uma importante conquista para a indústria nacional, o contrato evidencia a competitividade das empresas brasileiras no desenvolvimento de soluções para operações de mineração de grande porte, cada vez mais focadas em produtividade, eficiência energética e disponibilidade operacional.</p><h5>Tecnologia e confiabilidade como diferenciais</h5><p class="isSelectedEnd">Projetos de mineração dessa magnitude exigem equipamentos capazes de operar continuamente em ambientes severos, onde qualquer parada não planejada pode impactar significativamente a produção.</p><p class="isSelectedEnd">Por esse motivo, cresce a demanda por soluções que aumentem a confiabilidade dos ativos, reduzam o tempo de manutenção e garantam maior vida útil aos componentes críticos. A integração entre engenharia, fabricação especializada, recuperação de componentes e gestão eficiente da manutenção torna-se cada vez mais decisiva para o sucesso das operações.</p><h5>Um mercado em expansão</h5><p class="isSelectedEnd">Impulsionada pela transição energética global, a mineração de minerais críticos, como o lítio, vive um dos períodos de maior crescimento das últimas décadas. Novos investimentos em minas, plantas de beneficiamento e infraestrutura elevam também a necessidade de fornecedores capazes de oferecer soluções técnicas de alta performance para equipamentos de processo e de lavra.</p><p>Esse movimento cria oportunidades para empresas especializadas em engenharia aplicada, fabricação de componentes, recuperação de equipamentos e desenvolvimento de soluções voltadas ao aumento da disponibilidade operacional.</p></div></div>								</div>
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